Guia do Voluntariado para Iniciantes

21/11/2010

 

O portal www.msn.com dá dez dicas para quem quer ser voluntário, mas não sabe por onde começar.

A prática do voluntariado já se firmou na sociedade como uma forma de contribuir com quem precisa, da maneira que cada um puder. Seja uma vez por ano ou diariamente, milhares de pessoas tem ajudando a tornar o mundo um lugar mais justo e sustentável. Mas o voluntariado ainda carrega alguns mitos e as dúvidas são frequentes para aqueles que querem se candidatar. Por isso, confira essas dez dicas sobre voluntariado e faça a sua parte!

1. Todos podem ser voluntários

Trabalho voluntário é uma experiência aberta a todos. Não é só quem é “especialista” em alguma coisa que pode ser voluntário. Muito pelo contrário: todos podem contribuir, a partir da idéia de que o que cada um faz bem, pode fazer bem a alguém. O que conta é a motivação solidária, o desejo de ajudar, o prazer de se sentir útil. Muitos profissionais preferem colaborar em áreas fora de sua competência específica, exatamente para se abrir a novas experiências e vivências.

2. Trabalho voluntário é uma via de mão dupla

Voluntariado não tem nada a ver com obrigação, com coisa chata, triste, motivada por sentimento de culpa. Voluntariado é uma experiência espontânea, alegre, prazerosa, gratificante. O voluntário doa sua energia, tempo e talento, mas ganha muitas coisas em troca: contato humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidade de viver outras situações, aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.

3. Voluntariado é uma relação humana, rica e solidária

Trabalho voluntário não é uma atividade fria, racional e impessoal. É contato humano, oportunidade para se fazer novos amigos, intercâmbio e aprendizado. Este sentimento de estar sendo útil a alguém é uma motivação fortíssima para o envolvimento de pessoas como os idosos, aposentados e portadores de deficiências, que a sociedade tende a desvalorizar e considerar inúteis.

4. O voluntariado faz bem pra sociedade e para si mesmo

A ação voluntária visa a ajudar pessoas em dificuldade, resolver problemas sociais, melhorar a qualidade de vida da comunidade. Seu sentido é eminentemente positivo: ao mobilizar energias, recursos e competências em prol de ações de interesse coletivo, o voluntariado reforça a solidariedade social e contribui para a construção de uma sociedade mais justa e humana.

5. Voluntariado é uma ação duradoura e com qualidade

O voluntariado não compete com o trabalho remunerado nem com a ação do Estado. Sua função não é tapar buracos nem apenas compensar carências. Uma sociedade participante e responsável, capaz de agir por si mesma, não espera tudo do Estado, mas tampouco abre mão de cobrar do governo aquilo que só ele pode fazer.

6. Voluntariado depende da necessidade e da criatividade

Tradicionalmente, no Brasil, o voluntariado se concentrou na área de saúde e no atendimento a pessoas carentes. O reconhecimento da urgência de ações nessas áreas não é contraditório com a valorização de novas possibilidades de voluntariado nas áreas de educação, atividades esportivas e culturais, proteção do meio ambiente, etc. Cada necessidade social é uma oportunidade de ação voluntária. Basta olhar em volta e dar o primeiro passo.

7. Voluntariado é ação

O voluntário é uma pessoa criativa, decidida, solidária. No trabalho voluntário, não há cartórios nem monopólios. Não há hierarquia de prioridades. Não é preciso pedir licença a alguém, antes de começar a agir. Quem quer, vai e faz.

8. Cada um é voluntário a seu modo

Alguns são capazes individualmente de identificar um problema, arregaçar as mangas e agir. Outros preferem atuar em grupo. Grupos de vizinhos, de amigos, de estudantes ou aposentados, de colegas de trabalho que se mobilizam para ajudar pessoas e comunidades. Por vezes, é uma instituição inteira que se mobiliza, seja ela um clube, uma igreja, uma entidade beneficente ou uma empresa. No voluntariado é assim: não há fórmulas nem receitas a serem seguidas.

9. Voluntariado é escolha

Cada um contribui, na medida de suas possibilidades, com aquilo que sabe e quer fazer. Uns têm mais tempo livre, outros só dispõem de algumas poucas horas por semana. Alguns sabem exatamente onde ou com quem querem trabalhar. Outros estão prontos a ajudar no que for preciso, onde a necessidade é mais urgente. Cada compromisso assumido, no entanto, é para ser cumprido.

10. Voluntariado é um fenômeno mundial

A escolha do ano de 2001, pelas Nações Unidas como Ano Internacional do Voluntariado, representa o reconhecimento internacional do voluntariado como fenômeno contemporâneo e global. Esta celebração é uma oportunidade a ser aproveitada para consolidar o voluntariado no Brasil como componente essencial de uma sociedade cada vez mais democrática e participativa.

Colaboração: http://verde.br.msn.com


Projeto Acalanto Natal – Orfanato Lírio do Vale

04/12/2009

Todos os anos no Natal os Amigos do Acalanto elegem uma instituição de acolhimento de crianças, onde é realizada uma festa com entrega de sonhos. Sim, não queremos apenas entregar presentes, mas perceber os desejos, as particularidades e características de cada criança, de cada jovem, e surpreendê-los realizando alguns de seus pequenos sonhos. Como cada sonho realizado nunca é pequeno o resultado é uma explosão de felicidade, das crianças e nossa, é claro. Realizar um trabalho voluntário é se preencher, antes de preencher o outro. Afinal uma vela pode acender milhares de outras velas sem por isso enfraquecer sua chama.

Onde está a árvore dos sonhos?

Na loja Dental Médica, na Av. Salgado Filho, 1680, Lagoa Nova, próximo ao supermercado Nordestão (a empresa gentilmente nos cedeu um espaço para montagem da árvore e recepção das doações).

Como funciona?

Cada criança/adolescente virou um(a) boneco(a), que foi personalizado pelos próprios meninos(as) e traz um pouco de sua história, características e desejos. As crianças não sabem que pretendemos atender aos desejos, que foram captados em visitas que fizemos ao orfanato.

O padrinho/madrinha escolhe uma criança da árvore e se compromete a trazer um kit completo para ela, que compreende: 1 kit de roupa, 1 calçado, 1 brinquedo/presente, 1 kit higiene pessoal (shampoo, condicionador, sabonete, creme dental, escova de dentes, perfume,etc.).

Se o padrinho/madrinha quiser doar outros itens fica a vontade. Sugerimos também 1 kit de material escolar (mochila, caderno, lápis de cor, estojo, etc.).

Recomendamos que a pessoa que adotou o(a) boneco(a) leve a idéia do apadrinhamento para sua família, seu trabalho, seu condomínio. Assim todos podem ajudar com um item, não sobrecarregando o padrinho/madrinha.

Onde, quando e como será a entrega?

Será um almoço no Orfanato Lírio do Vale, em Macaíba, dia 20 de Dezembro. Sairemos às 10h da sede do Rotary Club, na Rua Moura Rabelo, nº 1900, Alto da Candelária.

Outras formas de ajudar:

Doando itens avulsos, como shampoos, colônias, sabonetes, mochilas escolares, cadernos, brinquedos, roupas, calçados, etc. ou colaborando com algum item para o almoço, como refrigerantes, sobremesas, etc.

Iniciativa:

– Projeto Acalanto Natal – www.projetoacalantonatal.com.br

Rua. Militão Chaves, 2001 Candelária – (84) 3219-3523 – Natal/RN.

– Rotary Club Natal Sul.

– Casa da Amizade.

Apoio:

Dental Médica.

Informações:

Fabiana – 9138-7418.

Eunice – 8879-7808.

Janaina – 9418-4007.

 

Colaboração: www.impressione.wordpress.com


O valor do silêncio – Por Charles Richet

22/06/2009

 “Eu não tenho espada, faço da minha calma e silêncio espiritual minha espada.” – Tradição oral Samurai 

Silêncio… o que é silêncio? Qual é sua natureza, aplicação e repercussão? O silêncio é uma constante japonesa, não uma prática, é algo já arraigado, é o normal, não o almejado nos meios tradicionais. É de muito mau gosto ou ignorância interromper uma ação ou um estado natural de quietude com algum comentário desnecessário e/ou fora de contexto. Mas vamos com calma, parcimônia e sabedoria, afinal, somos brasileiros, fora deste contexto oriental.

Silêncio, do latim silentiu, do dicionário Michaelis: “3 Abstenção voluntária de falar, de pronunciar qualquer palavra ou som, de escrever, de manifestar os seus pensamentos”. Sileo- silentium, que significa: estar em repouso, tranqüilidade, descanso, ausência de qualquer estorvo.  Etimologicamente, a palavra silêncio remete a silentium, silere, cujo significado encontra-se em sileo, cujo sentido é calar, omitir-se. 

O silêncio é um meio de aprendizado comum ao budô. A partir do silêncio interior o aluno coloca-se pronto a receber o conhecimento oferecido pelo mestre. Ao postar-se em silêncio e perceber com consciência o que é demonstrado, o deshi tem uma condição melhor de internalizar o que é ministrado. Assim sua percepção sobre a natureza da prática amplia e amadurece. 

No dojô de Aikidô, assim como em Nihon no Dojô, silêncio é algo essencial. O aluno não deve manifestar-se se não foi requerido ao mesmo. Aqueles que chegam ao dojô no meio de uma aula já em curso não devem comunicar-se com os que já estão praticando e o mesmo vale aos que estão no tatame, não devem dar boas vindas e outras expressões.

Durante a prática o sensei e os alunos mais graduados devem ser respeitados em suas orientações, não precisando contar com uma segunda voz ao guiar uma instrução. Se seu sensei chegou perto de você durante uma orientação que você possa estar passando a um companheiro, silencie-se e deixe que o sensei, que atenho certeza é o mais qualificado, observe e oriente as dúvidas de seu parceiro, e as suas TAMBÉM. Não chame o sensei, não use o imperativo, ex. “repita isso para mim sensei; sensei faça isso”.

Sempre que for necessário tirar uma dúvida durante a prática espero o sensei chegar, e se nesse tempo ele demorar vá praticando o seu melhor e não se preocupe com a prática de seu companheiro, não interfira, não oriente, principalmente e muito principalmente se você não é instrutor qualificado. Particularmente, em nosso dojô o aluno que tem permissão de orientar superficialmente seus colegas tem desígnio público meu, sendo vedada essa prática a outros alunos, iniciantes, alunos graduados e alunos visitantes. Enfim, se você acha que pode orientar seu colega é porque ou você tem permissão do sensei ou é porque já tem conhecimento suficiente das regras do dojô e portanto deve esperar em silêncio e quietude. Lembre-se: não interrompa o sensei, seus kohai e senpai, não converse, treine, treine e treine mais. 

Charles RichetFukoshidoin, instrutor auxiliar e faixa-preta 2° grau,  com ambas certificações conferidas pelo Hobu Dojô – Aikikai

Colaboração: www.portalaikido.com.br


Abençoa e Passa – Por Chico Xavier e Emmanuel

12/06/2009

Não basta recear a violência. É preciso algo fazer para erradicá-la.

Indubitavelmente, as medidas de repressão, mantidas pelos dispositivos legais do mundo, são recursos que a limitam, entretanto, nós todos, – os espíritos encarnados e desencarnados, – com vínculos na Terra, podemos colaborar na solução do problema.

Compadeçamo-nos dos irmãos envolvidos nas sombras da delinqüência, a fim de que se nos inclinem os sentimentos para a indulgência e para a compreensão.

Tanto quanto puderes, não participes de boatos ou de julgamentos precipitados, em torno de situações e pessoas.

Silencia ante quaisquer palavras agressivas que te forem dirigidas, onde estejas, e segue adiante, buscando o endereço das próprias obrigações.

Não eleves o tom de voz, entremostrando superioridade, à frente dos outros.

Não te entregues à manifestações de azedume e revolta, mesmo quando sintas, por dentro da própria alma, o gosto amargo dessa ou daquela desilusão.

Respeita a carência alheia e não provoques os irmãos ignorantes ou infelizes com a exibição das disponibilidades que os Desígnios Divinos te confiaram para determinadas aplicações louváveis e justas.

Ao invés de criticar, procura o lado melhor das criaturas e das ocorrências, de modo a construíres o bem, onde estiveres.

Auxilia para a elevação, abençoando sempre.

Lembra-te: o mourão aceso é capaz de gerar incêndios calamitosos e, às vezes, num gesto infeliz de nossa parte, pode suscitar nos outros as piores reações de vandalismo e destruição.

Francisco Cândido Xavier. Da obra: Atenção. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 16 edição. Araras, SP: IDE. 1997.

Colaboração: http://www.geocities.com/reflexaoespirita  


Trabalho Voluntário – Natal Voluntários

09/06/2009

Natal Voluntários foi criado a partir da iniciativa do Programa Voluntários do Conselho do Comunidade Solidária que vem desde 1997 desenvolvendo condições para disseminação de uma cultura moderna do voluntariado preocupada principalmente com a eficiência dos serviços e qualificação dos voluntários e instituições 

Após tomar conhecimento da existência do Programa Voluntários e da importância de se criar um centro de voluntários em Natal, um grupo de pessoas resolveu levar a frente essa iniciativa e a adesão de novas pessoas engajadas com a causa não para mais de crescer.

O lançamento do Natal Voluntários ocorreu no dia 6 de abril de 2000 no hotel Barreira Roxa e contou com a presença de mais de 150 pessoas representantes da sociedade civil, de empresas e do setor público.

Natal Voluntários estimula pessoas, organizações e empresas a contribuírem efetivamente na melhoria da qualidade de vida do Rio Grande do Norte, fortalecendo e promovendo a ação voluntária e o investimento social privado. Contribui para aumentar o impacto da ação e do investimento social para promoção do desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida da nossa população. Incentiva mais cidadãos conscientes de seu poder de transformação social a participarem de ações voluntárias, assim como organizações sociais e comunitárias mais bem preparadas para aproveitar o potencial voluntário e prestar melhores serviços à sociedade.

Natal Voluntários acredita que quando pessoas, organizações da sociedade civil e a iniciativa pública e privada se juntam para realizar ações em conjunto, as coisas acontecem. 

Esse é o espírito do Natal Voluntários. Além disso: Toda pessoa é solidária e um voluntário em potencial; o exercício da cidadania, pela prática do voluntariado e pelo investimento social de empresas, é fundamental para a transformação da realidade social; o voluntariado organizado é a base do desenvolvimento do Terceiro Setor e voluntariado é troca. Ganha quem doa e ganha quem recebe.

Colaboração: www.natalvoluntarios.org.br


Chico Xavier – O Homem que Respirava Caridade

08/05/2009

O médium falava com os mortos, psicografava mensagens e ouvia suas vozes, mas nunca esqueceu dos vivos. Chico tinha uma capacidade energética de transmitir paz e sensações de alívio. Sempre frequentava hospitais e centros de reabilitação, levando auxílio material, alimentos e principalmente fraternidade.

Com os portadores de hanseníase, fazia visitas constantes, distribuindo fartura em abraços, apertos de mão e sorrisos. Para os angustiados e desesperados, com idéias de suicídio, Chico sempre tinha palavras de afeto e de esperança.

Fato ocorrido com o espiríto de Hellen Keller, americana cega, surda e muda – famosa pela pregação em torno do otimismo, da alegria de viver e da fé em Deus – que falou através de Chico Xavier, ilustra isso. Quando da visita do médium a uma Colônia em Goiânia, consolou moça que havia tentado por duas vezes o suicídio. Foi aí que o espírito da americana falou: – Toda pessoa neste mundo deveria sofrer privações das faculdades pelo menos uma vez por semana e passar pelos maiores constrangimentos orgânicos, a fim de aprender a valorizar a vida.

Era o que Chico fazia, mesmo tendo ficado órfão de mãe aos cinco anos, com um olho cego, tendo enfartado duas vezes, e nunca reclamando do trabalho por fazer, mesmo na velhice.

Colaboração: www.diariodonordeste.com.br


Sobre as Dificuldades

17/04/2009

Agradeço todas as dificuldades que enfrentei; não fosse por elas, eu não teria saído do lugar. As facilidades nos impedem de caminhar. Mesmo as críticas nos auxiliam muito. – Chico Xavier

 

By Impressões – www.impressione.wordpress.com


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