Livro Flexibilização do Direito do Trabalho no Brasil – Juíza do Trabalho Lygia Godoy

31 Outubro 2008

O Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região e a LTr Editora convidam para o lançamento do livro “A Flexibilização do Direito do Trabalho no Brasil – Desregulação ou Regulação Anética do Mercado?“, de autoria da juíza do Trabalho Lygia Maria de Godoy Batista Cavalcanti, Titular da 1ª Vara do Trabalho de Mossoró.


O evento está marcado para o próximo dia 07 de novembro (sexta-feira), às 17h30, no Espaço Cultural Bruno Pereira (Praça Azul) do TRT Potiguar.

 

O livro faz uma análise sobre o discurso da “flexibilização” propalada como remédio para resolver a questão do desemprego. Nele, a autora tenta desmistificar essa idéia e a idéia de que o Direito do Trabalho é a causa da crise da economia e do desemprego. A idéia de que o Direito do Trabalho prejudica o desenvolvimento econômico em razão da rigidez das normas trabalhistas é desmistificada, bem como o discurso de que o Direito do Trabalho está em crise (enquanto houver conflito entre o capital e trabalho o Direito do Trabalho estará vivo).

 

Além do lançamento no TRT-RN, o livro será lançado em Mossoró, onde a juíza atua como titular da 1ª Vara do Trabalho daquela cidade, e depois em Recife, na Livraria Cultura (Passo da Alfândega), no dia 28 de novembro, às 19h.

 

Prefácio

O livro é prefaciado por dois grandes Juristas brasileiros no ramo do Direito do Trabalho: o Ministro Francisco Fausto de Medeiros e o Doutor em Direito do Trabalho pela USP (Universidade de São Paulo), José Francisco Siqueira Neto.

 

Colaboração: www.trt21.jus.br


A Introdução de Armas no Aikidô – Por Phong Thong Dang E Lynn Seiser

30 Outubro 2008

Trecho do livro Aikido Weapon Techiniques

 

O Aikidô é uma arte marcial moderna não violenta, não competitiva. Ele coloca ênfase no desenvolvimento pessoa e espiritual, ao mesmo tempo em que preserva valores e aspectos tradicionais. O Aikidô também propicia habilidades de defesa eficientes e efetivas. O Aikidô é o caminho para a harmonia com a energia ou espírito do universo.

 

Inicialmente, o Aikidô apareceu com o objetivo de ser uma arte marcial usada para projetar oponente pelo uso do ataque. Muitas técnicas são realizadas na posição de tachi-waza (de pé) ou swari-waza (ajoelhado). O nage-waza (técnicas de projeção) do Aikidô é dinâmico e mostra-se sem esforço. O katame-waza (chave de junta, imobilização ou técnicas de imobilização) do Aikidô são dolorosos e exigem cooperação, concordância e submissão. Lamentavelmente, raramente se vê o buki-waza (técnicas de armas de madeira) ensinado ou demonstrado. As armas de madeira empregam e ilustram a mesma proficiência técnicas, as mesmas aplicações seqüenciais, e a mesma orientação conceitual, da mesma forma que as técnicas de mão-vazia. Algo que pode ser feito com a mão vazia pode ser feito com a arma de madeira.

 

O’Sensei Morihei Ueshiba (1883-1969), o fundador do Aikidô, pessoalmente treinou e praticou com armas de madeira. É sabido que ele, no meio da noite, recebia ensinamento do kamisama (espíritos). Ele observava outras escolas, estilos, ou sistemas de treino com armas e então adicionava seus conceitos únicos e movimentos para realizá-los dentro do caminho do Aikidô. Embora ser injusto e impreciso afirmar que o Aikidô utiliza-se das armas de madeira do mesmo modo que outras escolas, pode ser afirmado que outras escolas, estilos e sistemas estudados e observados por O’Sensei Morihei Ueshiba influenciaram sua incomparável adaptação das armas de madeira. No Aikidô, as armas de madeira são usadas para executar as técnicas e ilustrar os conceitos, elas não são vistas como separadas do corpo principal dos conceitos e técnicas do Aikidô.

 

Enquanto desenvolvia a arte do Aikidô, O’Sensei Morihei Ueshiba investigou e estudou aproximadamente duzentas artes marciais ou sistemas de jutsu. Daito-ryu aiki-jutsu é reconhecida como sendo a base para muitas técnicas desarmadas de Aikidô. Takeda Sensei (1859-1943), o fundador dessa arte, era um mestre esgrimista e especialista em armas que estudou diferentes sistemas de luta. As técnicas da Daito-ryu aiki-jutsu, contudo, análogas na aparência, não são as mesmas técnicas do Aikidô, devido à aplicação de O’Sensei Morihei Ueshiba do taisabaki (giro de corpo), irimi (entrada) e awase (união); sua aplicação e extensão do ki; e sua ênfase e foco no desenvolvimento espiritual e pessoal, além da marcial, combativa, ou efetividade e eficiência. O’Sensei Morihei Ueshiba agradeceu a ele ao lhe apresentar o verdadeiro Budô. Ele freqüentemente afirmava que o Aikidô é baseado na espada.

 

O’Sensei Morihei Ueshiba também estudou Yagyo Ken-jutsu, Hozon-so-jutsu (lança), e especialmente Kashima Shinto-ryu Ken-jutsu (que era um desdobramento do Katori Shinto-ryu). Na escola mais antiga de esgrima que O’Sensei Morihei Ueshiba prestou juramento de sangue, em 1937. Seu segundo filho, Kisshomaru Ueshiba (1921-1999), que mais tarde se tornou o primeiro Doshu, também teve um longo treino na Kashima Shinto-ryu Ken-jutsu. O’Sensei Morihei Ueshiba, então, observou seu filho treinar a técnica e a adaptou ao caminho ao aiki.

 

Embora o Aikidô possua essas raízes no treino de arma, muitos praticantes de Aikidô altamente qualificados despendem pouco ou nenhum tempo treinando diretamente com armas de madeira. Muitos sentem que em um mundo moderno, treinar com um bastão de madeira ou espada é antiquado e inútil. O fundador do Aikidô, Morihei Ueshiba, não estimulava o treino de armas na sua escola de Aikidô, conhecida como Hombu-Dojo. Hombu Dojo significa o “lar”, “quartel-general”, ou “escola principal” de treino. Correntemente o Hombu Dojo, estabelecido por O’Sensei, em Tóquio, Japão, e consagrado em janeiro de 1968 para a Aikikai Foundation perpetua suas técnicas, treino e visão de Aikidô. Portanto, não há um estilo do “Hombu” de luta de armas de madeira. Praticantes, nos primeiros dias do Hombu Dojo, assistem a aulas especiais ou seminários, ou tomam aulas particulares. Outros começam naturalmente a experimentar com armas de madeira eles mesmos. Muitos sentem as armas de madeira como secundárias para as técnicas de mão-vazia. O objetivo é usar as armas de madeira para ilustrar os princípios e os movimentos e treinar as técnicas de Aikidô contra elas, em vez de realmente ter um estilo de luta de armas separado e específico. Entretanto, O’Sensei Morihei Ueshiba sustentava os treinos de armas no Dojo de Iwama, sob a direção de Saito Sensei (1928-2002). Foi lá que os treinos de armas de Aikidô tornaram-se conhecidos como Iwama-ryu ou Aiki-ken e Aiki-jo, como um estilo um tanto distinto.

 

Sensei Phong Thong Dang

 

Sensei Phong Thong Dang detém um ryokuba (sexto grau de faixa preta) em Aikidô, um sexto Dan em Tae-Kwon-Do, um quinto Dan em Judô, e um oitavo Dan no Kung Fu Shaolin do Vietnam. O Salão da Fama das Artes Marciais Mundiais indicou Phong Sensei duas vezes, uma por sua especialidade em Aikidô, e outra vez por sua vida de dedicação às artes marciais, por mais de cinqüenta anos.

 

Tradução: Marcos José do Nascimento.

 

Colaboração: Marcos José do Nascimento – 1° Kyu (Faixa-Marrom) de Aikidô da Academia Central de Aikidô de Natal


Mais uma apresentação de Flores de Amor – Peça Espírita em Natal/RN

29 Outubro 2008

 

O Grupo Persona de Teatro Espírita apresenta, mais uma vez, a peça FLORES DE AMOR. Será no TCP – Fundação José Augusto. O apoio é da Federação Espírita do RN – FERN. Realização: SECA.

 

DATA: 07 de novembro de 2008

REALIZAÇÃO: Sociedade Espírita de Cultura e Assistência – SECA

APOIO: Federação Espírita do RN – FERN

INSCRIÇÕES: DIJ da sua Casa Espírita

 

Informações:

Telefone: (84) 3211-8518

E-mail: grupopersona@yahoo.com.br

 

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A cantora Roberta Sá está concorrendo ao Grammy Latino

29 Outubro 2008

A cantora potiguar ROBERTA SÁ está concorrendo ao Grammy Latino na categoria “Mejor Nuevo Artista”. A votação está ocorrendo no Site La Musica.com

 

Para votar em Roberta Sá acesse o endereço:

http://lamusica.com/latingrammy/general.php


Escolha no menu Categorias a opção “Mejor Nuevo Artista”, logo no início da página, depois clique no link “Vota por tu favorito!” e finalmente em “VOTA”.

 

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DOMÉSTICOS: Para ter proteção previdenciária é preciso contribuir mensalmente

27 Outubro 2008

Tão importante quanto o emprego, a contribuição para a Previdência Social garante ao trabalhador doméstico a renda para o momento em que não puder trabalhar, seja por doença, invalidez ou idade. Para ter direito aos benefícios previdenciários, basta estar inscrito no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e manter as contribuições em dia. É considerado empregado doméstico aquele que trabalha na residência de uma família, que não exerce atividade lucrativa, inclui além do doméstico, a governanta, o cozinheiro, o copeiro, a babá, o enfermeiro, o jardineiro, o motorista particular e o caseiro, entre outros. O diarista nessas ocupações não é considerado empregado doméstico.


Inscrição – Para fazer a inscrição do empregado doméstico na Previdência Social, e obter o Número de Inscrição do Trabalhador (NIT), basta telefonar para a Central 135 ou acessar a página na internet (www.previdencia.gov.br), no item serviços. É preciso o número da identidade ou da certidão de nascimento ou casamento, a Carteira de Trabalho e o CPF. O empregador deve pagar todo mês, em qualquer banco, a Guia da Previdência Social (GPS), utilizada para recolhimento da contribuição feita em nome da empregada. Os benefícios devem ser solicitados nas agências da Previdência Social, mas antes é preciso marcar data e hora pelo telefone 135. O salário-maternidade, a pensão por morte e o auxílio-doença podem ser solicitados também pela internet (www.previdencia.gov.br).

 
Para isso, o empregado doméstico deve apresentar alguns documentos específicos para cada tipo de benefício, além da carteira de identidade ou certidão de nascimento ou casamento, carteira de trabalho, título de eleitor, CPF, PIS/Pasep/NIT. Para saber os documentos para cada tipo de benefício, ligue também para 135 ou acesse o site. A ligação é gratuita, se feita de um telefone fixo ou público, e custa o preço de uma ligação local, se feita de celular.


Direitos - Para ter direito aos benefícios, além da inscrição no INSS, em alguns casos é preciso um número mínimo de contribuições mensais, chamado período de carência. O auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez, por exemplo, exigem carência mínima de 12 contribuições. Não há carência para o pagamento de pensão por morte e auxílio-reclusão, serviço social, reabilitação profissional, salário maternidade, auxílio-doença e aposentadoria por invalidez nos casos de acidentes de qualquer natureza, ou se for acometido da lista de doenças previstas pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério da Previdência Social (Portaria Interministerial 2.998/01).


No entanto, também é preciso alertar que se o trabalhador perder a condição de segurado (deixar de contribuir), deverá ter no mínimo quatro meses de contribuição para recuperá-la. O empregado doméstico perde a qualidade de segurado após 12 meses sem contribuir, se tiver até 120 contribuições mensais (dez anos).Esse prazo é prorrogado por mais 12 meses se o empregado doméstico tiver mais de 120 contribuições, sem ter perdido a qualidade de segurado. O período de carência é contado a partir do pagamento da primeira contribuição sem atraso, não sendo consideradas para este fim as contribuições recolhidas com atraso.

 

Aposentadoria – Para ter direito à aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição, o empregado doméstico também deve ter um mínimo de 180 contribuições mensais (15 anos), no caso dos inscritos a partir de 25 de julho de 1991. Para inscritos antes dessa data, é preciso observar a tabela progressiva, que acrescenta seis meses de contribuição a cada ano. Em 2008, a carência é de 162 contribuições (13,5 anos). É possível, também, se aposentar por tempo de contribuição proporcional. Para esse tipo, o segurado deverá verificar o tempo de serviço que faltava em 16 de dezembro de 1998 para completar 30 anos de contribuição (homem) e 25 anos (mulher). A esse tempo é preciso adicionar 40%, mas para ter direito é preciso ter no mínimo 53 anos (homem) e 48 anos (mulher). Para a aposentadoria integral é necessário comprovar 35 anos de contribuição (homem) e 30 anos (mulher), sem limite de idade.


Benefícios - Além das aposentadorias por idade e tempo de contribuição, o empregado doméstico têm direito à aposentadoria por invalidez, quando a perícia médica do INSS considera o empregado total e definitivamente incapaz para o trabalho, seja por doença ou acidente de qualquer natureza; auxílio-doença, se o empregado ficar doente ou sofrer acidente de qualquer natureza; salário maternidade para o período que ficar afastada do trabalho, com duração de 120 dias; auxílio reclusão, pago à família do empregado doméstico que, por qualquer razão, for preso; e pensão por morte, pago ao dependente (marido, mulher, companheiro ou filho não emancipado, menor de 21 anos, pai e mãe, ou irmão não emancipado, menor de 21 anos, nessa ordem). No caso do empregado doméstico, o auxílio-doença envolve também acidentes, mesmo os ocorridos fora do ambiente de trabalho.

 
A Inscrição pode ser feita pelo telefone 135 ou pela internet

 

Informações para a Imprensa:

Marcos Nunes

 

Colaboração: www.previdencia.gov.br


Segundo Turno das Eleições Municipais de 2008 – Locais de Votação

24 Outubro 2008

Haverá segundo turno no seu município em 26/10/2008? Você já sabe onde irá votar? Acesse o link abaixo e veja se sua seção eleitoral mudou de local. Serviço prestado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

 

Acesse: http://www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/consulta_blank.htm

 

Colaboração: www.tse.gov.br


OAB-MS apura denúncias sobre “lista negra” de advogados

24 Outubro 2008

Será marcação?

 

O presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Mato Grosso do Sul, Fábio Trad, recebeu denúncia e mandou instaurar processo para apurar reclamações de que bancos e outras instituições financeiras estariam “negativando” nomes de advogados e outros profissionais do Direito que promovem ou promoveram ações revisionais de contratos de financiamentos, para si, ou no caso de advogados, para clientes.

 

Trad afirmou que, em se comprovando tal ilegalidade, serão tomadas medidas judiciais contra as instituições responsáveis pela prática denunciada, informando-se, inclusive, ao Conselho Federal da OAB.

 

A denúncia foi feita pelo advogado João Arruda Brasil Neto, afirmando que tal prática de negativação tem feito com que profissionais não consigam mais obter financiamentos de veículos e outros bens, em nenhuma das instituições, no território nacional. Ainda conforme o advogado, a restrição não se dá em virtude de consulta ao Serasa ou SPC, mas pelo fato de os advogados terem ingressado com, às vezes, uma única ação revisional de contratos de financiamentos para si ou para seus clientes.

 

Colaboração: www.oab.org.br


Técnicas de Armas do Aikidô – Por Phong Thong Dang E Lynn Seiser

23 Outubro 2008

Trecho do Livro – Aikido Weapon Techiniques.

 

A mística do uso de armas japonesas aparece no Kojiki, ou histórias lendárias do Japão antigo. O guerreiro feudal japonês era chamado de bushi, porém mais tarde se tornou comumente conhecido como samurai (significando “para servir”), o Período Muromachi (1392-1573). A profissão do bushi era o Bugei, ou artes marciais. Bugei, sistemas de artes marciais combativas efetivas, eram conhecidas pelo sufixo jutsu. Elas se desenvolveram sistematicamente por volta do século X, através da disciplina do treino tradicional vigoroso, para o único propósito da proteção do grupo. As artes marciais incluíam a arte de luta armada e desarmada, como também artes de camuflagem e ilusão, amarração, caminhada rápida e corrida, salto, escalada, esquiva, natação, fortificação, posicionamento estratégico, artilharia e tiro. Dentre dessas artes marciais de armas ou armadas estavam o Kyu-jutsu (arco e flecha), So-jutsu (lança), Gekikan-jutsu (esfera e corrente), Shuriken-jutsu (lançamento de lâmina), Jutte-jutsu (cassetete de metal), Tessen-jutsu (leque de ferro), Tetsubo-jutsu (bastão de ferro), Sodegarami-jutsu (trave pontuda), Sasumata-jutsu (forcado) e Juken-jutsu (baioneta). As armas mais comuns eram o Ken-Jutsu (esgrima ofensiva), Iai-jutsu (esgrima defensiva), Bo-jutsu (bastão longo de madeira) e Jo-jutsu (bastão curto de madeira) (Draeger e Smith, 1969, p. 83).

 

O código de ética moral do bushi, padrões morais, filosofia e consciência nacional, era o Bushidô, “o caminho do guerreiro”. Muitos reconhecem três estágios do Bushidô, Bushidô Marcial do século XI, Bushidô reformado, do século XVIII, e o moderno Bushidô do Século XIX (Random, 1977, p. 36-37). A essência do Bushidô repousa na justiça, coragem, benevolência, cortesia, honestidade, honra e lealdade (Draeger e Smith, 1969, p. 88-89). A função do samurai está presa ao conceito central do giri, ou responsabilidade. Para estar a serviço de seu senhor, o samurai seguia a responsabilidade e a obrigação de seu status, treinando para ser o melhor guerreiro, soldado, guarda-costas e protetor, possível. Os onze volumes do Hagakure, completados em 1716, são um clássico do Bushidô. A presença e aceitação da morte eram o tema central. Embora idealizada e romantizada, a vida do samurai era de auto-sacrifício, solidão, perigo, e, inevitavelmente, morte (com honra, era esperado).

 

O estilo de vida de um bushi era de um guerreiro em meio a guerras e luta. Mais tarde, o estilo de vida do samurai transformou-se passando a servir de outras maneiras, também. Ambos: períodos e modos de vida seguiam as linhas de direção do Bushidô e tornaram-se conhecidos como Budô. As artes do Dô desenvolveram-se dos sistemas do Jutsu, começando no século XVIII. Elas foram relacionadas com “objetivos mais elevados”, disciplina espiritual e ambos: auto-perfeição mental e física (Draeger e Smith, 1969, p. 90-91). As artes do Jutsu são sistemas de aplicação efetivos da prática eficiente de luta e combate. As artes do Dô são orientadas na direção do desenvolvimento pessoal e espiritual, através do treino físico. Aiki-jujitsu desenvolveu-se dentro do Ken-jutsu e Iai-jutsu desenvolveu-se dentro do Iai-dô, Kendô e Aiki-ken. Jojutsu desenvolveu-se dentro do Aiki-jô. Aikidô é uma arte moderna no verdadeiro sentido do Budô tradicional.

 

Pode ser afirmado que o Buki-waza do Aikidô, ou técnicas de armas, originam-se das técnicas de “mão vazia”, e que as técnicas de mão vazia originam-se das armas. As duas, contudo freqüentemente pensadas como muito diferentes, são muito interrelacionadas e interdependentes uma da outra. Nenhum sistema de mão-vazia é completo sem o treino de armas, e nenhum sistema de armas é completo sem conhecer como lutar com mãos vazias.

 

Sensei Phong Thong Dang

 

Sensei Phong Thong Dang detém um ryokuba (sexto grau de faixa preta) em Aikidô, um sexto Dan em Tae-Kwon-Do, um quinto Dan em Judô, e um oitavo Dan no Kung Fu Shaolin do Vietnam.

 

Tradução: Marcos José do Nascimento.

 

Colaboração: Marcos José do Nascimento – 1° Kyu (Faixa-Marrom) de Aikidô da Academia Central de Aikidô de Natal

 

 

By IMPRESSÕES: www.impressione.wordpress.com


Preço da infidelidade – Mulher que foi traída pelo marido deve ser indenizada

22 Outubro 2008

 

A mulher que for traída e provar que isso lhe trouxe sofrimento e humilhação tem o direito de ser indenizada por danos morais. Este foi o entendimento do juiz da 3ª Vara de Família de Campo Grande, Luiz Cláudio Bonassini da Silva, que condenou o marido a pagar R$ 53,9 mil para mulher por ter mantido relações extraconjugais.

 

“Apesar de conturbada, a convivência do casal estendia-se por mais de 30 anos, e gerou dois filhos, merecendo, com certeza, final mais digno”, afirmou o juiz.

 

Consta nos autos que, em razão do comportamento estranho do marido, a autora da ação começou a investigá-lo. Descobriu que ele mantinha casos extraconjugais e, em um deles, teve uma filha, que hoje tem 24 anos. O marido contestou dizendo que a mulher já sabia da existência dessa filha e havia aceitado a situação, inclusive perdoado.

 

Um laudo psicológico demonstrou que a autora da ação sofreu grande angústia, ansiedade e depressão relativa à decepção e desgostos que vivenciou na relação conjugal. No depoimento, a mulher ressaltou que era para ter se separado antes, mas não o fez porque seu pai prezava muito a família e a impediu. O pai dela morreu em 2004.

 

Para julgar o mérito da indenização, o juiz tomou como base o Código Civil, que autoriza a indenização por danos morais em caso de lesão aos direitos da personalidade, consagrados pela Constituição Federal, que inclui o direito da dignidade da pessoa humana. Ele afirmou que, por se tratar de pedido de indenização por danos morais entre cônjuges, é necessário que o fato tenha sido determinante para o fim da sociedade conjugal, por tornar insuportável a vida em comum.

 

Colaboração: www.conjur.com.br


Aikidô – Técnicas Básicas – Kihon Wasa – Por Morihiro Saito Shihan

21 Outubro 2008

A importância de uma sólida compreensão das técnicas básicas não pode ser deixada de lado. Muitas escolas de Aikidô ensinam principalmente Ki no Nagare, ou seja, técnicas com fluidez de Ki. Neste tipo de treinamento, as técnicas são executadas a partir de um movimento inicial dispensando totalmente a prática básica onde você permite ser agarrado firmemente. Este tipo de prática pré-arranjada é bem sucedida somente quando ambos os parceiros cooperam completamente. Problemas ocorrem, no entanto, quando estudantes acostumados somente com este tipo de treinamento são confrontados com um oponente forte e não cooperativo. Treinando-se somente Ki no Nagare fica-se totalmente despreparado para a força e ferocidade de um ataque real.  Os ataques fracos e não diretos realizados neste tipo de treinamento são comuns no moderno Aikidô, no entanto este modo de treinamento é totalmente contrário aos princípios marciais ensinados pelo fundador.

 

Aqueles que praticam as técnicas básicas, opostamente àqueles que treinam exclusivamente as técnicas em Ki no Nagare, aprendem como lidar progressivamente com ataques fortes. A fim de realizar isto, você deve estar certo de que quando estiver agarrando seu parceiro de treinamento, esteja fazendo-o firmemente e com uma real intenção. Se seu parceiro é incapaz de mover-se, então diminua a força de seu ataque até que ele ou ela seja capaz de executar uma técnica apropriada. Sempre regule a intensidade de seu ataque ao nível de seu parceiro.

 

No treinamento básico, todas as técnicas começam a partir de um Hanmi, ou postura preparatória. O Hanmi no Aikidô é uma postura triangular com o pé da frente voltado para frente e o pé de trás perpendicular ao frontal e voltado para o lado. A capacidade de mudar de posição rapidamente mantendo-se estável e girando os quadris completamente, depende de um apropriado Hanmi. As duas posições mais comuns são: Gyaku Hanmi (posição invertida) e Ai Hanmi (posição igual). Em Gyaku Hanmi você e seu parceiro têm os pés opostos a frente, enquanto que em Ai Hanmi ambos têm o mesmo pé a frente. Esta distinção é muito importante e, na maioria das vezes, o sucesso na execução das técnicas do Aikidô dependerá de iniciá-las no Hanmi apropriado.

 

Uma deficiência comum no treinamento de hoje é a falta da prática dos Atemi, ou ataques em pontos vitais. Os Atemi são usados para enfraquecer ou neutralizar um ataque do oponente para criar-se assim uma situação favorável na qual se pode executar uma técnica. Em muitas situações é virtualmente impossível desequilibrar um oponente forte, suficientemente para aplicar uma técnica sem recorrer-se ao Atemi. Aqueles que afirmam que o uso de tais ataques (executados com o intuito de tirar atenção do oponente do objetivo principal da técnica) é muito violento ou “não é Aikidô” ignoram os conceitos do Aikidô ensinados pelo fundador que dava grande ênfase sobre a necessidade de tais movimentos durante o treinamento. Os Atemi são uma parte essencial das técnicas básicas e também avançadas, e não devem ser omitidos de sua prática.

 

O fundador sempre iniciava as sessões práticas com os exercícios de Tai no Henko e Morote Tori Kokyo Ho. Ele terminava cada prática com o treinamento de Suwari Waza Kokyu Ho. Os exercícios de Tai no Henko constituem a base dos movimentos Ura, ou movimentos girando, e os dois Kokyu Ho, ou métodos de respirar, ensinam como respirar corretamente, a coordenação apropriada do corpo e como estender o Ki intensamente.  

 

No treinamento do Aikidô nós abrimos nossos dedos para estender o Ki através dos braços. Abrir os dedos é uma forma de aprender as técnicas básicas, um treinamento que permitirá a você executá-las sem usar qualquer força. Abrindo os dedos quando seu pulso é subitamente agarrado torna-o mais grosso, e dá a você uma vantagem. Para aqueles aprendendo defesa pessoal é dito para abrirem seus dedos quando agarrados porque o braço torna-se difícil de segurar.

 

O Ki é algo adquirido naturalmente através da correta prática dos fundamentos básicos.  Se você se preocupar de mais com o Ki, você será incapaz de mover-se. O Ki se manifestará por si mesmo naturalmente se você estiver treinando corretamente. Uma vez que você tenha desenvolvido o Ki, este fluirá livremente através de suas mãos mesmo quando seus dedos estiverem relaxados.

 

O fundador considerava as técnicas de Ikkyo até Sankyo como sendo movimentos preparatórios ao Aikidô. No Ikkyo você treina seu corpo; no Nikyo você “dobra” seu pulso para dentro estimulando e fortalecendo as juntas; no Sankyo você move seu pulso para fora na direção oposta.  Através da prática destas técnicas, você desenvolve um corpo capaz de derrotar um inimigo com um único golpe. Estas técnicas básicas são sua preparação, e o treinamento nas técnicas do Aikidô começa através delas.

 

Outra parte essencial do treinamento dos fundamentos do Aikidô é o domínio da entrada e dos movimentos de giro.  Se você decide avançar, você deve avançar totalmente. Se você decide girar para trás deve fazê-lo completamente. É difícil avançar depois de desviar um golpe, a menos que você possua uma vantagem em força. Portanto, gire sempre que necessário, como quando estiver em uma situação onde você seja incapaz de bloquear. A prática de técnicas girando é também necessária para se aprender como mover-se livremente.

 

Recentemente, o Termo “Takemussu Aiki” tem sido usado bastante livremente, porém parece que poucas pessoas compreendem seu significado. Takemussu Aiki  refere-se a um estado onde técnicas nascem infinitamente como resultado do estudo dos princípios do Aikidô. No treinamento do Aikidô – que inclui técnicas de mãos vazias, Aiki Ken e – é importante fazer claras distinções. Estas incluem as distinções entre Ikkyo e Nikyo, Omote e Ura, técnicas básicas e Ki no Nagare, e técnicas aplicadas (Oyowaza). Em uma recente viagem à Itália, experimentei executar tantas técnicas quanto podia. Concentrando-me apenas sobre as técnicas básicas, Ki no Nagare, variações e técnicas aplicadas, acabei por realizar mais de 4 centenas de técnicas, e estou certo de que o número teria subido para mais de 6 centenas caso tivesse incluído técnicas partindo da posição sentada, Hanmi Handachi (Atacante em pé, defensor sentado), e técnicas de contra-ataque.

 

Não importa quão esplendidamente as pessoas escrevam sobre Takemussu Aikidô, eles devem ser capazes de executar estas maravilhosas técnicas por si mesmas, se eles estão sendo considerados como professores. Se vocês continuam a praticar assiduamente de acordo com o método tradicional, alcançarão o estágio onde serão capazes  de executar um número infinito de técnicas desde as básicas até as mais avançadas. 

 

Tradução: Rubens Caruso Jr.

 

Colaboração: www.aikidonovaera.com.br


Resultado da VIII Mostra Cultural da Escola Municipal São Francisco de Assis – Natal/RN

20 Outubro 2008

 

Sucesso. Esta é a palavra para dar nome ao resultado da VIII Mostra Cultural da Escola Municipal São Francisco de Assis ocorrida nos dias 17 e 18 de Outubro do corrente ano. Salas de Literatura, Poesia, Instalações Culturais e apresentações do tipo permearam este final de semana. A Mostra Cultural também foi palco para as comemorações ao Dia do Professor com um belo almoço.

 

Inúmeros visitantes compareceram à Mostra Cultural. Presenças ilustres como a da Secretária de Educação do Município de Natal, a Sra. Profa. Justina Iva, e dos Representantes do Banco ABN AMRO Bank/REAL, patrocinadores do Projeto do Aikidô, foram registradas.

 

Repercussão do Projeto do Aikidô na Mostra Cultural

 

O Projeto do Aikidô já faz parte do dia-a-dia da Escola Municipal São Francisco de Assis. No sábado dia 18/10/2008, 10h, todos já aguardavam ansiosos a apresentação de um treino com os 14 alunos convidados, e que no final das contas passaram para 20. O espaço foi concorrido, tanto dentro quanto fora do tatame. A Secretária de Educação assistiu parte do treino e aprovou a idéia das equipes do projeto e da escola em oferecer mais esta opção aos alunos e às crianças das redondezas.

 

Atualmente o Projeto do Aikidô assiste 30 (trinta) crianças, tem uma lista de espera de mais da metade destes participantes, e certamente, após este evento, será ampliada.

 

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Aulas para crianças no Tensei Dojo – Aikidô na Serra Gaúcha – RS

17 Outubro 2008

O texto que segue retrata um treino de Aikidô voltado para crianças. O Tensei Dojo fica no Rio Grande do Sul, mas a experiência que lá se observa se repete em qualquer canto do país em que algum faixa-preta se atreva a dar treino de Aikidô para crianças. A dificuldade é tamanha. Indisciplina inicial, inquietude, agressividade, dentre outras péssimas atitudes é lugar comum no início dos trabalhos, mas o resultado é de gratificação imensurável. Após poucos encontros a forma de se portar das crianças já muda, a atenção e a curiosidade se instalam e logo se observa a evolução pessoal de cada uma. No Rio Grande do Norte não é diferente, o Projeto Aikidô – já tratado neste blog e que funciona na Escola Municipal São Francisco de Assis, em Natal/RN – é testemunha desta mesma situação que foi apresentada no Rio Grande do Sul. No início a inquietude, com o passar do tempo a descoberta do novo e a evolução. Pois é… criança é criança e Aikidô é Aikidô.

 

Segue o texto:

 

A primeira coisa que se pede de uma criança que está chegando ao Dojô, é que ela tire os sapatos e os troque por chinelos. Entrando no tatame, ela é instruída a colocar os chinelos ao lado do tatame,  apontando para o lado de fora.

 

O hábito de tirar os sapatos ao chegar vem do Japão, e tem significados muito mais profundos do que a higiene simplesmente. Entre outros pontos, diferencia o exterior do interior, e não se traz para o interior as coisas negativas do exterior. Um ditado Zen diz que se você não consegue, ao menos, alinhar seus sapatos, será muito difícil encontrar a harmonia no mundo em torno de você.

 

Antes dos treinos, um tempo livre é deixado às crianças no tatame. E o que se vê são crianças brincando. Correm muito, se agarram, os menores provocando os maiores,  eventualmente jogam futebol, brincam de lutinhas, discutem, um ou outro fica emburrado, chorando num canto.

 

Às palavras “Vamos alinhar”, do instrutor, muitas coisas se seguem. Várias crianças estão completamente suadas, dogis abertos, calças caindo e faixas por amarrar. Um tempo é dedicado então, pelo instrutor a ajudar a alinhá-las. Quando isso está pronto, uma criança pede para tomar água. Outra pede para ir ao banheiro. Não se permite a saída durante o treino para ir ao banheiro ou tomar água, elas sabem que a hora é agora. Mais um tempo é concedido para essas necessidades.

 

Agora estão todos alinhados, prontos para o cumprimento ao Fundador, um dos menores está virado de costas, por alguma estranha razão ele insiste em cumprimentar para o outro lado. Dois dos maiores começam a discutir um assunto qualquer, que parece muito importante. O aluno mais antigo chama os outros, manda-os ficarem quietos. O instrutor chama todos: vamos cumprimentar, seiza!

Finalmente, o cumprimento é feito para o fundador e entre crianças e instrutor.

 

O instrutor começa o alongamento, as reclamações de dores começam, todos conseguem ir acompanhando, o instrutor vai constantemente chamando a atenção de um e outro. Treino de giros e deslocamentos, os mais experientes conseguem acompanhar, um garoto menor chora, diz que não consegue fazer. Um aluno mais antigo se coloca ao lado dele, e tenta ensiná-lo. O menino pára de chorar. Treinar rolamentos, o grande momento: é sempre um desafio conseguir rolar mais alto, sem se machucar. Os menores querem imitar os maiores, o instrutor os acalma, os maiores rolam com energia, sem medo, e pedem constantemente ao instrutor: Sensei, sensei, está certo assim?

 

O instrutor mostra um movimento de Aikidô e pede que todos chamem um parceiro para treinar. As duplas se formam, crianças habituadas a treinar umas com as outras chamam sempre os mesmos parceiros. Um garoto sobra, senta num canto, diz que não quer treinar. Um dos maiores percebe e vai chamá-lo, depois de alguma conversa, estão treinando juntos. Crianças que estão vindo pela primeira vez ficam tímidas, e os mais antigos vão chamá-las para treinar e tentam, com muito afinco, explicar os movimentos e ajudá-las. Eventualmente, elas se cansam e pedem para fazer outra coisa, porque isso está chato.

 

Um novo movimento é mostrado, e o instrutor pede que se troque de parceiros, treinar com alguém que nunca treina. Novas tentativas, outro garoto sobra. O instrutor o ajuda a encontrar uma dupla. Procurando interferir o mínimo possível no inter-relacionamento das crianças, o instrutor espera ser realmente necessária sua intervenção.

 

Eventualmente, o instrutor inicia treino com bastões (Jô). Todos gostam, fazem movimentos imitando lutas vistas em filmes. O instrutor pede que todos se afastem uns dos outros, para não se machucarem. Os movimentos mostrados são facilmente assimilados por algumas crianças, enquanto outras têm muita dificuldade, mas continuam tentando, estimulados pelo que os colegas estão fazendo. Aos poucos, o treino vai silenciando, todos muito concentrados descobrindo os movimentos com o bastão. Depois de algum tempo, um dos menores cansa, senta e diz que dói o braço.

 

O instrutor pede que todos guardem o bastão, e sugere um jogo. Entusiasmadas, as crianças se dividem em grupos, fazem as regras, e solicitam ao instrutor que seja o juiz.

 

Hora de terminar, o instrutor diz “Alinhar”, alguns reclamam, querem mais brincadeiras, sentam, conversam, um mais apressado sai correndo para pegar os chinelos. O instrutor chama a todos, pede silêncio, de novo o garoto menor se vira para o outro lado para cumprimentar, o instrutor o chama de volta. Finalmente, todos quietos e alinhados, cumprimentos ao Fundador e entre o instrutor e as crianças. Alguns correm para o banheiro, outros para tomar água, outro vê seu pai chegando para buscá-lo e reclama que é muito cedo, alguns querem brincar mais no tatame. Outro sai correndo, coloca os sapatos, e quando chega à porta, lembra de algo, volta correndo, abana e diz “tchau, Sensei.”

 

Esse é um retrato de um treino infantil de Aikidô no Tensei Dojô. Sutilmente, noções de cooperação são reforçadas, a boa convivência é estimulada, e crianças aprendem Aikidô brincando, sem perceber. Não havendo competição no Aikidô, as crianças se sentem livres para serem o que são e para ajudar umas às outras. Naturalmente solidárias, as crianças encontram um ambiente onde podem exercer essa qualidade livremente.

 

Artes marciais inteligentes deveriam fazer parte do currículo de toda escola. As noções de disciplina, respeito, concentração ajudariam muito a recuperar valores que estão se perdendo, cada vez mais rápido, na educação das crianças. Professores não conseguem manter a atenção dos alunos, está cada vez mais difícil ensinar, pois ninguém mais tem coragem de disciplinar, sob risco de perder o emprego de professor.

 

A capacidade de:

- agüentar frustrações;

- continuar treinando, um dia treino bom, noutro dia treino ruim;

- resolver os problemas com seu colega durante o treino, sem esperar pela ajuda do professor, dos pais;

- aprender a se controlar, física e emocionalmente;

- superar a sede, o calor, a vontade de ir ao banheiro;

- respirar, concentrar-se e executar os movimentos;

 

Estes são alguns pontos do aprendizado das artes marciais inteligentes. Alguém pode negar que isso ajudaria a formar profissionais melhores qualificados, pessoas mais felizes emocionalmente, capazes de interagir com o mundo de maneira positiva?

 

Colaboração: www.aikidoserragaucha.com.br 


12ª Semana Espírita de Ponta Negra – Natal/RN

16 Outubro 2008

 

De 27 de Outubro a 1° de Novembro de 2008, no bairro de Ponta Negra, Natal/RN, ocorrerá a 12ª Semana Espírita de Ponta Negra. O tema abordado neste evento será O ESPIRITISMO E ATUALIDADE. O local será no Centro Espírita Irmãos do Caminho, Rua Praia de Muriú, 9.150, Ponta Negra. ENTRADA FRANCA. Telefone para contato: (84) 3236-3489.

 

SEGUE A PROGRAMAÇÃO:

A partir das 19h30 – Auditório do CEIC, Ponta Negra

 

Segunda-Feira – 27/10

Momento Artístico: Rômulo Tavares

Doação de Órgãos e suas Conseqüências Espirituais. CLÓVIS NUNES (BA)

 

Terça-Feira – 28/10

Momento Artístico: Grupo Canto de Paz

A Pedagogia de Jesus nos Tempos Atuais. SANDRA BORBA (RN)

Células-tronco: biologia, renascimento e evolução. CLÓVIS NUNES (BA)

 

Quarta-Feira – 29/10

Momento Artístico: Grupo de Canto Harmonia

Aborto: direito ou violência? MÉRCIA CARVALHO (RN)

Conflitos Existenciais. LUIZ CLÁUDIO (MG)

 

Quinta-Feira – 30/10

Momento Artístico: Coral Crianças do Arenã

Pesquisas com Embriões Humanos – Um aborto precoce. CLÉBER COSTA (RN)

A reencarnação e os desafios do mundo moderno. LUIZ CLÁUDIO (MG)

 

Sexta-Feira – 31/10

Momento Artístico: Coral Paco Horo

Depressão e Obsessão: a terapêutica espírita. HÉRCULES BRUNO (RN)

Espiritismo e Atualidade. ADENAUER NOVAES (BA)

 

Sábado – 01/11

Momento Artístico: Coral da Creche Escola do Caminho

Verdades Ignoradas da Vida de Jesus. LISZT RANGEL (PE)

 

Colaboração: www.irmaosdocaminho.org.br


Direito do Consumidor – Dano Moral – Banco do Brasil

15 Outubro 2008

 

O Banco do Brasil foi condenado ao pagamento de indenização por danos morais, no valor de 6 mil reais, os quais deverão ser repassados a um morador do município de Santa Cruz, que teve o nome usado por terceiros para a realização de débito, fato que gerou a negativação no rol de inadimplentes do Serviço de Proteção ao Crédito.

 

O autor da ação, que foi julgada em primeiro grau pela Vara Cível da Comarca de Santa Cruz, alegou, nos autos, que, em junho de 1999, teve os documentos pessoais furtados e utilizados pelo fraudador na contratação de serviços prestados pela instituição financeira, a qual reclamou o pagamento de débitos contraídos, os quais não foram autorizados.

 

No entanto, o banco moveu Apelação Cível (n° 2008.007398-0), junto ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, sob a alegação, entre outros pontos, de que a conduta de abrir a conta-corrente obedeceu à rotina normal do comércio bancário e aos ditames do Banco Central. Argumentou também que os empregados não são agentes cartorários e nem peritos especializados, capazes de identificar documentos fraudados e que é o maior prejudicado, “pois foi quem forneceu o crédito”.

 

No entanto, o relator do processo no TJRN, Juiz Nilson Cavalcanti (convocado), definiu que cabe aos estabelecimentos bancários o dever de zelar pelo patrimônio dos correntistas e ao ocorrer a abertura de conta-corrente com documento falso, fica evidenciada a negligência do banco no cumprimento desse dever, “que, conseqüentemente, o obriga a ressarcir os danos materiais e morais, eventualmente sofridos pelo cliente”, destaca o magistrado.

 

A decisão também levou em conta o artigo o artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor, o qual registra a instituição financeira inserida no conceito de prestadora de serviço, sendo a responsável objetivamente pelos prejuízos e danos causados ao consumidor.

 

“Logo, basta que se comprove o nexo causal entre o ato perpetrado pela instituição bancária e o conseqüente dano oriundo desta conduta para que surja o dever de indenizar o lesado, sem que seja necessária qualquer investigação acerca do elemento culpa”, completa o juiz Nilson Cavalcanti.

 

Colaboração: www.tjrn.jus.br


Mostra Cultural da Escola Municipal São Francisco de Assis – Natal/RN

14 Outubro 2008

Sexta (17/10) e Sábado (18/10), na Escola Municipal São Francisco de Assis, bairro de Nazaré, Natal/RN, ocorrerá a tão esperada Feira de Ciências e Cultura. Haverá apresentação de trabalhos dos alunos – individuais e em grupo – em diversas áreas das ciências e da cultura. Como não poderia ser diferente, os voluntários do Projeto do Aikidô também estarão prestigiando o evento.

 

Assim, sábado – 18/10/2008 – por volta das 10h da manhã, os Voluntários do Projeto Aikidô e 14 componentes do grupo dos alunos participantes do Projeto irão, em forma de treino, fazer uma apresentação – com demonstração de alongamentos e técnicas – aos visitantes. Todos estão convidados.

 

Retrospectiva do Projeto do Aikidô

 

O Projeto do Aikidô nasceu dia 28/06/2008 como trabalho voluntário multidisciplinar em prol das crianças da Escola Municipal São Francisco de Assis, em Natal/RN. O projeto consiste em Laboratórios de Leitura, Reforço de Matemática, Prática de Aikidô e Recreação. A equipe é composta pela Sra. Silvia Regina, Funcionária Pública; Sr. Franklin, Técnico em Segurança do Trabalho; Sr. Guilherme Lemos, Estudante e o Sr. Vinicius Brasil, Advogado. Os encontros são semanais aos sábados, das 08:00h às 11:30h.

 

Além dos Voluntários, Escola tem o apoio financeiro do ABN AMRO Bank/REAL através de seu programa chamado Projeto Escola Brasil – PEB (http://www.institutoescolabrasil.org.br), instituição de grande responsabilidade social que dá todo o suporte material necessário para o desenvolvimento do voluntariado.

 

Atualmente o projeto assiste 30 (trinta) crianças e tem uma lista de espera de mais da metade destes participantes. Os pretendentes a uma vaga só serão admitidos quando houver a melhoria do espaço físico, pois a boa vontade e a disposição dos voluntários é sempre crescente.

 

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Faixa-Preta e Trabalho Voluntário – Por Bete Romanzini

13 Outubro 2008

Eu gosto de trabalho voluntário. Sempre gostei. Não acho que seja daquelas coisas que a gente deva pensar em fazer quando ficar velho, quando tiver mais dinheiro ou mais tempo. Trabalho voluntário é pra ser feito  sempre, porque tem tanto trabalho a ser feito, que não dá pra ficar escolhendo o melhor momento.

 

Fui voluntária num brechó que a Casa da Criança promoveu recentemente. Trabalhamos a tarde toda, eram muitas roupas e artigos a venda, e muitos visitantes. No mesmo dia, havia na casa uma apresentação de Taekwondo, da Academia Unidos, de Farroupilha. Final do brechó, ficamos nós, os voluntários, com os pés cansados, e aquela montoeira de roupas e móveis para arrumar e deixar a casa pronta para o outro dia. Começamos a arrumar tudo, muito rápido, coisas pesadas, cada um fazendo o que podia. Tenho a mania de me reservar o trabalho pesado, ou ele se reserva pra mim, não sei bem. Comecei a arrastar uns bancos que foram levados até o outro salão, para o Taekwondo usar. De mim se aproxima um rapaz do Taekwondo, de feições levemente orientais (coisa rara na Serra), e segura a outra ponta do banco. Sem falar nada, começamos a trazer os bancos de volta. Foram várias viagens, em total harmonia, às vezes ele conduzindo, às vezes eu. Só trocamos uma palavra, no final: obrigado. Pensei com meus botões: só pode ser um faixa-preta. Também não perguntei, mas tenho certeza que era. A energia de um bom faixa-preta, não importa de qual arte, não perde tempo perguntando o que precisa fazer. Faz. Põe a mão na massa e começa ou continua um trabalho, que, é óbvio, precisa ser feito.

 

Se você escutar alguém perguntando: o que é pra fazer? Tenha certeza: ou é iniciante, ou está querendo atenção, ou espera que alguém lhe passe um trabalhinho legal, fácil, só pra constar. Faixa-preta deve ter passado dessa fase. Simplesmente vai lá e faz, seguindo as regras do bom senso. E tampouco faz para ser um exemplo. Não! Faz porque tem de ser feito.

 

Faixa-preta é o primeiro que acorda e o último que vai dormir. Serve o copo dos outros antes do seu. Não vai embora sem limpar tudo. Não é um super herói.  Mas é uma pessoa esforçada. Sem pretender, ele dá o exemplo. Este é o exemplo positivo de faixa-preta. E temos os exemplos negativos, que existem nas artes para que a gente possa compreender como NÃO SER um faixa-preta. Tem os que pensam que o mundo inteiro tem de saber que eles são maravilhosos mestres faixas-pretas, de tantos dans, mesmo o caixa do banco tem de chamá-lo de sensei, e atendê-lo antes dos outros pobres e reles mortais. Esse faixa-preta quer que os outros lhe sirvam. Senta numa mesa separada, e enquanto os mortais tomam água, ele toma vinho, em taça de cristal. Só ele. Isso só para dar um exemplo. Se alguém se comporta assim à mesa, também se comporta assim na vida. Dá patadas em alunos, e diz que o mestre deve fazer isso. Está “educando” os alunos. Esse faixa-preta está acima das regras de boa educação e cortesia. É tão bom, que é difícil ser bom o suficiente para privar da sua companhia. Na verdade, isso é uma doença patética, da qual todos devemos, à todo custo, nos distanciar. Uma malversação do significado de servir aos outros e assim servir a si mesmo.  Para eles, é servir somente a si mesmo. E fazem isso acreditando piamente que estão ajudando os outros. E o trágico é que nunca conseguiram se educar, nem ao menos um pouquinho.  Perderam tempo e desperdiçaram os ensinamentos dos professores. Graças aos bons espíritos das artes marciais, faixas-pretas de verdade continuam a existir em todas as artes. Como aquele rapaz do Taekwondo.

 

Bete Romanzini – 42 anos, terapeuta corporal, especialidade em shiatsu. Iniciou Aikidô em Porto Alegre, com Vargas Sensei. Graduou-se faixa-preta em 2002, em São Paulo, com Kawai Shihan. Em Farroupilha e Caxias do Sul, desde 2004. Graduou-se 2º dan em 2006.

 

Colaboração: www.aikidoserragaucha.com.br


DIVALDO FRANCO NA REDE TV

10 Outubro 2008

No próximo domingo, dia 12 de outubro de 2008, das15h às 15h30, na REDE TV, não deixe de assistir ao programa TRANSIÇÃO – A Visão Espírita para um novo Tempo, com participação especial do médium e orador Divaldo Franco.  Ele vai falar da vida de Bezerra de Menezes no Mundo dos Espíritos dentre outros assuntos.


Abaixo, links da  entrevista concedida por Divaldo Franco na Rede TV, programa A TARDE É SUA, com a apresentadora Sônia Abrão no dia 29/09/2008, onde é anunciada a estréia do programa.


PARTE 1: http://br.youtube.com/watch?v=EV_uBeNipVI

PARTE 2: http://br.youtube.com/watch?v=4I_ZFSBuy90

 

Abaixo, endereço do Programa de estréia exibido no dia 05 de Outubro de 2008.

 

PARTE 1: http://www.youtube.com/watch?v=Z_-egZsiv2U

PARTE 2: http://www.youtube.com/watch?v=S55UJO93hmU

PARTE 3: http://www.youtube.com/watch?v=p-gTPvvcp4Q

 

Mais Informações: www.programatransicao.com.br

 

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Consórcios a partir de 2009, como ficam?

10 Outubro 2008

As novas normas de consórcios, que passam a valer em 2009 trazem importantes alterações favoráveis aos consumidores. Para garantir aos participantes de consórcio todos os direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor (CDC), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou parcialmente, por sugestão do Ministério da Justiça, trechos do Projeto de Lei 533/03, que regulamentou esse tipo de associação – quando um grupo de pessoas se une para auto-financiar um bem ou serviço de interesse comum.

 

Uma das principais alterações definidas na nova lei é a que obriga os consórcios a devolver, imediatamente, os valores das parcelas pagas, caso o consumidor se arrependa do negócio. Pelas normas atuais, o consorciado desistente só recebe de volta o que pagou após o final do grupo. Imaginando-se, por exemplo, um consórcio de imóveis de 10 anos de prazo, o que participante que, por alguma razão (como desemprego) deixe de pagar após dois anos de contribuição só receberá o dinheiro de volta oito anos depois e, ainda, com descontos arbitrados pela administradora.

 

Outro ponto vetado pelo presidente é aquele que determinava que o consumidor só poderia desistir do consórcio após o pagamento da quinta parcela. Já os valores pagos só seriam devolvidos 60 dias após o fim do consórcio e, ainda assim, somente se o consumidor não tivesse participado de assembléia de contemplação, quando é feito o sorteio do bem ou serviço alvo da associação.

 

O diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), Ricardo Morishita, considerou esse veto especificamente um dos mais importantes porque protege o principal público-alvo dos consórcios: jovens de 25 a 30 anos, que adquirem veículos básicos, entre carros e motos. Muitos, para uso em trabalho, e sem pensar se terão mesmo condições de arcar com as parcelas, informa a assessoria.

 

Outro veto importante, segundo Morishita, evitou que as administradoras tivessem apenas responsabilidade subjetiva sobre os bens ou serviços alvo do consórcio. Pelo projeto original, elas “não responderiam em nome próprio, ou com seu patrimônio, pelas obrigações pecuniárias de responsabilidade do grupo de consórcio”, exceto nos casos de “gestão negligente, temerária ou fraudulenta”.

 

“Se a administradora de consórcio só respondesse nessas três hipóteses e quebrasse por gestão ineficiente, o consumidor acabaria sócio do prejuízo”, exemplificou. Outro veto positivo para os consorciados acabou com a permissão para as administradoras excluírem um participante sem notificá-lo, o que, na interpretação do Ministério da Justiça, fere o direito básico de acesso à informação.

 

Os desequilíbrios dos consórcios chegam ao ponto de hoje, nos grupos de imóveis, haver mais pessoas excluídas do que participantes ativos. E os excluídos ainda estão sujeitos à norma de só receber após o final do grupo. Ou seja, ficam sem o imóvel e têm parte da poupança que poderia ser empregada na compra de bem de outra forma retida por anos, com perdas no final.

 

Roberto do Nascimento – Equipe do Diário Net

 

Colaboração: www.diarionet.com.br


Da arte da paz – Por Paulo Coelho

9 Outubro 2008

Das poucas artes marciais que pratiquei em minha vida, a que mais me seduziu foi o Aikidô. Criado pelo japonês Morihei Ueshiba (1883-1969), a palavra quer dizer “A arte (ou o caminho) da paz. ” (*)  Lembro-me de passar noites a fio com meus companheiros, aprendendo a lutar de tal maneira que toda a energia negativa do adversário fosse dirigida contra ele mesmo. Ueshiba, que é conhecido pelos praticantes de Aikidô como “O Grande Mestre”, deixou uma série de práticas filosóficas suas conferencias, poesias, e conversas com  discípulos; a seguir, alguns de seus principais ensinamentos.

 

Onde começa a arte da paz

 

A arte da paz começa em você; trabalhe para conseguir com que ela permaneça ao seu lado. Todo mundo possui um espírito que pode se aperfeiçoar, um corpo que pode ser treinado, e um caminho a seguir.

 

Você está aqui para cumprir com estas três metas, e para isso são necessárias duas coisas: manter a tranqüilidade, e praticar a Arte em cada coisa que fizer. Nenhum de nós precisa de dinheiro, poder ou status para praticar a Arte; neste exato momento você está com os seus pés no Paraíso, e deve treinar agora.

 

O universo e o homem

 

Tudo no universo vem da mesma fonte. Esta fonte, que chamamos de vida, contem o nosso passado, o presente, e o futuro. Na medida que o homem caminha adiante, ele pode desintegrar ou harmonizar a energia vital. O mal nasce no momento em que passamos a acreditar que é apenas nosso aquilo que pertence a todos; isso provoca soberba, desejos inúteis, e raiva. Mas aquele que não é possuído pelas coisas, termina sendo dono de tudo.

 

O homem e a as oito forças

 

Para praticar a Arte da Paz, é preciso, em algum momento, mergulhar alternadamente nas oito forças opostas que sustentam o Universo:

 

  • Movimento e inércia
  • Solidez e adaptação,
  • Contração e distensão,
  • Unificação e divisão.

 

Isso está presente em tudo, da vastidão do espaço à menor das plantas; cada coisa traz em si uma reserva gigantesca da energia universal, que pode ser usada para o bem de todos.

 

O crescimento constante

 

A vida é desenvolvimento. Para atingir isso, suba as montanhas altas e desça até os vales profundos de sua alma. Inspire e sinta que está sugando para dentro de si tudo o que existe nos céus e na Terra. Expire e sinta que o ar que sai do seu corpo carrega a semente da fecundidade, e irá  fazer a humanidade ser mais verdadeira, melhor, e mais bela. 

 

A respiração infinita

 

Tudo que existe acima e abaixo, também existe dentro de você. E tudo respira; quando você perceber isso, irá também compreender a Arte da Paz. Aqueles que a praticam, sabem que são guerreiros protetores da Mãe Natureza, e em cada respiração estão colocando dentro de si o sol e a lua, o paraíso e o mundo, a maré alta e a maré baixa, a primavera e o inverno, o verão e o outono.

 

Todo o aprendizado do homem pode ser resumido na maneira como respira conscientemente. Cada vez que faz isso, compartilha da energia poderosa que sustenta a Criação. 

 

A atenção consciente

 

Faça com que cada dia seja realmente novo, vestindo-se com as bênçãos do Paraíso, banhando-se em sabedoria e amor, e colocando-se sob a proteção da Mãe Natureza. Aprenda dos sábios, dos livros sagrados, mas não esqueça que cada montanha, rio, planta, ou árvore, também tem algo para lhe ensinar.

 

(*) Aikidô em tradução livre é “o caminho da harmonização das energias”.

 

 

Colaboração: www.aikidonovaera.com.br


Alerta para cobranças indevidas a escritórios de advocacia

7 Outubro 2008

A Seccional de Rondônia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) está alertando aos advogados para a ilegalidade de cobranças que estão sendo enviadas aos escritórios de advocacia do Estado. Anualmente, os escritórios de advocacia recebem boleto de cobrança referente à contribuição sindical. Essas cobranças, segundo reclamações que têm chegado à OAB-RO, teriam como beneficiários a Federação do Comércio ou sindicato que se intitula representante das sociedades de advogados.

 

A orientação da OAB-RO é para que os advogados não paguem tais taxas ou contribuição, pois elas não são devidas. “Ao advogado, basta pagar a anuidade a OAB“, alerta o presidente da Seccional, Hélio Vieira, acrescentando que o Conselho Federal da OAB já atestou a ilegalidade dessas cobranças.

 

Colaboração: www.oab.org.br


OPERAÇÃO IMPACTO – Rejeitados e Reeleitos

6 Outubro 2008

Seis dos 13 vereadores envolvidos na “Operação Impacto”, que investiga o possível recebimento de propina durante a votação do Plano Diretor de Natal em 2007, terminaram não se reelegendo. Um dos vereadores indiciados, Emilson Medeiros (PPS), já havia desistido de disputar a renovação do mandato neste ano.

 

Dos atuais 21 vereadores de Natal, acabaram se reelegendo seis vereadores denunciados na “Operação Impacto”:

 

Adão Eridan (PR),

Adenúbio Melo (PSB),

Dickson Nasser (PSB),

Júlio Protásio (PSB),

Aquino Neto (PV),

Edivan Martins (PV).

 

Os vereadores sob investigação na “Operação Impacto” que não se reelegeram foram os seguintes:

 

Geraldo Neto, (PMDB)

Renato Dantas (PMDB),

Aluísio Machado (PSB),

Sargento Siqueira (PV),

Salatiel de Souza (PSB)

Carlos Santos (PR).

 

Outros vereadores não reeleitos foram: Fernando Lucena e Júnior Rodoviário (PT), Osório Jácome (PSC), Aluísio Machado (PSB).

 

Colaboração: www.tribunadonorte.com.br


Oficina de Arte e Educação Ambiental – Comemoração do Dia das Crianças

6 Outubro 2008

No próximo dia 11/10/2008 – o sábado anterior ao dia das crianças – Haverá mais um encontro com a turma das crianças da aula de educação ambiental na Academia Central de Aikidô de Natal. Mas este encontro será diferente, e devido ser véspera do dia das crianças, haverá momentos para discutir assuntos relativos a meio ambiente, reciclagem de material e, também, momentos para brincadeiras (cabo de guerra, múmia, bandeirinha, dentre outras). No final do evento será oferecido um lanche aos presentes. Estão todos convidados, compareçam.

 

Quando: sábado, 11/10/2008, às 15:00h.

Local: Academia Central de Aikidô de Natal – Rua Professor João Ferreira de Melo – Capim Macio – Fundos do CCAB Sul – (84) 3217-9182

Informações: Hellen Paiva: Hellen.paiva@caixa.gov.br

 

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Eleições Municipais 2008 – Locais de Votação

4 Outubro 2008

Você já sabe onde irá votar? Acesse o link abaixo e veja se sua seção eleitoral mudou de local. Serviço prestado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

 

Acesse: http://www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/consulta_blank.htm

 

Colaboração: www.tse.gov.br


Direito do Consumidor – Dano Moral – Unilever Brasil Ltda.

3 Outubro 2008

Unilever é condenada por reação alérgica a desodorante

 

A Unilever Brasil Ltda. foi condenada a pagar R$ 5 mil de indenização a um consumidor. Ele teve reação alérgica depois de ter usado o desodorante “Rexona 24h Intensive”, da fabricante. Por unanimidade, a 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça reformou a decisão de primeira instância, que havia negado o pedido.

 

No processo, o consumidor alegou que após o uso do produto apareceram pequenos pontos vermelhos em diversas partes de seu corpo. A situação chegou ao ponto de precisar ir até o pronto-socorro para ser atendido, segundo ele. Foi constatada a ocorrência de pequenas queimaduras, provavelmente ocasionadas por produto químico da fórmula do desodorante.

 

O desembargador Luiz Ary Vessini de Lima reconheceu que não há como ter certeza cabal da origem das lesões. Entretanto, entende, nada poderia excluir que realmente as lesões tivessem origem em substância química existente no produto. Lima aplicou ao caso a teoria da responsabilidade civil, cabendo ao fornecedor provar que não colocou produto defeituoso no mercado.

 

Destaca-se que está em pauta a relação de consumo, em que a legislação protetiva reconheceu a necessidade de facilitação da defesa dos direitos do consumidor em juízo (Código de Defesa do Consumidor, artigo 6º, VII), impondo-se ao fornecedor o ônus de comprovar a excludente de sua responsabilidade quando em discussão danos decorrentes do fato do produto, especialmente em razão da adoção da teoria da responsabilidade objetiva”, escreveu.

 

Para o desembargador, os fatos narrados nos autos sinalizam a ocorrência de dano moral puro, “porquanto a dor e o sofrimento não são passíveis de comprovação objetiva, pois se tratam de sentimento íntimo de pesar”.

 

Processo: 70.023.544.737

 

Colaboração: www.conjur.com.br


Doador Voluntário de Medula Óssea – Caminhada do GACC/RN – 06/10/2008

1 Outubro 2008

Dia seis de outubro é… ou poderá ser… o seu dia. Comemore!!!

 

O dia seis de outubro é o DIA NACIONAL DO DOADOR VOLUNTÁRIO DE MEDULA ÓSSEA. Seja mais um a comemorar a dádiva de ser um doador e ajudar a salvar vidas. E para comemorar esta data haverá um grande evento. Um dia inteiro de campanha de Doação de Medula Óssea. O início da programação será às 08:00h com uma caminhada saindo da  futura sede do GACC, Rua Floriano Peixoto, por trás da Catedral Nova, passando por algumas ruas do centro e retornando para o ponto de partida, GACC.

 

A caminhada terá como tema a divulgação da Doação de Medula Óssea. O Hemonorte estará na sede do GACC cadastrando pessoas voluntárias como doadoras. Durante a caminhada serão distribuindo folders informativos com o objetivo de esclarecer à população sobre a importância da Doação de Medula Óssea.

 

 A caminhada é o grito de S.O.S. para salvar as vidas das crianças do estado que estão precisando com urgência de um doador de Medula Óssea compatível, para transplante. Como exemplos: Mateus Praxedes, Alex Vitor, Vitória Soares, Antônio, Joyce, Lucivandro, Juscimara, Eliaderson, dentre outros que pedem socorro.

 

Além de Rizomar, RSom, que estará ajudando na caminhada, vários cantores já confirmaram sua presença no evento.  A dupla MUSICANTO estará presente, entre outros. 

 

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A coordenação do evento e os voluntários do GACC precisam de patrocínio para as camisetas, bonés, canetas, pranchetas, folder, faixas, cordas de isolamento, etc. Precisa-se também de carro aberto para levar as crianças do GACC à caminhada.

 

Informações: 

 

Cecília Cortez – Assistente Social

GACC – Grupo de Apoio a Criança com Câncer – www.gaccrn.org.br

Rua Jundiaí, 453 – TIROL – CEP: 59020-120 – Natal/RN

Fone: (84) 3221.5684 – Fax: (84) 3611.9544

e-mail: ceciliapcortez@yahoo.com.br

 

Rosali Batista Ramalho Cortez – Voluntária

(84) 3217-6491, (84) 9418-3361 e (84) 9431-5644

 

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