30 Julho 2008
O PROERD é um programa de caráter social preventivo, posto em prática pela Polícia Militar, junto aos alunos do 5º ano na faixa etária de 09 a 12 anos de idade e dos adolescentes do 7º ano, na faixa etária de 12 a 14 anos de idade. O programa é aplicado nas escolas da rede de ensino público e privado, através do esforço cooperativo entre Polícia Militar, Escola e família, oferecendo atividades educacionais em sala de aula, que inserem em nossas crianças e adolescentes a necessidade de desenvolver as suas potencialidades, ajudando a preparar para o futuro uma geração consciente do exercício de sua cidadania.
O PROERD também oferece um curso especifico à família, é desenvolvido em 5 (cinco) encontros, uma vez por semana, durante 2 (duas) horas. Tem como objetivo capacitar os pais a ajudarem os seus filhos a fazerem escolhas positivas. São discutidas informações relacionadas com fatores de risco e proteção, rede de apoio, resolução de conflitos, técnicas de comunicação, entre outros.
O PROERD chegou ao Brasil em 1992, através da PM do Rio de Janeiro, e no Estado de São Paulo em 1993, através da Academia de Polícia Militar do Barro Branco de onde o programa expandiu-se para os demais Estados. O Projeto tem por base, o D. A. R. E. ( Drug Abuse Resistance Education ) criado em 1983 nos Estados Unidos, hoje é desenvolvido em 58 países e desde 2002 em todos os Estados do Brasil.
O início do Programa na escola é precedido por uma reunião com pais e educadores, no sentido de divulgar o programa e orientar o engajamento e a participação de todos no processo. O policial deverá comparecer à escola, fardado, uma vez por semana, ao longo de um semestre, acompanhado do professor da turma, para ministrar as aulas aos estudantes. As aulas a serem ministradas estarão organizadas no livro do estudante, em 10 (dez) lições de 60 minutos.
Além do livro do estudante a criança recebe um “kit” de comunicação visual composto de 01 camiseta e 01 boné com a logomarca do programa, os quais serão distribuídos no dia da Formatura, juntamente com um certificado de conclusão do curso, quando o aluno formando presta o compromisso diante da Polícia, da Escola e da Família de resistir às drogas e à violência.
As lições objetivam o desenvolvimento da auto-estima, o cultivo da felicidade, controle das tensões, civilidade, além de ensinar técnicas de autocontrole e resistência às pressões dos companheiros e às formas de oferecimento de drogas por pessoas estranhas ao convívio das crianças e adolescentes.
No Rio Grande do Norte o programa possui 26 instrutores habilitados, distribuídos nos seguintes Municípios: Natal, Parnamirim, Tangará, Currais Novos, Cerro Corá, Caicó, Guamaré, Acari, São Tomé, Cruzeta, Parelhas, Jardim do Seridó, Carnaúba dos Dantas, Caraúbas, Santana do Seridó, Equador e Arêz.
Colaboração: www.proerd.rn.gov.br
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29 Julho 2008
O artigo “A favor da vida” é de autoria da presidente da Seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Distrito Federal, Estefânia Viveiros:
“A vida é o bem maior de cada um. Esse princípio básico está acima de qualquer cultura, religião, norma ou lei. Quem atenta contra a vida deve responder nas esferas adequadas e pagar pela falta. E devemos fazer de tudo para preservar vidas.
A discussão sobre a chamada lei seca deve girar em torno dessa questão. É lícito questionar a constitucionalidade da lei ou trechos dela, como a exigência do exame do bafômetro, mas isso não pode desviar o foco da medida. Viver em sociedade exige adaptação ao convívio com as outras pessoas e a preservação do indivíduo. Cuidar do próximo não é só ensinamento religioso, é exercício de cidadania.
A nossa legislação é clara ao afirmar que os direitos coletivos devem prevalecer sobre os individuais. É o caso da Lei Federal nº 11.705/08, que veio como uma resposta à falta de respeito de vários motoristas para com esse princípio tão importante.
Realmente a lei é rigorosa, mas não é tão difícil assim ter o cuidado de não dirigir se tiver bebido. Até porque a medida não proíbe ninguém de beber. Ela impede, apenas, que o alcoolizado conduza um veículo.
O brasileiro sabe se adaptar às situações mais adversas e também conseguirá se adequar a um novo tipo de conduta. Os estabelecimentos comerciais também se adaptarão. Não há porque falar em fechamento de bares e restaurantes, mas em como contribuir com a aplicação da lei em respeito à vida dos próprios clientes.
Apesar do choque inicial e da má recepção de alguns, a norma terá êxito. Os índices divulgados pelos Detrans e instituições de saúde, com a redução nos números de acidentes de trânsito e de mortes, falam alto. É inconcebível ficar insensível à quantidade de vidas salvas.
Se há inconstitucionalidades, quem dará a palavra final é o Supremo Tribunal Federal. Se há rigor excessivo, devemos discutir isso e a própria regulamentação da lei poderá corrigir possíveis desmedidas nas avaliações e punições.
O mais importante está sendo feito: a população foi alertada para os riscos de dirigir alcoolizada e ganhou mais consciência. Independentemente da decisão do STF, a tolerância zero mostrou seus méritos em prol de um bem maior”.
Colaboração: www.oab.org.br
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28 Julho 2008
O Fundador do Aikidô foi alguém que, provavelmente como você, procurava estar em paz qualquer que fosse a circunstância. Ele desejava manter uma conexão harmoniosa com todas as coisas por todo o tempo. À medida que o tempo passava e suas habilidades marciais tornavam-se fenomenais, ele falava mais e mais sobre nossa família humana global, sobre a necessidade de cada pessoa estar aberta para os caminhos da natureza e do universo, viver o amor e o respeito por todos os seres com o objetivo de curar a si mesmo e ao mundo. O produto de sua vida, e o seu presente para nós, é o Aikidô.
Ele nasceu com o nome Morihei Ueshiba, em 1883, em Tanabe, uma pequena vila japonesa de pescadores e camponeses. Seu nome, Morihei, significando “paz abundante“, foi profético.
Começou seus estudos de artes marciais na juventude. Treinou primeiramente Sumô; em seguida, espada tradicional, uso de lança e Ju-Jutsu, enquanto, ao mesmo tempo, se dedicava com voraz apetite à matemática, à física e aos estudos espirituais. Investindo anos em treinamento, sua proficiência e sua reputação como renomado mestre de artes marciais cresciam. Sua fama atraiu muitos desafiantes que vinham testar suas habilidades e refutar a lenda do grande guerreiro. Inevitavelmente ele venceria a todos, sendo que muitos deles chegaram a pedir para serem aceitos como alunos.
Após um desses confrontos, onde facilmente se evadiu de repetidos golpes com uma espada de madeira, assim fazendo sem ferir seu desafiante, ele teve uma luminosa revelação: vencer como resultado da derrota de alguém não é uma verdadeira vitória. A partir desse ponto suas profundas crenças espirituais e sua extraordinária arte marcial tornaram-se uma coisa só.
Em 1941, Ô-Sensei (Grande Mestre), como ele mais tarde seria conhecido, começou a chamar de Aikidô – o caminho da harmonia e do amor – a seu sistema de arte marcial. Ele ainda atraía muitas pessoas, que vinham pela profunda admiração e respeito por uma lenda viva, e também pelo poder de seu Aikidô.
Ô-Sensei sempre manteve um estilo de vida simples, e uma forte ligação com a terra através de sua pequena fazenda. Ele amava o trabalho com o solo, o plantio, os cuidados com o crescimento e a colheita. Fez o mesmo com sua arte marcial, que cresceu por todo o mundo, espalhando milhões de sementes do alimento do Aikidô.
Ô-Sensei viu o grande potencial do Aikidô para criar uma cura global, e encorajava seus alunos a levarem esta arte para o mundo. “O propósito do Aikidô”, ele dizia, “é construir um céu na terra organizando as pessoas num convívio de amizade e harmonia. Eu ensino esta arte para ajudar meus alunos a aprenderem como servir seus próximos.”
Morihei Ueshiba faleceu em 26 de abril de 1969 sabendo que seu amado Aikidô já estava sendo ensinado e praticado não apenas no Japão, mas em vários lugares do mundo.
Colaboração: www.aikidokawai.com.br – Confederação Sul Americana de Aikidô.
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25 Julho 2008
A marca rapadura foi registrada pela empresa alemã Rapunzel Naturkost nos escritórios de marcas e patentes dos Estados Unidos e Alemanha. Logo que a OAB tomou conhecimento do caso e informou o governo brasileiro, foi dado início às negociações com a empresa alemã no sentido de que esta anunciasse o abandono do registro. A empresa inicialmente sinalizou a intenção de abandono voluntário, mas no ano passado apresentou uma proposta, que acabou rechaçada pelo Itamaraty: de transferência de titularidade do registro para o governo brasileiro com licença de uso para a própria empresa.
O presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Ceará, Hélio Leitão, informou, em 23/07/2008, ao presidente nacional da OAB, Cezar Britto, sobre a vitória obtida diante do anúncio, pela empresa alemã Rapunzel Naturkost, de que voltará atrás no registro da marca “rapadura” fora do Brasil. Os reflexos danosos desse registro para o País foram alertados primeiramente pela Seccional cearense da OAB e as negociações em torno dessa desistência pelo foram acompanhadas de perto pela OAB Nacional, por meio de sua Comissão de Relações Internacionais, junto ao Itamaraty. “O anúncio da desistência é uma enorme vitória da entidade”, comemorou Hélio Leitão.
Segundo o secretário da Divisão de Propriedade Intelectual do Itamaraty, Fábio Schmidt, a proposta foi rejeitada porque a legislação internacional prevê que marcas sem distintividade não devem ser rejeitadas, ou seja, um termo comum, como rapadura ou chocolate – que não têm distintividade -, não podem ser objeto de registro de marca por empresas. “Seria como registrar o termo chocolate e impedir qualquer outra empresa de colocar esse termo no nome de seu produto, sob a justificativa de que a palavra chocolate está registrada”, explicou Schmidt.
Recentemente, o governo apresentou uma nova proposta, que foi aceita pela empresa: de registro de marca composta. De acordo com a legislação brasileira, ainda segundo Fabio Schmidt, marca composta – aquela formada por um elemento genérico e outro distintivo – pode ser registrada, desde que sem exclusividade sobre o termo genérico. “O termo chocolate ou rapadura podem ser utilizados por qualquer empresa. Dessa forma, ficou resguardado o interesse brasileiro”, acrescentou o secretário do Itamaraty.
A empresa, então, após acolher a proposição do governo brasileiro, fará o seu registro com base no mecanismo da marca composta mais termo genérico – Rapadura Rapunzel -, sem que haja qualquer direito de exclusividade sobre o termo rapadura. A Embaixada brasileira em Berlim já informou oficialmente ao governo brasileiro que a empresa renunciará ao registro que havia procedido.
Em reunião realizada no último dia 4, o governo federal já havia informado à OAB Nacional que aceitaria uma parceria com a entidade para endurecer as negociações caso a empresa não se mostrasse disposta a voltar atrás. Em reunião no Itamaraty, entre o presidente nacional da OAB, o presidente da Comissão Nacional de Relações Internacionais da entidade e membro honorário vitalício da OAB, Roberto Busato, e o ministro de Estado Interino das Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães, foi discutida a possibilidade de um acordo para estabelecer parcerias com escritórios de advocacia na Alemanha e nos Estados Unidos para defender os interesses brasileiros no tocante ao registro do produto, considerado essencialmente nacional.
Naquela oportunidade, o responsável pelos assuntos de patentes e registros pelo Itamaraty, Kenneth Nóbrega, informou a Roberto Busato que o governo faria uma última tentativa de negociação com a empresa para que o registro fosse retirado. O mesmo vem sendo feito no tocante a conflitos relacionados a outros produtos tipicamente brasileiros, como o açaí e o cupuaçu.
Colaboração: www.oab.org.br
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23 Julho 2008
Ueshiba Morihei [植芝 盛平] era um garoto franzino que cresceu ouvindo histórias de seu bisavô, um bravo samurai da época. Quem sempre lhe contava as aventuras de Kichiemon era seu pai, Ueshiba Yokoru, proprietário de terras, militante político e fã das artes marciais. Morihei praticou sumô por um certo tempo mas acabou desistindo. Só começou a se dedicar às artes marciais depois que seu pai foi atacado por políticos do partido adversário. Os seus estudos levaram à criação de uma das mais famosas artes marciais do mundo: o aikidô.
Aikidô, “o caminho para a harmonia do espírito”, foi formado a partir da síntese de várias artes marciais, filosofias e estudos religiosos, são eles:
Daitoryu Aiki jujutsu: uma das primeiras artes marciais japonesas a se popularizar no século XX, é fruto da fusão entre Daitoryu (criado por Shinra Saburo Minamoto no Yoshimitsu, um grande estudioso do corpo humano) e Aiki jujutsu (uma derivação do jujutsu focada na antecipação e neutralização do ataque do oponente através de imobilizações).
Omotokyo: uma religião japonesa originada do xintoísmo, a qual era repleta de idéias em prol da paz mundial. Estimulava o desenvolvimento das virtudes pessoais para se atingir a harmonia universal.
Koryu: sistema das antigas artes marciais japonesas criadas durante a época dominada pela cultura militar.
Com essas referências, não é surpresa que o aikidô seja uma arte marcial que procura entender o ritmo e a intenção do agressor para aplicar o contra-ataque e então controlar o oponente sem feri-lo. Os treinamentos baseiam-se em técnicas específicas para derrubar os adversários, rolamentos, quedas, imobilizações e torções. A flexibilidade e resistência também são treinadas constantemente.
O treinamento mental do Aikidô é realizado com o objetivo de relaxar a mente e o corpo em situações de perigo, proporcionando o controle emocional necessário para a boa execução dos golpes durante a luta.
“É preciso estar 99% disposto a receber o ataque do adversário e encarar a morte de frente para que se possa aplicar o golpe sem hesitação”, dizia Morihei.
O ocidente conheceu esta arte marcial em 1951 quando Minoru Mochizuki visitou a França e levou as técnicas para alunos de judô.
Colaboração: Bruno Kaneoya – www.nipocultura.com.br
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22 Julho 2008
Segue mais uma nobre iniciativa na luta em prol da melhoria da qualidade de vida dos potiguares menos favorecidos. Casa do Bem, no bairro de Mãe Luiza, capitaneada pelo Escritor Flávio Rezende, exemplo de persistência e responsabilidade social.
A Casa do Bem é uma organização não governamental que tem como principal objetivo oferecer às pessoas de bom coração e que gostam de ajudar aos semelhantes um espaço físico e a matéria prima para que elas possam realizar ações que ajudem os mais necessitados. Esse espaço é um prédio de dois andares, com oito salas, cozinha e um auditório com palco e camarins, que vai ser construído no bairro de Mãe Luiza, na cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte. O terreno já está doado, medindo 11m de frente por 40m de fundo. O projeto já foi feito e, agora, todos os esforços são no sentido de construir a Casa do Bem.
Atualmente o projeto de construção da Casa do Bem está na Semurb sendo analisado para liberação do início das obras. Logo após essa liberação a obra vai ter início, pois a Construtora Coenge já prometeu fazer o alicerce da Casa do Bem.
A caridade é sempre bem vinda.
“Mãos que ajudam são mais santas que lábios que oram”
Sathya Sai Baba.
Quando pronta, a Casa do Bem vai receber voluntários que irão dar aulas, palestras, divertir crianças, ensinar, produzir cultura, enfim, a Casa do Bem vai ser palco de muitas ações meritórias. Convênios com entidades também vão proporcionar ações variadas em benefício dos mais necessitados.
CONTRIBUA VOCÊ TAMBÉM
Você pode ajudar doando roupas, calçados, utensílios domésticos, objetos, colchões, alimentos não perecíveis, redes, como também depositar dinheiro na conta da CASA DO BEM, Banco do Brasil, agência 1668-3 – conta nº 26847-X, com as doações podendo ser entregues na Rede de postos São Luiz, especialmente o da Via Costeira, ou na casa do escritor Flávio Rezende, na rua João XXIII, 1709 – próximo ao Rarus Motel, solicitando ainda recolhimento pelo telefone 3202-3441.
Aceita qualquer doação, pois para tudo tem um direcionamento.
Veja os projetos: http://www.casadobem.org.br/novo/navegacao/projetos.php
Colaboração: www.casadobem.org.br
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20 Julho 2008
O Bradesco atua em diferentes frentes, possibilitando a realização de projetos e eventos em benefício da sociedade e valorização da cidadania. Entre eles, destaca-se o trabalho realizado pela Fundação Bradesco, entidade voltada para a educação de crianças, jovens e adultos, que atende gratuitamente a mais de 110 mil alunos em 40 escolas instaladas, prioritariamente, em regiões de acentuadas carências socioeconômicas, em todos os Estados Brasileiros e no Distrito Federal.
A Educação Básica compreende a Educação Infantil, o Ensino Fundamental (primeira à oitava série) e o Ensino Médio, constituindo mais de 43% do atendimento anual em que são oferecidos gratuitamente, além do ensino, material escolar, uniforme, alimentação e assistência médico-odontológica. A Fundação Bradesco mantém ainda cursos de educação profissional básica, especialização rápida, informática para deficientes visuais e alfabetização de adultos.
O trabalho da entidade já mereceu o reconhecimento de várias instituições nacionais e internacionais, como o da Universidade de Harvard, que considera seu projeto referência mundial no Terceiro Setor.
Fundação Bradesco em Natal/RN
A Escola de Educação Básica e Profissional Fundação Bradesco de Natal (RN) foi inaugurada no dia 22 de fevereiro de 1989. A Escola atende a população com Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos. Com excelente infra-estrutura, possui salas equipadas e confortáveis, Biblioteca, Laboratório de Informática, Laboratório de Ciências, Oficina Pedagógica, Consultório Odontológico, Salas Administrativas, Cozinha, Área de Recreação, Quadra Esportiva e Hortas.
Colaboração: Fundação Bradesco – www.fb.org.br
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18 Julho 2008
O hakama é a calça parecida com uma saia que alguns aikidokas usam. É uma peça tradicional da vestimenta de um samurai. O gi padrão usado em aikidô bem como em outras artes marciais tais como judô ou karate era originalmente uma roupa de baixo. Vestir o hakama é parte da tradição do Aikidô (em muitas escolas).
O hakama era no princípio uma proteção para as pernas dos cavaleiros contra atritos, arranhões etc. – não muito diferente das calças de couro usadas pelos cowboys americanos ou pelos vaqueiros sertanejos. O couro era muito difícil de encontrar no Japão, um país sem pecuária, assim o tecido pesado era usado em seu lugar. Após a transformação dos samurais em combatentes desmontados, atuando mais a pé, o hakama continuou sendo usado porque isso os distinguia em meio à tropa e os tornava mais facilmente identificáveis.
Porém havia diferenças de estilo nos hakamas. O tipo usado hoje em dia pelos praticantes de artes marciais – com “pernas” – é chamado de “joba hakama”(ao pé da letra, utensílio para montagem a cavalo o qual alguém calça). Havia uma versão de hakama que parecia um tipo de saia em forma de tubo – sem pernas – e ainda um terceiro tipo que era uma versão longa do segundo. Ele era vestido nas visitas ao Shogun ou ao Imperador. Media habitualmente 3,6 a 4,5 metros de comprimento e era dobrado repetidamente e colocado entre os pés e a parte posterior do corpo do visitante. Isto fazia com que ele necessitasse shikko – “caminhar ajoelhado” – para sua audiência e dificultava bastante para alguém esconder uma arma ou erguer-se rapidamente para um ataque.
Em muitas escolas, apenas os faixas-pretas vestem hakama, em outras, todas as pessoas o fazem. Em algumas as mulheres podem iniciar seu uso antes dos homens (geralmente o motivo dado é a modéstia – recato – feminina – lembremos que o gi era originalmente roupa de baixo).
O Sensei era bastante enfático em que TODOS deviam vestir hakama, mas ele vinha de um tempo/cultura não muito distante em que o hakama era uma forma padrão de vestimenta formal.
Muitos dos estudantes eram pobres demais para comprar um hakama, mas era exigido que o usassem. Se eles não puderem conseguir um de um parente mais velho, poderiam pegar a cobertura de um velho colchão, cortá-la, pintá-la e dá-la a uma costureira para fazer um hakama. Se eles tiverem que usar uma tinta barata, porém, depois de um tempo a cor da capa vai começar a aparecer e a felpa do colchão começará a passar pelo material.
Saito Sensei, sobre o uso do hakama no dojo de O Sensei nos velhos dias:
“No Japão do pós-guerra muitas coisas eram difíceis de obter, inclusive roupas. Por causa da escassez, nós treinávamos sem hakama. Nós tentamos fazer hakamas de cortinas de blackout contra ataques aéreos, mas essas cortinas tinham ficado ao sol durante anos, e os joelhos rasgavam tão logo arrastavam pelo chão na prática de suwariwaza. Nós estávamos constantemente trocando aqueles hakamas. Foi nessas condições que alguns fizeram a sugestão: ‘Por que nós não adotamos que seja aceito não vestir hakama até que a pessoa seja shodan?’ Esta idéia foi posta em prática como uma política temporária para evitar despesas. A idéia por trás da sugestão não tinha nada a ver com o uso do hakama como um símbolo da ascensão à faixa-preta“.
Shigenobu Okumura Sensei, “Aikido Today” Magazine” #41:
“Quando eu era uchi-dechi de O Sensei, todos eram instados a usar hakama para a prática, começando do primeiro dia em que pisassem no tatame. Não havia restrições sobre o tipo de hakama que você poderia usar, e o tatame era um lugar bastante colorido. Havia hakamas de todos os tipos, todas as cores e variedades, de hakamas de kendo, aos hakamas listrados usados em dança japonesa, até os caros hakamas de seda chamados sendai-hira. Eu imagino que alguns iniciantes foram mandados ao inferno por terem emprestado os caríssimos hakamas dos avós, usados apenas em ocasiões especiais e cerimônias, para esgarçarem seus joelhos fazendo suwariwaza. Eu lembro vivamente o dia em que esqueci meu hakama. Eu me preparava para subir ao tatame, vestindo apenas meu dogi, quando O Sensei me deteve. ‘Onde está seu hakama?’ Ele perguntou asperamente. ‘O que faz você pensar que você pode receber a instrução do seu professor vestindo nada mais que sua roupa de baixo? Você não tem senso de adequação? Obviamente”. Você carece da atitude e etiqueta necessária em alguém que possui treinamento no budô. Sente-se fora do tatame e assista a aula!
“Este foi apenas o primeiro de muitos puxões de orelha que recebi de O Sensei. Porém, minha ignorância nesta ocasião alertou O Sensei a orientar seus uchi-dechi depois da aula sobre o significado do hakama. Ele nos falou sobre o hakama como tradicional indumentária dos estudantes do kobudo e perguntou se algum dos estudantes conhecia a razão para as sete dobras do hakama.
‘Elas simbolizam as sete virtudes do budo’, disse O Sensei. ‘Estas são jin(benevolência), gi(honra ou justiça), rei(cortesia e etiqueta), chi(sabedoria, inteligência), shin(sinceridade), chu(lealdade) e koh(piedade). Nós encontramos estas qualidades nos relevantes samurais do passado. O hakama convida-nos a refletir sobre a natureza do verdadeiro bushido. Vesti-lo simboliza tradições que chegaram até nós passando de geração em geração. O Aikido nasceu do espírito do bushido do Japão, e em nossa prática devemos buscar polir as sete virtudes tradicionais’.
Colaboração: www.aikidope.com.br
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Aikidô | Etiquetado: Aikidô, Arte Marcial, Auto-Defesa, Ô-Sensei, Caminho, Dô, Energia, Gi, Hakama, Harmonia, Japão, Judô, Karatê, Ki, kishomaru Ueshiba, Morihei Ueshiba, Moriteru Ueshiba, Saito Sensei, Samurai |
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14 Julho 2008
A Ação Harmonia Brasil – AHB – é uma organização sem fins lucrativos, criada em maio de 2003, formada por praticantes de Aikidô afinados por uma missão: ”Oferecer um caminho de harmonia e desenvolvimento pessoal para crianças e jovens de 7 a 17 anos de comunidades menos favorecidas (favelas) através da prática da arte do Aikidô”. Está dividida em equipes de voluntários que atuam no planejamento, comunicação e logística. O coração do projeto é formado por faixas-pretas em Aikidô que conduzem os treinos regulares com o apoio de outros voluntários.
Cada projeto desenvolvido no Brasil possui características distintas e são frutos da interação da AHB com associações ou entidades que já desenvolvem programas de educação e assistência para crianças de comunidades carentes. Existem atualmente projetos ocorrendo em cidades como São Paulo, Recife e Farroupilha. Os recursos para aquisição de tatames, uniformes, transporte e despesas administrativas provém de doações e da contribuição mensal de amigos da AHB. O convívio semanal dos instrutores com os aprendizes estabelece uma relação de compromisso e confiança. Forma-se uma ponte de comunicação que encoraja novos voluntários a contribuir em outras áreas. Diversos projetos paralelos ao Aikidô ocorrem ao longo do ano com o apoio da AHB: viagens, passeios, oficinas de teatro, música, computação, festas regionais, natal, suporte escolar, doação de alimentos, roupas, livros, etc. (Veja o site www.acaoharmonia.org.br).
Os Objetivos
· Participar poderosamente na formação ética e moral de crianças que vivem em áreas de risco social, fortalecendo valores como respeito, confiança e cooperação;
· Contribuir com um modelo de ação que estabelece uma ponte de conexão entre brasileiros que vivem em condições opostas de acesso ao conhecimento, à cultura e à educação;
· Preparar as crianças e jovens que vivem em ambientes hostis e violentos para um futuro de realização e contribuir com a construção de uma sociedade menos competitiva e mais cooperativa;
· Gerar multiplicadores para instrução descobrindo talentos dentro das comunidades atendidas e capacitar jovens para atuar como instrutores assistentes em novos pólos de ensino da arte Aikidô no país.
O Responsável
José Roberto Bueno. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo. Pratica Aikidô há mais de 20 anos e possui a faixa preta 4º dan. Está sob orientação de Reishin Kawai Shihan, 8º dan, introdutor do Aikido no Brasil (www.aikidokawai.com.br). É o professor responsável pela escola Aikido Harmonia em São Paulo e o fundador da ONG Ação Harmonia Brasil. É parceiro da Amana-Key em programas de educação de gestores do setor público e privado.
Colaboração: www.acaoharmonia.org.br
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Aikidô, Voluntariado | Etiquetado: Ação, Ação Harmonia Brasil, Aikidô, Arte Marcial, Auto-Defesa, Caminho, Dô, Energia, Harmonia, José Roberto Bueno, Kawai, Ki, Sensei Bueno, Solidariedade, Voluntariado |
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9 Julho 2008
Segue mais uma oportunidade de trabalho social. Desta vez com o apoio da Petrobrás através do projeto Esporte e Cidadania.
Integração, energia e busca por desafios são características que movem atletas, e impulsionam a Petrobras. Desde 1956, a Petrobras participa ativamente do cenário esportivo brasileiro através de diversos patrocínios . Ampliando nosso compromisso com a sociedade, lançamos o Petrobras Esporte & Cidadania, com o objetivo de criar condições para um maior rendimento do esporte brasileiro, difundindo e divulgando as modalidades esportivas e sua prática pela população.
Baseando-se na Lei de Incentivo ao Esporte , o Programa irá atuar em todas as manifestações desportivas: educação, participação voluntária e rendimento. Estimulamos a inclusão social através do esporte, e valorizamos o espírito participativo, como também a preparação de atletas de ponta e modalidades profissionais, para competições de nível internacional.
Em todo o país, a Petrobras conta com a sociedade em ações nas áreas ambiental, cultural e de responsabilidade social. No esporte, pretendemos formar mais uma importante parceria. Através da interação desportiva, o Programa envolverá diferentes agentes, como atletas, espectadores, escolas e praticantes de atividades físicas.
Para poderem se inscrever nesta seleção pública, os projetos precisam, necessariamente, da aprovação pela Comissão Técnica do Ministério dos Esportes e a sua respectiva publicação no Diário Oficial da União.
Veja: http://www2.petrobras.com.br/minisite/programaesporte/index.asp
By IMPRESSÕES – www.impressione.wordpress.com
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Voluntariado | Etiquetado: Cidadania, Lei de Incentivo ao Esporte, Petrobrás, Responsabilidade Social, Voluntariado |
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8 Julho 2008
Um alento para aqueles que pensam em desistir da caminhada antes de atingir o objetivo desejado.
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo. Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros. O escritor Stephen Covey escreveu: “Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5.º ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava…“. O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos e de nossos sonhos. Devemos procurar cultivar dois bons hábitos na vida: a Persistência e a Paciência, para alcançar nossos sonhos. É preciso muita fibra para chegar às alturas, e ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão sem se partir.
Colaboração: www.contandohistorias.com.br
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7 Julho 2008
O Aikido é um instrumento importante no processo de desenvolvimento dos mais novos. Tendo como origem os movimentos de auto-defesa, permite-se às crianças desenvolverem uma melhor relação com o espaço que as rodeia, com os outros, e, fundamentalmente, adquirir uma maior consciência do seu próprio corpo. Através dos movimentos circulares próprios do Aikidô, a criança aprenderá a coordenar e controlar melhor os seus movimentos, bem como a descobrir as suas capacidades e limites físicos. Aprenderá a cair e levantar-se em segurança e que a queda é sempre uma oportunidade de começar um novo movimento; aperceber-se-á do corpo de uma forma diferente e aprenderá a usá-lo de maneira benéfica. O treinamento constante leva o aluno a perceber o valor da integridade física do parceiro de prática; que um ataque, no Aikidô, não é mais que uma oferta que alguém faz para a evolução conjunta e que todos aprenderão a aplicar, na medida certa, a sua energia.
Benefícios com a prática
Corpo:
Promove uma melhor circulação da energia pelo corpo, facilitando a irrigação sanguínea e o bom funcionamento de todos os órgãos. Em paralelo, a prática do Aikidô educa o corpo a se movimentar de forma natural e sem esforço, respeitando a constituição e os limites de cada praticante. Como benefícios observam-se:
· Flexibilidade;
· Leveza;
· Agilidade;
· Equilíbrio;
· Postura.
Mente e Espírito:
Os benefícios aproveitados por cada praticante de Aikidô são inúmeros e variam entre indivíduos. Os mais ansiosos tendem a se tornam mais calmos, os briguentos tendem a se tornar mais compreensivos, os medrosos passam a ter mais confiança, os tímidos começam a se expressar melhor, em suma, tem-se o acréscimo da auto-estima dos participantes. Entre os benefícios emocionais temos:
· Confiança;
· Atenção;
· Calma;
· Satisfação;
· Coragem;
· Respeito.
Percepção de si:
Gradualmente, a prática do Aikidô provoca mudanças na consciência sobre si mesmo, sobre a vida e sobre os outros. Alguns novos valores são incorporados e a percepção sobre certo e errado, amizade, futuro, realização, integridade, comunidade e mundo, vão ganhando novos significados. Entre os benefícios na forma de pensar temos:
· Maior abertura ao novo e ao diferente;
· Aprendizagem de novas culturas;
· Introdução ao pensar sistêmico;
· Visão mais cooperativa que competitiva.
Colaboração e Adaptação: Vinicius Brasil – Advogado – 2° Dan Aikikai
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Aikidô | Etiquetado: Agilidade, Aikidô, Arte Marcial, Atenção, Auto-Defesa, Ô-Sensei, Calma, Caminho, Confiança, Coragem, Dô, Energia, Equilíbrio, Flexibilidade, Harmonia, Japão, Ki, kishomaru Ueshiba, Leveza, Morihei Ueshiba, Moriteru Ueshiba, Postura, Respeito, Satisfação |
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4 Julho 2008
Segue Texto da Autora Gaúcha Martha Medeiros.
Não basta ler e refletir, tem que praticar.
ATALHOS
Quanto tempo a gente perde na vida?
Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Sim, depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, etc. E aí, mais tarde, demora pra entender certas coisas. Demora, também, pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes (aborrecentes) teimosos e dramáticos. E levamos um século para aceitar o fim de uma relação. E outro século para abrir a guarda para um novo amor. Quando, já adultos, demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, e demoramos para tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 37 ou 41 anos. Talvez 50 e tal…. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E só aí a gente descobre que o nosso tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado, no segundo tempo, e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro. Ou fazer tabelas desnecessárias. Quanto esbanjamento. E esquecemos que não falta muito pro jogo acabar…. Sim, é preciso encontrar logo o caminho do gol. Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Pois tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se no sexo, onde a rapidez não é louvada, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade. Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando. Não esperam sentadas, não ficam dando voltas e voltas. E não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada. Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela. O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro e veja se ele, realmente, interessa e transmite algum sentimento. A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera. Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para degustar um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação. Pra enrolação, um atalho. O maior possível!
Colaboração: Rosely – Profª UFRN
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2 Julho 2008
No dia 28/06/2008, sábado, foi dado início ao trabalho voluntário multidisciplinar em prol das crianças da Escola Municipal São Francisco de Assis, em Natal/RN. O projeto consiste em Laboratórios de Leitura, Reforço de Matemática, Prática de Aikidô e Recreação. A equipe é composta pela Sra. Silvia Regina, Funcionária Pública; Sr. Franklin, Técnico em Segurança do Trabalho; Sr. Guilherme Lemos, Estudante e o Sr. Vinicius Brasil, Advogado. Os encontros são semanais aos sábados, das 08:00h às 11:00h e bastantes concorridos. Por fim, mas não menos importante, há de se registrar que a Escola tem o apoio financeiro do ABN AMRO Bank/REAL através de seu programa chamado Projeto Escola Brasil – PEB (http://www.institutoescolabrasil.org.br), instituição de grande responsabilidade social que dá todo o suporte material necessário para o desenvolvimento do voluntariado.
By IMPRESSÕES – www.impressione.wordpress.com
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Aikidô, Voluntariado | Etiquetado: ABN, ABN AMRO Bank, Aikidô, Banco Real, Escola Municipal São Francisco de Assis, Guilherme Lemos, Instituto Escola Brasil, Leitura, Marcus Vinicius Andrade Brasil, Matemática, Multidisciplibar, PEB, Recreação, Trabalho Voluntário, Vinicius Brasil, Voluntariado |
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2 Julho 2008
O Aikidô (em japonês 合気道, transl. aikidō), é uma arte marcial criada no Japão nas décadas de 1920-40 pelo mestre Morihei Ueshiba (1883-1969), a quem os praticantes desta arte respeitosamente chamam Ô-Sensei (“grande mestre”) ou fundador (a expressão sensei quer dizer aquele que nasceu antes). Ueshiba concebeu o Aikidô a partir da sua experiência com dezenas de artes marciais, sendo as principais o daito-ryu aikijujutsu, com sensei Sokaku Takeda, o kenjutsu (técnica da espada) e o jojutsu (técnica do bastão curto), sendo outro de seus mestres Onisaburo Deguchi, líder da seita Oomoto-kyo, no Japão. Seus sucessores principais no Aikidô foram kishomaru Ueshiba (1921 – 1999) e Moriteru Ueshiba (1951), familiares que seguiram na difusão do Aikidô pelo mundo.
O termo Aikidô é composto por três kanji:
Ai : harmonia 合
Ki : energia 気
Dô : caminho 道
Em tradução livre, “caminho da harmonização das energias”.
O Aikidô baseia-se em movimentos fluidos e circulares. Além das técnicas de mãos vazias, os treinos também podem incluir armas: bokken (espada de madeira), jô (bastão curto) e ou tantô (faca de madeira) e rolamentos.
Na sua teoria espiritual, parte fundamental da luta, o Aikidô busca a harmonia dos seres com uma energia universal chamada Ki, comum as práticas zen e ao yoga. Este termo não tem uma tradução estrita para o português, podendo denotar diversos conceitos: respiração, sopro vital, espírito, energia ou intenção.
Nas aulas práticas, usa-se a didática do método repetitivo (reiterada repetição de uma mesma técnica), ao invés do método competitivo. O Aikidô é mais do que esporte, porque não busca objetivos relativos como o de uma competição, mas busca, isto sim, os valores absolutos que transcendem os desejos de glória pessoal.
Segundo mestre Ueshiba:
“O Aikidô não é uma técnica para lutar contra um inimigo ou derrotá-lo. É uma maneira de conciliar as diferenças que existem no mundo e fazer dos seres humanos uma família. Significa que o segredo do Aikidô é a busca da harmonia com o Universo, é tornar-nos unos com o Universo. Seus praticantes devem buscar esse entendimento por meio de treinamento diário“.
Onde treinar o Aikidô?
Em Natal/RN – www.aikidorn.com.br
Em João Pessoa/PB – www.aikidopb.com
Em Recife/PE – www.aikidope.com.br
Em Fortaleza/CE – www.aikidoceara.org.br
Conheça o site da Confederação Sul Americana de Aikidô: www.aikidokawai.com.br
Colaboração: Vinicius Brasil – Advogado – 2° Dan Aikikai.
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Aikidô | Etiquetado: Aikidô, Arte Marcial, Ô-Sensei, Bokken, Caminho, Daito-ryu Aikijujutsu, Dô, Energia, Harmonia, Japão, Jô, jojutsu, Kawai, kenjutsu, Ki, kishomaru Ueshiba, Morihei Ueshiba, Moriteru Ueshiba, Onisaburo Deguchi, Oomoto-kyo, Sokaku Takeda, Tantô, Ueshiba |
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2 Julho 2008
Poucas coisas na vida são tão difíceis quanto dar um nome, seja a alguém ou a alguma coisa. O Nome é o que designa, caracteriza ou individualiza o ser. Neste Blog não poderia ser diferente. Como batizá-lo com um nome que o caracterizasse de forma objetiva e tivesse correlação com seu conteúdo? E se o referido nome fosse restrição aos assuntos apresentados? E o pior, se fosse restrição ao público? Tarefa difícil. Assim, depois de muita reflexão surgiu o nome IMPRESSÕES (do latim IMPRESSIONE). Segundo o Dicionário Aurélio, Impressões são os “estados físicos e psicológicos resultantes da atuação de elementos ou situações exteriores sobre órgãos dos sentidos; por intermédio deles; ou sobre o corpo; ou sobre a mente; sensações”. Pois bem, os leitores destes ensaios poderão observar impressões semelhantes às suas ou não. Mas isso é o que menos importa, pois serão apenas impressões.
By IMPRESSÕES – www.impressione.wordpress.com
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Notícias | Etiquetado: Aikidô, Consumidor, Direito, Notícias, Voluntariado |
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