Caçando duas raposas – Por Paulo Coelho

06/11/2015

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O estudante de artes marciais aproximou-se do professor:

— Gostaria muito de ser um grande lutador de aikidô – disse. — Mas penso que devia também me dedicar ao judô, de modo a conhecer muitos estilos de luta; só assim poderei ser o melhor de todos.

— Se um homem vai para o campo, e começa a correr atrás de duas raposas ao mesmo tempo, vai chegar um momento em que cada uma correrá para um lado, e ele ficará indeciso sobre qual deve continuar perseguindo. Enquanto decide, ambas já estarão longe, e ele terá perdido seu tempo e sua energia.

“Quem deseja ser um mestre, tem que escolher apenas UMA coisa para aperfeiçoar-se. O resto é filosofia barata.

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Colaboração:

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http://www.g1.globo.com

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Treino e Colaboração – Por Marcos José do Nascimento

04/09/2013

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No Aikido estilo Aikikai não há combates, só aplicações de técnicas em katas e no Ju-waza.

A execução das técnicas, tanto numa quanto noutra realidade dentro do Dojo, dá-se a partir de um estado mínimo de colaboração do uke para com o nage ou tori, esse estado de espírito ou de colaboração pode denominar-se como ki-no-nagare.

Ele deve possuir uma dosagem mínima, a ponto de não vir a causar uma descaracterização da técnica aplicada, como também não impedir a sua realização.

Não é concebível, dentro do ambiente de treino, uma postura rígida que venha a dificultar a realização de uma técnica, posto que não há nenhuma forma de combate no Aikido Aikikai, e tal atitude demonstra, quando não desconhecimento dos princípios básicos da arte, um gesto de descortesia do uke para com o nage.

O Aikido é herdeiro, assim como o Judô, das tradições samurai, a partir dos diversos estilos de Jujutsu, arte desenvolvida pelos samurais e utilizada em campos de batalha, em situações de vida e morte. Tem-se notícia de que uma das antigas escolas de Jujutsu, ainda hoje ativa no Japão, é a Takenouchi, criada pelo samurai Takenouchi Hisamori, em 1532, e que antes da existência do Jujutusu já havia outras formas de combate semelhantes, como Yawara e Kogusoku, entre elas.

Quando o Jujutsu tornou-se uma forma de combate aplicado ao modo de vida urbano, à vida civil, na segunda metade do século XIX, alguns de seus praticantes inconformados com o declínio do poder samurai e ainda muito apegados ao passado recente não acreditavam apenas no treino e pugnavam pelo teste real da efetividade das técnicas, provocando desordens das mais variadas na sociedade japonesa da época, entre elas desafios na rua com outros Dojos.

Era uma crença entre esses praticantes que a única maneira de testar a efetividade de uma técnica era o combate real, descrendo dos treinos realizados nas academias de então. Ainda podemos encontrar traços desse comportamento na história recente das artes marciais, mais ou menos acentuados.

Pode-se valer, por analogia, para o exame do assunto, o exemplo do Judô, que é, em um de seus aspectos, sem que não o único como muitos crêem, a existência do combate com ou sem árbitro, respectivamente, shiai e handori.

Nos treinos de técnicas, entre eles há o uchi-komi, que se constitui em repetição de técnicas tanto pelo lado direito ou esquerdo, e ele pode ser realizado parado ou em movimentação nas mais variadas direções.

No treino de uchi komi, há um uke e um tori. O uke não resiste à movimentação feita pelo tori ou nage, da mesma forma que não dificulta os seus movimentos, também não os facilita em demasia, descaracterizando uma movimentação pretendida, como também não lhe opõe resistência, pois esta só acontece no momento do handori ou do shiai.

Há também no Judô o treino de henraku-henka-waza e henzoku-henka-waza, combinações de técnicas, em que o nage inicia uma técnica e, a depender da combinação usada, pode haver uma discreta resistência do uke, que faz mesmo parte do treino, estando prevista, integrando a movimentação, mas ainda assim ela não é tão real quanto acontece em combate efetivo.

Desta forma, compreende-se que é descabível, por completo, haver resistência do uke ao que pretende realizar o tori, dentro do ambiente do Aikido Aikikai, postura totalmente equivocada, quando não deseducada ou desrespeitosa para com o parceiro de treino, uma vez que o espírito que norteia é o de cooperação, não havendo motivo para testar-se a técnica do outro, que não é um oponente, um adversário.

Assumir tal postura demonstra desconhecimento dos princípios elementares e quando parte de um menos graduado para o mais graduado é desrespeito, que pode ser relevado se parte de um iniciante, ainda não informado sobre o assunto, e se parte de um mais graduado para um menos graduado, ainda que ostente o título de Yundansha, demonstra que a sua preocupação é com a técnica (Jutsu) e não com o Do (caminho), e ainda se encontra imbuído do mesmo espírito que havia do século XIX para trás na história do Jujutsu.

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Marcos José do Nascimento – Servidor Público Federal e faixa-preta em Judô pela Higashi e de Aikidô pela Academia Central de Aikidô de Natal.

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O Hakama

22/05/2013

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O hakama é a calça parecida com uma saia que alguns aikidocas usam. É uma peça tradicional da vestimenta de um samurai. O gi (vestimenta) padrão usado em aikidô bem como em outras artes marciais tais como judô ou karatê-dô era originalmente uma roupa de baixo. Vestir o hakama é parte da tradição do Aikidô (em muitas escolas).

O hakama era no princípio uma proteção para as pernas dos cavaleiros contra atritos, arranhões etc. – não muito diferente das calças de couro usadas pelos cowboys americanos ou pelos vaqueiros sertanejos. O couro era muito difícil de encontrar no Japão, um país sem pecuária, assim o tecido pesado era usado em seu lugar. Após a transformação dos samurais em combatentes desmontados, atuando mais a pé, o hakama continuou sendo usado porque isso os distinguia em meio à tropa e os tornava mais facilmente identificáveis.

Porém havia diferenças de estilo nos hakamas. O tipo usado hoje em dia pelos praticantes de artes marciais – com “pernas” – é chamado de “joba hakama” (ao pé da letra, utensílio para montagem a cavalo o qual alguém calça). Havia uma versão de hakama que parecia um tipo de saia em forma de tubo – sem pernas – e ainda um terceiro tipo que era uma versão longa do segundo. Ele era vestido nas visitas ao Shogun ou ao Imperador. Media habitualmente 3,6 a 4,5 metros de comprimento e era dobrado repetidamente e colocado entre os pés e a parte posterior do corpo do visitante. Isto fazia com que ele necessitasse shikko – “caminhar ajoelhado” – para sua audiência e dificultava bastante para alguém esconder uma arma ou erguer-se rapidamente para um ataque.

Em muitas escolas, apenas os faixas-pretas vestem hakama, em outras, todas as pessoas o fazem. Em algumas as mulheres podem iniciar seu uso antes dos homens (geralmente o motivo dado é a modéstia – recato – feminina – lembremos que o gi era originalmente roupa de baixo).

O Sensei era bastante enfático em que TODOS deviam vestir hakama, mas ele vinha de um tempo/cultura não muito distante em que o hakama era uma forma padrão de vestimenta formal.

Muitos dos estudantes eram pobres demais para comprar um hakama, mas era exigido que o usassem. Se eles não puderem conseguir um de um parente mais velho, poderiam pegar a cobertura de um velho colchão, cortá-la, pintá-la e dá-la a uma costureira para fazer um hakama. Se eles tiverem que usar uma tinta barata, porém, depois de um tempo a cor da capa vai começar a aparecer e a felpa do colchão começará a passar pelo material.

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Saito Sensei, sobre o uso do hakama no dojo de O-Sensei nos velhos dias:

No Japão do pós-guerra muitas coisas eram difíceis de obter, inclusive roupas. Por causa da escassez, nós treinávamos sem hakama. Nós tentamos fazer hakamas de cortinas de blackout contra ataques aéreos, mas essas cortinas tinham ficado ao sol durante anos, e os joelhos rasgavam tão logo arrastavam pelo chão na prática de suwariwaza. Nós estávamos constantemente trocando aqueles hakamas. Foi nessas condições que alguns fizeram a sugestão: ‘Por que nós não adotamos que seja aceito não vestir hakama até que a pessoa seja shodan?’ Esta idéia foi posta em prática como uma política temporária para evitar despesas. A idéia por trás da sugestão não tinha nada a ver com o uso do hakama como um símbolo da ascensão à faixa-preta“.

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Shigenobu Okumura Sensei, “Aikido Today” Magazine” #41:

Quando eu era uchi-dechi de O Sensei, todos eram instados a usar hakama para a prática, começando do primeiro dia em que pisassem no tatame. Não havia restrições sobre o tipo de hakama que você poderia usar, e o tatame era um lugar bastante colorido. Havia hakamas de todos os tipos, todas as cores e variedades, de hakamas de kendo, aos hakamas listrados usados em dança japonesa, até os caros hakamas de seda chamados sendai-hira. Eu imagino que alguns iniciantes foram mandados ao inferno por terem emprestado os caríssimos hakamas dos avós, usados apenas em ocasiões especiais e cerimônias, para esgarçarem seus joelhos fazendo suwariwaza. Eu lembro vivamente o dia em que esqueci meu hakama. Eu me preparava para subir ao tatame, vestindo apenas meu dogi, quando O Sensei me deteve. ‘Onde está seu hakama?’ Ele perguntou asperamente. ‘O que faz você pensar que você pode receber a instrução do seu professor vestindo nada mais que sua roupa de baixo? Você não tem senso de adequação? Obviamente. Você carece da atitude e etiqueta necessária em alguém que possui treinamento no budô. Sente-se fora do tatame e assista a aula”!

Este foi apenas o primeiro de muitos puxões de orelha que recebi de O Sensei. Porém, minha ignorância nesta ocasião alertou O Sensei a orientar seus uchi-dechi depois da aula sobre o significado do hakama. Ele nos falou sobre o hakama como tradicional indumentária dos estudantes do kobudo e perguntou se algum dos estudantes conhecia a razão para as sete dobras do hakama. 

‘Elas simbolizam as sete virtudes do budo’, disse O Sensei. ‘Estas são jin (benevolência), gi (honra ou justiça), rei (cortesia e etiqueta), chi (sabedoria, inteligência), shin (sinceridade), Chu (lealdade) e koh (piedade). Nós encontramos estas qualidades nos relevantes samurais do passado. O hakama convida-nos a refletir sobre a natureza do verdadeiro bushido. Vesti-lo simboliza tradições que chegaram até nós passando de geração em geração. O Aikido nasceu do espírito do bushido do Japão, e em nossa prática devemos buscar polir as sete virtudes tradicionais´”. 

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Colaboração:

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Aikidô em Natal? Agora é a vez de Ponta Negra

23/06/2012

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Novo local em Natal/RN para se treinar o Aikidô, a Arte da Paz!!!

Em Ponta Negra, Associação Higashi , Rua Praia de Cotovelo, 2186.

Horários de Treino:

Segundas e Quartas (18h:15m às 19h:30m e 21h às 22h:15m) 

Terças e Quintas (15h:30m às 16h:45m).

Fone: (84) 8899 – 8596 – Sensei Eudes Monteiro

E-mail: eudesmonteiro@grupohigashi.com.br

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Um comentário – Por Marcos José do Nascimento

21/05/2012

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O texto que segue foi um comentário interessante feito no post “Sou faixa-preta. Quero dar aula. E agora? Seja um Voluntário – Por Marcus Vinicius Andrade Brasil”, por um leitor/colaborador do  I M P R E S S Õ E S – A I K I D Ô. Segue para a leitura e comentários. 

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“No Judô, há uma maior liberdade quanto a isso, pois tenho visto ao longo dos anos alunos que se graduam faixa marrom e já iniciam atividades ajudando os seus Senseis. E a partir de Shodan (primeira graduação de faixa preta) já podem dar aulas.

Eu mesmo atuo como Sensei na ausência do titular dos treinos da turma de Master da Higashi no CONACAN, como também faço palestras sobre a História do Judô, quando convidado. Já ministrei algumas no curso de formação para faixas pretas (1º e 2º Dan) da Federação de Judô do Rio Grande do Norte, como também já ministrei aula de história de Aikido para alunos do curso de Educação Física da UFRN e aula de iniciação ao Aikido (movimentos e técnicas básicas) uma vez.

Não me considero de maneira alguma uma autoridade nas duas artes marciais, mas creio que, a partir de faixa marrom, tanto numa quanto noutra arte marcial, o aluno já está em condições de ministrar os ensinamentos básicos ao iniciante, pois de outra maneira haveria então que se duvidar também da formação que lhe foi ministrada por quem lhe conferiu a graduação alcançada. Como também creio que acima de tudo deve prevalecer, além do cuidado com transmissão da arte, a divulgação da arte, que é importante, e ela, em si, a arte, é sempre maior do que todos nós.

Qualquer pessoa, por maior que seja a sua graduação não é proprietário dela, de um segmento dela, e caso assim se julgue está, no mínimo, equivocado, pois todo o conhecimento por essa pessoa alcançado, mesmo fruto de seu esforço, vem de muito longe, de muitas outras incontáveis pessoas que lhe precederam nesse caminho. É o que penso.”

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*Marcos José do Nascimento – Servido Público Federal – Faixa-Preta de Judô e Aikidô – Aluno da Academia Central de Aikidô de Natal e da Judô Higashi.

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Sou faixa-preta. Quero dar aula. E agora? Seja um Voluntário – Por Marcus Vinicius Andrade Brasil

11/05/2012

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O desejo de inúmeros praticantes de artes marciais (Aikidô, Judô, Karatê, Jiu-Jitsu, Kung-Fu, Tae Kwon Do, Tai Chi Chuan, Muay Thai, Boxe, Capoeira, dentre outras), após chegarem à faixa-preta, é difundir, divulgar e até ensinar a sua arte a outras pessoas.

Palestras, treinamentos corporativos ou turmas em academias são os meios mais comuns que os novos mestres se utilizam para saciar a sede passar seus conhecimentos e de formar novos discípulos para sua arte.

Ocorre que nem sempre há espaço para toda esta demanda. Não é toda empresa que acredita do retorno financeiro proporcionado por um palestrante formado em artes marciais; da mesma forma não é toda equipe que tem interesse em ter como seu Guru um Sensei; e neste mesmo sentido, não há espaço para todos os novos graduados nas academias de ginástica e/ou musculação existente no bairro, na cidade ou na região. Para aquele que tem um poder aquisitivo considerável, ou pretende ser um empreendedor, há a possibilidade de abrir seu próprio Dojô e tentar ser feliz em seu propósito.

Mas a triste realidade é que a grande maioria dos novos faixas-pretas cai no poço da frustração. Após anos e anos de treinamento árduo para se aperfeiçoar em uma determinada arte, chegam ao fim (ou ao começo) quando recebe sua faixa-preta, e vê que seu sonho não será realizado por inúmeros motivos.

Mas nem tudo está perdido!!!

Esta é para você que está cheio de boas intenções. Com a técnica e a filosofia de sua arte marcial no auge, não perca as esperanças. Faça sua parte. Quer ser um Sensei, Sifu, Mestre ou o que for? Vá à luta. Faça a diferença.

Escolha nos links abaixo uma escola, municipal ou estadual (Natal e RN), e realize seu sonho de dar aula e, de brinde, o sonho de inúmeros jovens que não podem pagar, como você, uma academia de arte marcial.

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Escolas Municipais em Natal/RN: Clique Aqui!!!

Escolas, Creches, Centros Educacionais Estaduais no Rio Grande do Norte: Clique Aqui!!!

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Escolha uma escola. Faça uma visita. Converse com a direção, você será bem recebido. Exponha seus propósitos e faça a diferença na vida de algumas pessoas, e na sua também.

Se você não é do RN procure em seu Estado nos sites das secretarias de educação municipal e estadual e mãos à obra.

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Aqui algumas experiências que estão dando bons frutos: 

Aikidô Harmonia – São Paulo/SP

Projeto Aikidô – E.M. São Francisco de Assis – Natal/RN

Aikidojo Social – Recife/PE

Projeto Social Aikidô Infantil – Morro Santana/RS

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FAÇA A SUA PARTE !!!

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*Marcus Vinicius Andrade Brasil é Advogado e Aikidoca no Estado do Rio Grande do Norte. É responsável pelas aulas de Aikidô do Projeto Aikidô da Escola Municipal São Francisco de Assis em Natal/RN.

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Colaboração:

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Profissionais das Artes Marciais X CONFEF – Mais uma decisão

05/08/2011

A decisão que segue vale até que lei federal regulamente a matéria.

O Juiz Federal Edmilson Pimenta, da 3ª Vara, julgou procedente a Ação Civil Pública e determinou ao Conselho Regional de Educação Física da 13ª Região, que abrange os estados de Sergipe e Bahia, que se abstenha de exigir o registro e a inscrição dos profissionais das artes marciais junto à entidade, até que lei federal regulamente a matéria. O magistrado determinou, ainda, que o Conselho dê notoriedade à sentença, providenciando a sua publicação em jornal de grande circulação nos referidos estados.

A demanda jurídica recai na legalidade ou não da exigência feita pelo Conselho Regional de Educação Física da 13ª Região, no sentido de obrigar os instrutores de artes marciais que trabalham nos dois estados a cadastrarem-se em seu quadro para que possam exercer legalmente a profissão.

Segundo o juiz, a Lei nº 9.696/98, que regulamenta a profissão de Educação Física, indica quais são os profissionais sujeitos à inscrição nos quadros dos Conselhos Regionais de Educação Física. Sendo assim, não pode uma Resolução do Conselho Federal (CONFEF nº 046/2002) alargar o rol de profissionais submetidos à inscrição compulsória nos quadros dos Conselhos Regionais de Educação Física, para abarcar também os instrutores de artes marciais.

O art. 1º da aludida resolução é por demais genérico, incluindo qualquer atividade que demande movimento corporal, até mesmo atividades recreativas e de lazer, desvirtuando e alargando, indevidamente, o sentido da Lei nº 9.696/98”, esclareceu o juiz.

Fundamentado em jurisprudência atual e reiterada, o magistrado concluiu que “não se justifica o enquadramento das artes marciais nas atividades próprias dos profissionais de Educação Física apenas porque são executados movimentos corporais concatenados. Do contrário, os profissionais versados nas artes marciais também possuiriam autorização para ministrar aulas em cursos superiores de Educação Física, e isso efetivamente não ocorre, o que comprova a diversidade das áreas aqui tratadas.

Colaboração: www.trf5.jus.br


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