9 Novembro 2009
No final de semana dos dias 31/10/2009 a 02/11/2009, ocorreu na cidade Natal, estado do Rio Grande do Norte, as comemorações pelos 10 anos de Aikidô Kawai Shihan naquela capital. O evento deu-se na Academia Central de Aikidô de Natal com a presença do Sr. Reishin Kawai, 8º Dan de Aikidô e introdutor da arte no Brasil.
Dentre os convidados, além do Kawai Shihan e de sua filha Cristina Kawai, o evento contou com a presença de Rodrigo Martins Sensei, responsável pela Academia Central de Aikidô de Natal e pela introdução do Aikidô da linhagem do fundador Morihei Ueshiba na cidade do Natal e dos demais Sensei(s) da Academia de Natal (Marco Antonio, James Carlos, Sérgio Pellissari e Gabriel Lopes).
De outros estados vieram: Rogério Sensei, representando o estado da Paraíba; Henrique Sensei, representando Pernambuco e Daniel Sensei, representando a Bahia e colegas da Academia de Natal em outras cidades (São Paulo/SP, Parnamirim/RN, Mossoró/RN). Além dos ilustres convidados, alunos dos respectivos mestres compareceram ao evento.
O evento teve início no dia 31/10/2009 com um treino de abertura ministrado por Rodrigo Sensei. Após o treino, os participantes saíram em comitiva ao aeroporto da cidade do Natal (em Parnamirim) para fazer as boas vindas ao Mestre Reishin Kawai e sua filha Cristina.
No dia 01/11/2009, domingo, logo às 07:00h da manhã, os candidatos a aquisição de grau e mudança de grau já estavam perfilados no tatame da Academia Central de Aikidô de Natal para receber o avaliador Kawai Shihan. O exame se deu, como de costume, em uma atmosfera de confiança, alegria e descontração.
Após os exames, aqueles que participavam, foram prestigiar a presença do Mestre Kawai em um almoço no restaurante Sal e Brasa e depois, outra comitiva o levou ao aeroporto para seu retorno a São Paulo.
No final da tarde do mesmo dia, às 16:00h, os alunos da Academia Central de Aikidô de Natal e seus convidados participaram em peso do último treino do dia ministrado por Rodrigo Sensei.
Na noite do referido dia, por volta das 19:30h, deu-se a festa do evento comemorativo aos 10 anos de Aikidô em Natal com a participação no palco da Academia Central de Aikidô da violonista e aluna da Academia, a Srta. Mariana; apresentação da cantora e também aluna da Academia Central, Srta. Themis; da apresentação de Rodrigo Sensei, Leonardo (Ex Tricor), e Aleksej também alunos da Academia Central e Marco Antonio Sensei e seu filho Yuri.
Por fim, em 02/11/2009, segunda-feira, ocorreu às 08:00h da manhã, o treino de encerramento do evento com a presença dos alunos e dos convidados dos vários estados para encerrar as festividades dos 10 anos de Aikidô Kawai Shihan em Natal/RN.
Em breve será publicada a lista com os novos graduados da Academia Central de Aikidô de Natal.
Conheça o aikidô
Aikidô Kawai Shihan – União Sul Americana: www.aikidokawai.com.br
Aikidô em Natal: www.aikidorn.com.br
Aikidô em Pernambuco: www.aikidope.com.br
Aikidô na Paraíba: www.aikidopb.com
Aikidô na Bahia: www.aikidobahia.com.br
Colaboração: www.impressione.wordpress.com
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5 Outubro 2009
O maior motivo para a tensão dos profissionais de TI (tecnologia da informação) é a instabilidade, típica da profissão. Para combater este mal, que leva ao estresse, os executivos da área apostam em atividades diferenciadas.
O Aikidô, arte marcial criada no Japão em 1942 e que ensina o espírito japonês de amor às forças da natureza, é um exemplo destas atividades. Além de promover o bem-estar, ela ainda capacita o profissional para o ambiente corporativo.
Vantagens da prática
Para o diretor comercial da CSF Storage – empresa de tecnologia – Moacir Ladeira, é uma luta essencialmente defensiva, baseada em movimentos fluidos e circulares que ajudam a desenvolver a disciplina e organização, por meio de técnicas que podem incluir armas como espadas, facas de madeira e bastão.
Para ele, é um verdadeiro exercício de autocontrole. “Aprendemos com paciência e com concentração a controlar os atos e avaliar os caminhos que queremos seguir e onde devemos chegar“, explicou.
Colaboração: http://economia.uol.com.br
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30 Setembro 2009
Existem vários estilos no Aikidô. Nos dojôs e em demonstrações, podemos ver que cada praticante possui um estilo diferente: movimentos lentos, movimentos rápidos, movimentos vigorosos, movimentos que parecem uma dança e muitos outros.
Mas, por quê? Isto porque o Aikidô é uma arte de grande amplitude. O objetivo do Aikidô não é impressionar os outros com a força física, mas sim expressar os movimentos do espírito através do corpo. Além do que os movimentos do Aikidô são relativos ao parceiro, ficando mais lento se o parceiro for lento ou mais rápido se o parceiro for mais rápido, e mais, os movimentos dependem das características físicas e dos pensamentos de cada um.
O fundador Morihei Ueshiba pregava severamente sobre a importância do espírito, mas parece que ele não enquadrava detalhadamente os movimentos. Entre as palavras do fundador existe uma que diz: “No Aikidô não existem formas. Não existindo formas, é tudo um aprendizado do espírito. Não se pode apegar às formas. Isto porque impossibilita a execução de movimentos delicados. A partir do corpo, tudo o que possui uma forma é chamado de “HAKU”. O espírito de tudo o que existe é chamado de “KON”, e nosso objetivo é aprender o aperfeiçoamento do “KON”. Hoje tudo é centralizado no “HAKU”, mas “KON” e “HAKU” sempre devem estar juntos. O “KON” é que deve controlar o “HAKU” “. Isto nos mostra que o ideal do Aikidô é de que o espírito é o principal, devendo o corpo se movimentar de acordo com o movimento do espírito.
Assim, todo o movimento oriundo do espírito do “Aiki” seria Aikidô. O problema é que sem uma forma determinada, é impossível aprender. Sendo assim, foram criadas técnicas básicas (KIHON), por exemplo: dai-itikyo, dai-nikyo, shiho-nague, etc. para que se possa treinar metodicamente. A partir do KIHON, devemos aprender os movimentos esféricos e por meio deste, sentir o Ki, para atingirmos a essência do Aiki. Este é o caminho indicado pelo fundador.
Vendo as demonstrações dos alto-graduados, apesar dos estilos diferentes, sempre existem movimentos circulares, o que nos impressiona. Os movimentos circulares são a manifestação do espírito do Aiki, sendo isto o princípio do Aikidô.
Existem vários dojôs de Aikidô, mas o importante é que o instrutor consiga ensinar os movimentos circulares através dos treinos básicos. O mais importante é aprender os movimentos circulares através do treino persistente do KIHON. O fundador disse “Eu sou o que sou hoje, pelos 60 anos que treinei o KIHON“. São palavras que advertem os que, sem saber o KIHON, tentar apenas imitar superficialmente as técnicas.
*Makoto Nishida – 6o. Dan de Aikidô – Representante de FEPAI
Colaboração: www.linseidojo.com.br
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29 Setembro 2009
Dia 06/10/2009 – Dia Nacional do Doador Voluntário de Medula Óssea. Venha comemorar a data com uma caminhada. Saída de frente ao GACC/RN (fundos da Catedral) às 08h e ao final haverá o cadastramento de novos doadores de Medula Óssea.
O GACC/RN é pioneiro como ONG em campanha de Medula Óssea no estado do Rio Grande do Norte. Necessário se faz mostrar à população que a data de 06/10 é muito importante para o GACC/RN e para todos que lutam em prol daqueles que sofrem sem um doador compatível de Medula Óssea.
Participe você também. Chame seus amigos para ajudar.
Veja o Calendário do GACC/RN e vá fazer seu cadastro
06/10/2009 – Dia do Doador Voluntário de Medula Óssea – Caminhada e Campanha – Hemonorte e Hemovida
07/10/2009 – Campanha no Colégio Atheneu – GACC/RN – Bemfam – Hemovida
08/10/2009 – Campanha nos Colégios Felipe Guerra e Anísio Teixeira (colégios vizinhos na praça Pedor Velho) – GACC/RN – Bemfam – Hemovida
09/10/2009 e 16/10/2009 – Campanha no Hospital Natal Center – GACC/RN – Hemovida
19/10/2009 a 24/10/2009 – Campanha no CIENTEC – UFRN – GACC/RN – Hemovida
30/10/2009 a 01/11/2009 – Campanha no Midway Mall – GACC/RN – Hemonorte – Hemovida
Colaboração: www.impressione.wordpress.com
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22 Setembro 2009
Ouso pensar que estamos sempre em busca de algo ou alguém. Esta procura pode ser um acontecimento construído com nossa consciência ativa, ou sem que tenhamos a noção do caminho sob nossos pés e do destino para o qual nos dirigimos.
Antoine de Saint-Exupéry uma vez escreveu: “Só se vê com o coração. O essencial é invisível aos olhos”. Acho que podemos dizer que todas as verdades mais autênticas, isto é, aquelas que estão muito além de jogos de consoantes e vogais difíceis de se contradizer, enfim, essas genuínas verdades, só podem ser compreendidas e absorvidas pelo Amor que nos permitimos sentir e manifestar.
Eu acrescentaria que: só se vê, realmente, com a alma de nossa alma… e o essencial é intocável pelas palavras…
As nossas buscas, se possuírem um quê de universal, incluem, necessariamente, o Amor e, conseqüentemente, a Verdade, mas, acima de tudo, os Relacionamentos em Harmonia.
Uma pessoa muito amada pelo meu coração me trouxe a mensagem de que eu encontraria (ou deveria encontrar) o Aikidô e eu logo senti que me reencontraria comigo mesmo, enquanto estivesse também me encontrando com muitas das pessoas mais doces que eu viria a conhecer. A minha busca, então, deveria ganhar um novo sentido e um palco mais verdadeiro na minha vida.
Penso que, no fundo, não há nome para o que buscamos. Não há nome para quem somos. Não há nome para o que pensamos ou sentimos. Tudo em nós é tão infinito e grandioso que as palavras são, meramente, uma roupa que vestimos em nós mesmos ou nas coisas do mundo. Quando muito, e se bem utilizadas, as palavras podem vir a ser um simples pretexto para as revelações que dormem dentro de nós.
Olhei nos olhos de muitas pessoas. Senti muitas vezes encontrar e reencontrar muito daquilo que não tem um nome. Mas deverei continuar a minha busca, pois a própria busca já faz parte do que buscamos.
O Aikidô, portanto, na minha concepção, não tem realmente um nome. Chamamos de Arte, de Terapia, de Caminho da Harmonia, mas a Academia Central de Aikidô de Natal, as pessoas que fazem aquele mundo que apresenta o Aikidô e o desperta em Nós, realiza e ensina algo que não poderia jamais ser contido em uma palavra, ou em todas elas.
Meus Professores: Sensei James, Sensei Sérgio, Sensei Vinicius, Sensei Marco, Sensei Gabriel e Sensei Rodrigo trouxeram para minha vida um imenso brilho que não faz parte de mim ainda, mas que venho tentando compreender e abraçar o máximo que posso. Eles ensinam imagens, sentimentos, saberes, filosofia e tudo que é inominável, e não tão-somente técnica. Me ensinaram como fazer a minha parte para construir melhor meus relacionamentos com o mundo e, principalmente, com as pessoas.
Para quem é sensível a sua própria busca, o Aikidô é uma Verdadeira Busca. E a Academia Central de Aikidô de Natal é um jardim cheio de pessoas maravilhosas capazes de ajudar em nossa busca, ou ser a própria busca.
Pelo menos para mim, se surge um problema, isto não é um problema, é uma chance para alimentar e fortalecer a harmonia dentro de nós. Não resistiremos, mas sim, concordaremos. Com compaixão e sinceridade, sentiremos o nosso lugar no mundo, agiremos da maneira mais correta e condizente com a harmonia que desejamos para Nós mesmos, e compartilharemos o melhor que existe em nosso Ser. Desse modo, tudo se resolve, tudo é um caminho em direção a um destino que é um recomeço e um novo caminho.
Sempre que as coisas dão certo para mim, alguém me elogia, eu sinto gratidão e tranqüilidade, sou feliz e o bem acontece em minha vida e nos meus relacionamentos, sempre que sirvo a algo de bom, percebo que estou praticando Aikidô.
Tenho que agradecer, com todas as minhas forças, a meus Mestres, a todos os Mestres do Aikidô e a todos que foram e são a Academia Central de Aikidô de Natal, pois eles me ajudaram e ajudam na minha tentativa de ser alguém cada vez melhor e na minha procura por tudo aquilo de belo, que não se acha nos nomes, mas sim na alma de cada um de nós.
FREDERICO DANTAS RAMALHO CAVALCANTI – Advogado – Faixa verde de Aikidô – Aluno da Academia Central de Aikidô de Natal – www.aikidorn.com.br
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21 Setembro 2009
Num seminário promovido pela Associação Higashi de Judô, no seu aniversário, em 2009, Shihan Sadao, 7º Dan de Judô, entre tantas afirmações, deixou registrado que os movimentos realizados numa arte marcial não são naturais, mas criados, sendo naturais os movimentos que os seres humanos vão desenvolvendo, espontaneamente, desde o seu nascimento.
Judô e Aikidô são herdeiros de traços do Jujutsu do século XIX, este, já naquela época, adaptado às situações da vida civil, posto que se tratava de uma prática samurai remota usada em campos de batalha, quando do desarme do guerreiro em combate.
Cada ser humano possui um determinado grau de inteligência cinestésico-corporal, oriundo de múltiplos fatores, fatores esses que vão sendo determinados ao longo da vida e do desenvolvimento do ser humano, e esse grau de inteligência cinestésico-corporal determina certas limitações ou facilidades nas movimentações que a criatura faz por alguma necessidade sua, podendo mesmo esta necessidade originar-se de uma prática de ordem física desenvolvida pela pessoa.
No treino das artes marciais japonesas existem técnicas que vão sendo aprendidas, e estas técnicas possuem um tipo de movimentação básica, que lhe serve de fundamento, a partir da qual podem ser criadas variações (kuzure).
A noção de fundamento, desta forma, é uma necessidade do praticante, desde o mais iniciante ao mais avançado, não dentro de um padrão criado como referência de movimentação, a partir do que uma ou outra pessoa faça no âmbito do Dojô, mas dentro do que permite a natureza pessoal de cada praticante, visto possuir, cada um, um grau de inteligência cinestésico-corporal, que, lógico, pode ser desenvolvida e aperfeiçoada, mas não parametrizado em relação a quem quer que seja.
Como dito anteriormente, inúmeros fatores determinam o grau de inteligência cinestésico-corporal de uma pessoa para um determinado tipo de prática, e a arte marcial não está fora desse âmbito de análise, e esse grau pode mesmo constituir-se em um empecilho para a pessoa em relação a um tipo de atividade física, a depender do que lhe será exigido, fazendo com que ela descarte a hipótese de uma determinada atividade. Tal situação pode acontecer a qualquer ser humano.
Outro fator limitante é a idade, em termos dos movimentos de uma pessoa e da amplitude desses movimentos. Ela poderá realizar movimentação, diferentemente de uma pessoa mais nova cronologicamente, não estando mesmo impedida de uma prática, contudo, terá limitações, mas não se poderá exigir-lhe que realize os seus movimentos dentro dos padrões de pessoas mais novas que ela, até mesmo porque as articulações de quem possui uma idade um pouco mais avançada sofrem com os impactos do esforço exigido.
Um bom exemplo dessa situação, no âmbito do Aikidô, é a movimentação em swari-waza e hanmi-handachi para os mais velhos que guardem interesse na prática ou já estejam praticando. Mesmo os mais graduados, antigos na arte, sentem o impacto dessa limitação oriunda do envelhecimento natural que o ser humano pode enfrentar.
Observando os praticantes que iniciam os treinos de Aikidô, creio que todos, senão a maioria, passaram pela situação de ansiedade em relação às técnicas que vão sendo mostradas. Essa ansiedade está presente na preocupação de postura, de movimentação, de destreza, quando aquele que inicia ainda não sabe, por inexperiência ou falta de orientação, que ele não deve procurar realizar suas movimentações iniciais da mesma forma e destreza que o Sensei ou Senpai demonstra, que ele deve ir, aos poucos, adaptando-se aos movimentos básicos, que serão repetidos e aperfeiçoados ao longo do tempo.
Diz um ditado que aquilo que não sabemos fazer, devemos fazer devagar. Nada mais lógico e acertado.
O praticante novato costuma conduzir uma angústia por realizar, com perfeição (que não existe, posto que não há um parâmetro a ser seguido, em termos pessoais) suas movimentações, e uma vez que é comum qualquer um, independente de graduação, deixar passar despercebido algum detalhe, um ponto a ser ressaltado dentro da movimentação da pessoa pode ser realçado pelo instrutor na ocasião, que pode ser o Sensei do treino ou o Senpai com quem o menos graduado esteja treinando.
Daí surge, talvez, um problema: o movimento realizado, que precisa ser aperfeiçoado, estaria errado ou incompleto?
A melhor didática recomendaria a segunda opção, posto que não causaria mais stress no aluno novato, cujas características de personalidade ainda são desconhecidas no âmbito do Dojô, podendo desestimulá-lo à continuidade dos treinos, além do que, de certa forma, todo o ser humano continua sempre em aprendizagem, desde quem começa as primeiras lições de qualquer ramo de conhecimento ou até mesmo quem conduz alguma forma de aprendizagem a um determinado grupo.
Assim, conclui-se que, na verdade, ao realizar uma determinada técnica, em especial o iniciante, ao faltar algum detalhe dentro do fundamento dessa técnica, esse detalhe que falta não é um erro, mas uma lacuna temporária.
MARCOS JOSÉ DO NASCIMENTO – Servidor Público Federal – Faixa-Preta em Judô e Marrom em Aikidô – Aluno da Academia Central de Aikidô de Natal – www.aikidorn.com.br
Referências:
01 – Judo Formal Techiniques: A complete guide to Kodokan Randori no Kata – Tuttle Publishing – Tadao Okati e Don F. Draeger.
02 – Kodokan Judo – Jigoro Kano – Kodansha.
03 – Origins of Judo – Allen Gordon – http://www.judoinfo.com/jhist3.htm.
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15 Setembro 2009
Durante do período Jokoto (800 dC), as espadas usadas eram retas, com fio simples ou duplo e pobremente temperadas. Não havia um desenho padrão, e eram atadas à cintura por meio de cordas. Evidências históricas sugerem que elas eram feitas por artesãos chineses e coreanos que trabalhavam no Japão. As primeiras espadas que se tornaram a arma padrão do samurai foram feitas pelo ferreiro Amakuni, em meados do século VIII.
A adoção do eficiente fio curvado foi um grande passo tecnológico para a época, que coincidiu com as melhorias nas técnicas de temperamento. A era de ouro da manufatura de espadas deu-se sete séculos mais tarde, entre 1394 e 1427. De qualquer modo, quando se estabeleceu a infantaria de massa em substituição à cavalaria das épocas anteriores, a pesada espada do tipo “tachi”, que servia ao cavaleiro montado, foi substituída pela leve kataná, mais curta. Antes, o cavaleiro portava a espada com a lâmina para baixo e a desembainhava em um movimento para cima, de modo que não ferisse o cavalo. Já a kataná passou a ser portada com a lâmina voltada para cima.
Tal mudança na forma de porte da espada significou o início de um método de combate completamente novo, que teria um efeito dramático no modo como o samurai encarava a guerra.
Com a espada segura firmemente na cintura, o samurai a sacava e cortava rapidamente num só movimento, defendendo-se sem precisar sacar primeiro e só então adotar uma postura defensiva. Desde então, o Kenjutsu (uso da espada já sacada) e o Battojutsu (saque e corte imediato) tornaram-se disciplinas separadas, porém paralelas. Várias escolas e sistemas se estabeleceram, então, para o ensino de ambas.
Durante o Sengoku Jidai, a falta de um governo central forte encorajou os daimyo a lutar entre si para expandir territórios. Cresceu a demanda por armas, e os ferreiros iniciaram uma produção em massa de espadas de baixa qualidade. Antes, o aço era cuidadosamente elaborado, forjado e temperado num processo artesanal. Depois, passou a ser importado de forma já pronta, para facilitar a forja rápida. A espada resultante, embora bela, era menos durável e imprecisa. A verdadeira beleza da espada está em sua precisão, durabilidade e aparência. Só quando esses três elementos estão combinados, a arma terá boa performance nas mãos do espadachim.
Espadas que avariam em contato com um objeto duro, ou que revelam uma parte interna de baixa qualidade, não podem ser consideradas legítimas “Nippon To” (espadas japonesas). Não merecem compartilhar da reputação estabelecida pelas lâminas dos grandes mestres ferreiros, que produziam com métodos tradicionais. Hoje, apenas as escolas de Toyama e Nakamura fazem o teste de corte (Tameshigiri). No final da batalha de Sekigahara, em 1600, venceu o general Tokugawa Ieyasu, e seguiram-se trezentos anos de paz.
Nesse período, não havia outro modo de testar uma espada senão pelo corte de corpos de criminosos mortos. Portar espada era proibido, segundo a lei de 1876. Desde que surgiu um interesse no Ocidente pelas artes marciais do Japão, estipulou-se que a verdadeira arte da espada morreu com a restauração Meiji, ou logo após o uso de espadas pelos samurais ter sido esquecido. Alguns historiadores afirmam que a arte da espada começou a declinar após a batalha de Sekigahara, no período Tokugawa, e nunca mais foi recuperada. A conclusão é que a arte da espada morreu no final do século XIX.
Felizmente, nada disso é verdade. Em 1875, no começo da era Meiji, o Japão vislumbrava seu moderno futuro industrial e a Toyama Gakko, sob nova direção, provou ser o veículo a carregar a tradição da espada rumo ao século XX. Fundada para treinar guerreiros militares, além de outras disciplinas, sua base era o “Gunto Soho”, ou “método da espada militar”. Essa combinação de técnicas de antigas escolas famosas, principalmente a Omori Ryu, e sua adoção pelo exército, levou mais tarde à fundação da escola Toyama de espada, em 1925.
Outras escolas, entretanto, não obtiveram o mesmo sucesso. Escolas que antes ensinavam os antigos métodos de samurai agora voltavam-se ao mercado de massa. Em 1870, muitos dojôs na área de Tóquio ensinavam técnicas menos vigorosas. Quando o Kenjutsu dos samurais tornou-se o Kendo do praticante comum, muito da tradição foi perdido.
Porém, as artes tradicionais ainda sobreviviam em algumas escolas militares. Até hoje, o Battojutsu permanece pouco conhecido fora dos círculos militares. A beleza dessa arte consiste em sua simplicidade e eficiência mortal, sem posturas artificiais ou teatrais. Ela é simplesmente uma maneira eficiente, prática e rápida de cortar um oponente num decisivo ato de auto-defesa. Seu poder destrutivo é devastador. O Battojutsu pode apenas ser aprendido em uma escola tradicional onde os métodos antigos, baseados numa experiência de combate real, ainda são seguidos. Então, o método do corte pode ser compreendido em sua plenitude.
Colaboração: www.bugei.com.br
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3 Setembro 2009
Acredita-se que a arte do bastão mais curto foi desenvolvida pelo grande espadachim Muso Gonosuke, há aproximadamente quatro séculos atrás, após uma derrota em combate pelo famoso Myamoto Musashi, que utilizava espadas de madeira (boken, bokutô) para seus combates.
De acordo com a histórica tradição, Gonosuke se retirou para um templo Shinto e, após longo período de treinamento árduo, de muita purificação e meditação na arte do bastão, desenvolveu um notável domínio sobre o Jo. Seu estilo foi denominado de Shindo Muso Ryu, foi então que desafiou Musashi para um novo confronto. O método criado por Gonosuke possibilitou penetrar na forte postura do estilo de Musashi.
Gonosuke Sensei praticou firme e continuamente até desenvolver os golpes básicos que resultaram em 20 técnicas, que mais tarde foram combinados e aperfeiçoados, sendo criadas as formas básicas (Kata).
Os Katas básicos do Jojutsu, que posteriormente vieram a fazer parte do Jodô (nome adotado por algumas escolas), incluem a utilização de sequências com outras armas, como Bo (bastão longo), Boken e Tanto (faca).
Colaboração: www.bugei.com.br
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Aikidô, Cultura, Textos Interessantes | Etiquetado: Aikidô, Arte do Bastão, Bastão, BO, Boken, Bokutô, Espada de Madeira, Espadacim, Faca, Jô, jojutsu, Kata, Meditação, Muso Gonosuke, Myamoto Musashi, Prática, Purificação, Sensei, Shindo Muso Ryu, Tantô, Templo Shinto, Treinamento |
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27 Agosto 2009
A Federação Espírita Brasileira convida a todos os espíritas e simpatizantes para participar de mais um passo rumo ao respeito à vida humana, desde a concepção: a 3ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida.
Como parte central da programação, a 3ª Marcha, que este ano faz parte do Projeto Cultura, Cidadania e Vida, ocorrerá no dia 30 de agosto com Concentração no Eixão Sul, altura da 208, a partir das 15h, em Brasília (DF). O encerramento deste grande evento contará com um show com a cantora Elba Ramalho, aberto ao público, com entrada franca.
Do projeto Cultura, Cidadania e Vida constam ainda: show com o Grupo Arte Nascente no dia 28 de agosto na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, às 19h, lançamento da Exposição pela Vida pela Paz, com obras de arte doadas por renomados artistas do Distrito Federal, oficina de trabalho sobre o tema “A contribuição das artes para a promoção da defesa da vida e da cultura da paz”.
A FEB defende o respeito à vida desde a fecundação e o Movimento Brasil Sem Aborto!
INFORMAÇÕES
Telefone: (61) 3345-0221
E-mail: pelavidapelapaz@gmail.com
Site: www.brasilsemaborto.com.br
Assessoria de Comunicação da FEB: imprensa@febnet.org.br e (61) 2101-6175.
Colaboração: www.impressione.wordpress.com
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Espiritismo | Etiquetado: Brasília, Defesa, Defesa da Vida, DF, Elba Ramalho, Espírita, Espiritismo, Exposição pela Vida e pela Paz, FEB, Federação Espírita Brasileira, Grupo Arte Nascente, Marcha Nacional da Cidadania pela Vida, Movimento Brasil sem Aborto, Projeto Cultura Cidadania e Vida, Teatro Nacional, Vida |
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25 Agosto 2009
Francisco Cândido Xavier nasceu em Pedro Leopoldo, no interior de Minas Gerais, filho de Maria João de Deus e João Cândido Xavier. Aos cinco anos perde a mãe, com cujo espírito afirmava conversar. Em maio de 1927 tem sua primeira experiência na doutrina espírita, quando sua irmã Maria Xavier Pena, desenganada pelos médicos, é levada até a casa de uma família espírita. Faz uma prece em torno do leito da irmã, que é curada.
A partir daí começa a frequentar reuniões espíritas. Em julho de 1927 psicografa pela primeira vez, totalizando 17 páginas. Em 1932 edita seu primeiro livro, “Parnaso de Além-túmulo”, uma coletânea de 59 poemas assinados por 14 grandes poetas brasileiros já falecidos. Em 1944, publica o livro “Nosso Lar”, best-seller entre as publicações espíritas.
Em 1972 concede uma entrevista de quatro horas na extinta TV Tupi, num programa chamado “Pinga-Fogo”. A participação atrai cerca de 20 milhões de telespectadores. Aos 65 anos, anuncia que encerrará suas atividades mediúnicas, devido ao desgaste físico. Até sua morte, em 2002, aos 92 anos, publicou 412 livros, muitos traduzidos em diversas línguas e também em braile.
Chico foi eleito o mineiro do século XX, seguido por Santos Dumont e Juscelino Kubitschek. Nunca aceitou dinheiro arrecadado com a venda de seus livros.
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Espiritismo | Etiquetado: Atividade Mediúnica, Chico Xavier, Doutrina Espírita, Espírita, Espiritismo, Espiritualidade, Francisco Cândido Xavier, João Cândido Xavier, Maria João de Deus, Maria Xavier Pena, Mediunidade, Minas Gerais, Nosso Lar, Parnaso de Além-túmulo, Pedro Leopoldo, Pinga Fogo, Psicografia, Reunião Espírita, TV Tupi |
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19 Agosto 2009
Hoje, 19/08/2009, compareceu na Escola São Francisco de Assis – local onde se desenvolve o Projeto Aikidô – a equipe do Projeto Escola Brasil – PEB. O PEB patrocina a Escola São Francisco e apóia seus voluntários em várias atividades: Aikidô, Basquete, Tênis de Mesa, bem como o laboratório de informática com a estrutura e equipamentos.
A Equipe do PEB veio na intenção de fazer uma filmagem para divulgar aos seus colaboradores os trabalhos que está desenvolvendo.
Projeto Aikidô – Filmagem
O treino de Aikidô começou as 8h:30m da manhã. Por volta das 9h:45m a equipe de filmagem, já a postos, começou a fazer a produção das imagens. Alongamentos, rolamentos, técnicas e entrevistas foram feitas para preparar o material que será encaminhado para edição e posteriormente ser apresentado aos colaboradores do PEB – Banco Real, Aymoré Financiamento, Santander.
Ao Treino/Filmagem compareceu Sensei Vinicius Brasil (2° Dan – Aikikai), voluntário do Projeto Aikidô e 25 (vinte e cinco) crianças, com idades de 08 a 13 anos, integrantes do Projeto Aikidô.
Em seu depoimento o Sensei Vinicius Brasil falou das mudanças de atitude e comportamento dos integrantes do Projeto Aikidô. A indisciplina e a desordem anteriormente reinante deu lugar à disciplina e ao bom comportamento.
O Treino/Filmagem correu bem, as imagens foram feitas e o objetivo alcançado. A equipe do Projeto Aikidô aguarda o retorno do material editado para fazer mais uma festa.
Conheça o Projeto Escola Brasil: www.projetoescolabrasil.org.br
Conheça a Aikikai: www.aikikai.or.jp
Conheça o Aikidô de Natal/RN: www.aikidorn.com.br
Colaboração: www.impressione.wordpress.com
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Aikidô, Notícias, Voluntariado | Etiquetado: Aikidô, Aikikai, Alongamentos, Aymoré Financiamento, Banco Real, Basquete, Comportamento, Dan, Desordem, Disciplina, EMSFA, Entrevista, Escola São Francisco de Assis, Filmagem, Indisciplina, Informática, Ordem, Patrocínio, PEB, Projeto Aikidô, Projeto Escola Brasil, Rolamentos, Santander, Sensei, Técnicas, Tênis de Mesa, Trabalho Voluntário, Vinicius Brasil, Voluntariado, Voluntário |
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17 Agosto 2009
Aikijujutsu, arte marcial praticada antigamente pelos nobres japoneses, por sua riqueza de conhecimento e dificuldade. Perde-se na história a época ou período do surgimento da arte, já que o Japão antigo não exercitava a prática da escrita, restringindo o conhecimento passado apenas entre os familiares das aldeias. Diz-se que sua origem vem da arte da espada, o Kenjutsu, quando nas batalhas não havia outras soluções para a defesa que não o conceito do Sukima (vazio).
O Sukima representa um fundamento básico do Aikijujutsu, e simboliza fazer com que um adversário (inicialmente portando a espada Katana) não consiga atingir seu objetivo, apenas usando os conceitos dos quatro elementos, água, fogo, ar e terra. A partir deste princípio surgiu o primeiro movimento que hoje constituí o Aikijujutsu.
Arte muito antiga, baseada na harmonia e na utilização da energia interior, conhecida como Ki. O Ki é o princípio que rege o universo do Aikijujutsu, focalizando os estudos em sua condução e direcionamento. Bastante usada por velhos e mulheres, por sua riqueza e eficácia da utilização da não-força; alguns a consideram como a arte de lutar sem lutar. É baseada na utilização de chaves, torções e imobilizações, de modo a invalidar o inimigo buscando a harmonia do corpo.
O nome da arte pode ser traduzida para o português da seguinte forma:
Ai: harmonia,amor
Ki: energia, força vital
Ju: flexibilidade
Jutsu: arte
O AikiJuJutsu, desde a organização por Minamoto no Yoshimitsu, e até mesmo antes, teve muitos caminhos distintos, que resultaram em diferentes estilos, como o Daito Ryu Aiki JuJutsu, fundado por Sokaku Takeda, e também o Aiki JuJutsu estudado no Kaze no Ryu, que se difere daquele em muito pela influência das artes de guerra nos povos antigos, os Ainos, que originaram o povo Shizen.
O Aikijujutsu de Takeda veio da linhagem dos Minamoto, que organizaram as técnicas Aiki e o fundaram, aproximadamente no séc.XV. A arte se desenvolve através da circularidade, tal como no universo, pois o praticante é um “sol”, que mantém seus inimigos em sua órbita, sem jamais deixar de iluminá-los. Porém, sempre após o dia, vem a noite, que esconde as práticas mais fortes e rígidas voltadas à guerra, onde se encontra o que chamamos Hidoi.
A complexidade de seu sistema a consagrou como uma arte de nobres costumes. Sua dificuldade se encontra exatamente na harmonia interior do praticante, não se deixando levar por qualquer sentimento ou emoção que afetasse a sua técnica.
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Aikidô, Cultura, Textos Interessantes | Etiquetado: Adversário, Aiki, Aikidô, Aikidô Natal, Aikijujutsu, Ainos, Aldeia, Amor, Ar, Arte, Arte Marcial, Água, Batalha, Círculos, Chaves, Circularidade, Conhecimento, Daito Ryu Aiki JuJutsu, Defesa, Dia, Emoção, Energia, Energia Interior, Espada, Flexibilidade, Fogo, Força Vital, Harmonia, Hidoi, Imobilizações, Japão, Katana, Kaze no Ryu, Ken, kenjutsu, Ki, Minamoto, Minamoto no Yoshimitsu, Nobre, Noite, Praticante, Shizen, Sokaku Takeda, Sukima, Técnica, Terra, Torções, Universo, Vazio |
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4 Agosto 2009
Na índia, o Hara é conhecido como o Swadhistana (Morada do Prazer), em sânscrito, ou Chakra Sexual (sacro), no Brasil. Na verdade, a função desse chakra ultrapassa em muito a função genital. Ele também controla as vias urinárias e as gônadas (glândulas endócrinas: testículos no homem; ovários na mulher) e é responsável pela vitalização do feto em formação (função essa que divide com o chakra básico). Aliás, a ligação desses dois chakras é estreita demais. Isso se deve ao fato de que parte da energia Kundalini é veiculada do básico para dentro do chakra sacro. É por esse fator que alguns tibetanos consideram esses dois chakras como um único centro.
Devido à sua intensa atuação energética na área genital, o chakra sacro normalmente é suprimido por várias doutrinas espiritualistas ocidentais, muito presas à condicionamentos antigos sobre sexualidade. Muitas delas colocam o chakra esplênico (que fica na altura do baço) em seu lugar. O motivo disso é simplesmente o tabu em relação à questão sexual. Já os orientais não sofreram a repressão sexual imposta aqui no Ocidente pelo Cristianismo, daí não hesitaram em classificar o chakra sexual como um dos principais centros de força do campo energético, enquanto consideram o chakra do baço apenas como um centro de força secundário.
Osho, no livro The Golden Future, fala sobre a prática de reter o Ki ao “fechar o Hara”:
“O Hara é o centro por onde a vida deixa o corpo. É o centro da morte. A palavra Hara é Japonesa; eis porque no Japão, suicídio é chamado de Harakiri. O centro localiza-se a duas polegadas abaixo do umbigo. Isso é muito importante, e quase todo mundo já o sentiu. Porém, só no Japão eles se aprofundaram em suas implicações.
O Hara está muito próximo do centro sexual. Se você não se elevar em direção aos centros mais altos, em direção ao sétimo centro que está na sua cabeça, se você permanecer por toda sua vida no centro sexual, bem ao lado do centro do sexo está o Hara, e quando sua vida acabar, o Hara será o centro por onde sua energia da vida sairá do corpo.
Energia transbordando no centro do sexo é perigoso, porque ela pode começar a ser liberada pelo Hara. E se ela começar a sair pelo Hara, ficará mais difícil conduzi-la para cima. Então eu tinha lhe dito para manter sua energia dentro e não para ser tão expressivo: Segure-a dentro! Eu só queria que o centro do Hara, que estava se abrindo e que poderia ser muito perigoso, ficasse completamente fechado.
Você seguiu isso, e você se tornou uma pessoa totalmente diferente. Agora quando lhe vejo, não posso acreditar na expressividade que tinha visto antes. Agora você está centrado e sua energia está se movendo na direção correta para os centros mais elevados. Está quase no quarto centro, que é o centro do amor e que é um centro muito equilibrado. Três centros estão abaixo e três centros estão acima dele.
Por causa desses sete centros, a Índia nunca deu importância ao Hara. O Hara não está na linha; está apenas ao lado do centro do sexo. O centro sexual é o centro da vida e o Hara é o centro da morte. Excitação demais, muito descentramento, lançar demasiada energia por todo o lugar é perigoso porque isso leva sua energia em direção ao Hara. E uma vez que a rota é criada, fica mais difícil mover-se para cima. O Hara situa-se paralelo ao centro sexual, assim a energia pode se mover muito facilmente. O Hara deve ser mantido fechado. Eis porque eu lhe disse para ficar mais centrado, para segurar seus sentimentos dentro, e para trazer a energia para seu Hara. Se você puder manter seu Hara controlando conscientemente suas energias, este não as permite sair. Você começa a sentir uma tremenda gravidade, uma estabilidade, um centramento, o que é uma necessidade básica para que a energia se eleve.
Seu centro do Hara tem tanta energia que, se ela for corretamente direcionada, a iluminação não é um lugar distante.
Portanto, essas são minhas duas sugestões: mantenha-se tão centrado quanto possível. Não se perturbe com coisas pequenas: alguém está zangado, alguém lhe insulta e você fica pensando nisso por horas. Toda sua noite fica perturbada porque alguém disse alguma coisa… Se o Hara puder segurar mais energia, assim, naturalmente essa imensa energia começa a subir. Há somente uma certa capacidade no Hara, e toda energia que se move para cima move-se através do Hara; mas o Hara deve estar bem fechado.
Então uma coisa é que o Hara deve permanecer fechado.
A segunda coisa é que você deve trabalhar sempre pelos centros mais elevados. Por exemplo, se você fica zangado com muita freqüência você deve meditar mais sobre a raiva, para que essa raiva desapareça e essa energia se transforme em compaixão. Se você é um homem que a tudo odeia, então você deve se concentrar no ódio; medite sobre o ódio, e essa mesma energia se transforma em amor. Prossiga movendo-se para cima, pense sempre nos degraus mais altos, para que você possa alcançar o ponto mais elevado de seu ser. E não deve haver nenhum vazamento no centro do Hara.
Não deve ser permitido que a energia se mova através do Hara. Uma pessoa cuja energia começa através do Hara, você pode detectar muito facilmente. Por exemplo, existem pessoas com quem você irá se sentir sufocado, com quem você irá sentir como se elas estivessem sugando sua energia. Você descobrirá isso, depois que elas vão embora, você relaxa e fica à vontade, embora essas pessoas não estivessem fazendo nada de errado a você.
Você também encontrará o tipo oposto de pessoas, cujo encontro lhe torna alegre, mais saudável. Se você estiver triste, sua tristeza desaparece; se você estiver zangado, sua raiva desaparece. Essas são as pessoas cujas energias estão se movendo para os centros mais elevados. A energia delas afeta a sua energia. Estamos continuamente afetando uns aos outros. E o homem cônscio, escolhe amigos e companhias que elevam sua energia.
Um ponto está bem claro. Existem pessoas que lhe sugam, evite-as! É melhor ser claro quanto a isso, diga adeus a elas. Não há necessidade de sofrer, porque são perigosas; elas também podem abrir o seu Hara. O Hara delas está aberto, eis a razão de criarem tal sentimento de sugação em você.
A psicologia ainda não percebeu isso, mas é muito importante que pessoas psicologicamente doentes não deviam ficar juntas. E isso é o que está ocorrendo por todo o mundo. Pessoas psicologicamente doentes são colocadas juntas em instituições psiquiátricas. Elas já são psicologicamente doentes e vocês as estão colocando numa companhia que irá arrastar a energia delas mais para baixo ainda.
Mesmo os médicos que trabalham com doentes mentais já deram indicações suficientes disso. Mais psicanalistas cometem suicídio do que qualquer outra profissão, mais psicanalistas enlouquecem do que qualquer outra profissão. E todo psicanalista de vez em quando precisa ser tratado por algum outro psicanalista. O que acontece com esses coitados? Cercado de pessoas psicologicamente doentes, eles são continuamente sugados, e eles não têm a menor idéia de como fechar o Hara delas.
Existem métodos, técnicas para fechar o Hara, assim como há métodos para a meditação, para mover a energia para cima. O melhor e mais simples método é: tente permanecer tão centrado em sua vida quanto possível. As pessoas não podem sequer sentar em silêncio, elas ficam mudando de posição. Elas não podem deitar silenciosamente, por toda à noite elas ficam agitadas e revirando-se.
Você fez bem. Basta continuar o que você está fazendo, acumulando sua energia dentro de você mesmo. A acumulação de energia automaticamente a faz subir. E quando ela ficar mais elevada você irá se sentir em paz, mais amoroso, mais alegre, compartilhando, mais compassivo, mais criativo. Não está muito longe o dia quando você irá se sentir repleto de luz, e com o sentimento de ter chegado de volta em casa.”
Referências nos links abaixo:
• O conceito de Chi;
• Qi e Energia: Tradução, Tradição, Traição;
• Confusão do chakra esplênico com o sacro;
• A Importância do Musubi
Colaboração: www.saindodamatrix.com.br
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31 Julho 2009
O Tan t’ien está no centro do corpo. Os taoístas acreditavam que no útero o feto humano recebe um tipo especial de Ki pelo cordão umbilical. Era o chamado “Ki pré-natal“, que circulava livremente em sua órbita bem como em todos os 32 meridianos de energia. Depois do nascimento e com o passar do tempo este Ki perde seu controle sobre o corpo, não circula mais livremente, os meridianos ficam bloqueados e resultam em desequilíbrios emocionais, doenças físicas e fragilidade, na velhice.
Por outro lado, Tan t’ien é o nome dado aos três principais centros de energia localizados no eixo interno de nosso corpo:
1º) Tan t’ien Superior – Localizado atrás do ponto médio entre as sobrancelhas – Hipófise.
2º) Tan t’ien Médio – Localizado na região do Plexo – Coração.
3º) Tan t’ien Inferior – Localizado três dedos abaixo do umbigo.
É esse último ao qual nos referimos aqui, também chamado “Mar de Energia“. Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, estando cheio o reservatório, ele transborda para os oito vasos energéticos (“vasos maravilhosos“) e posteriormente flui para os doze canais (meridianos), cada um dos quais associados a órgãos específicos. Dessa forma o Ki circula por todo o corpo ao longo de canais (muitas vezes seguindo um percurso paralelo ao sistema cardiovascular), animando toda a matéria viva de nosso ser.
O Tan t’ien, portanto, é claramente a base de todo o sistema energético. Mas os órgãos de vital importância para o corpo, na medicina chinesa, são os rins (Shen), pois eles que regulam o armazenamento e distribuição de Ki para o corpo.
Sabedor disso (de alguma forma), os sacerdotes das diversas religiões usam uma cinta, faixa ou corda exatamente nesta altura (notem que não é uma questão estética, já que ela fica um pouco acima da cintura). Lutadores de artes marciais também costumam amarrar uma larga faixa bem apertada nesse local, para ativar e evitar dispersão da energia. A importância parece estar no judaísmo, também, pois no velho testamento os Salmos fazem várias referências ao coração e rins.
No ritual de iniciação ao Zoroastrismo o sacerdote pega três cordões, que simbolizam a essência filosófica dessa religião: boas palavras, bons pensamentos e boas ações. O iniciado beija as cordas, que são então levadas à altura da fronte (ou terceiro olho) e é então amarrado na cintura do iniciado, na altura dos rins, simbolizando um comprometimento com essas três bases Zoroástricas de uma forma muito parecida com o judaísmo, que usa um Tefilin no braço e na cabeça para simbolizar que se está intimamente “atado” a Deus.
Referências nos links abaixo:
• O conceito de Chi;
• Qi e Energia: Tradução, Tradição, Traição;
• Confusão do chakra esplênico com o sacro;
• A Importância do Musubi
Colaboração: www.saindodamatrix.com.br
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30 Julho 2009
Hara (腹) significa literalmente “barriga“. É na região abdominal onde o Ki se acumula, mas o ponto central de onde esta energia flui para todo o corpo é conhecido por Tanden (em japonês) ou Tan t’ien (丹田 em chinês), que significa literalmente “área vermelha“, um ponto 6 cm (três dedos) atrás e abaixo do umbigo. É nesse ponto que os praticantes de Kempô, Karatê ou do Tai Chi Chuan se concentram quando fazem as suas técnicas. É fechando o períneo e contraindo o cóccix que se fecha um circuito de energia (para não deixá-la escapar, nas meditações Taoístas) e assim unir os canais ímpares Jen Mu e Tu Mu, fazendo assim a órbita Microcósmica no interior do corpo. Sendo estes dois canais intensificados (energizados) os demais meridianos são também intensificados (os dois canais ímpares influem nos outros canais pares, na acupuntura).
Com a prática dessa técnica de retenção do Ki, pode-se fazer uma brincadeira que é usada em demonstrações de artes marciais, quando uma pessoa normalmente magra é levantada facilmente por outra mais forte, mas quando essa mesma pessoa se concentra e direciona seu Ki para baixo, “enraíza” no chão e aparentemente dobra de peso, só sendo levantada novamente com grande esforço físico.
Na verdade o que ocorre é o seguinte: quando alguém tenta nos levantar e concentramos no Tanden, nós dirigimos – mentalmente – o nosso Ki para baixo, para os pés e para a terra.
Assim, a força do nosso adversário é direcionada para baixo pela força do nosso fluxo – da nossa energia indo para baixo – então o nosso adversário está nos “empurrando” para baixo e não para cima, como ele pensa que está. Para ele superar este fluxo terá que desprender bem mais energia do que o necessário para nos levantar do solo. É um redirecionamento da força do oponente (a base do Aikidô).
Uma outra técnica que todos podem fazer diariamente para aumentar gradativamente o Ki é o Resshu Gamae, uma técnica de centralização de energia. Você assume essa postura ereta, com os joelhos levemente flexionados, como se estivesse abraçando o tronco de uma grande árvore. As palmas das mãos espalmadas, viradas para dentro, e cujos dedos apontam um para o outro, sem se tocar.
Comece fazendo isso por 5 minutos ao dia, por 15 dias. Depois passe para 10 min. ao dia por mais 15 dias, e depois 20 min. por mais 15 dias. Depois disso você já pode sair por aí soltando Hadouken, Leigan, etc.
No Japão, diz-se que os mestres em caligrafia, espada, cerimônia do chá ou artes marciais “atuam a partir do Hara“, ou seja, não precisam de esforço para fazê-lo (algo próximo ao nosso “saber de cor“). Professores budistas orientam seus estudantes a centrar suas mentes no Tanden, que ajuda a manter sob controle os pensamentos e as emoções. “Atuar a partir do Tanden” no budismo é o equivalente ao estado de Samadhi.
Referências nos links abaixo:
• O conceito de Chi;
• Qi e Energia: Tradução, Tradição, Traição;
• Confusão do chakra esplênico com o sacro;
• A Importância do Musubi
Colaboração: www.saindodamatrix.com.br
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28 Julho 2009
Ser Brega é Chique. Ser Brega Solidário é mais chique ainda.
É chegada a hora, tira a roupa fedida de naftalina do fundo do baú, uma camisa cacharrel de veludo ou de volta-ao-mundo; coloca aquele pente flamengo no bolso, retira o ouro do Penhor da Caixa Econômica (se não tiver ouro, bijuteria serve). Vai ao barbeiro e arruma o “bigodim” à Charles Chaplin e corre pra comprar tua senha, pois se na 2ª versão do Brega Solidário o espaço da AABB foi pequeno, imagine este ano?
O III BREGA SOLIDÁRIO acontecerá no dia oito de Agosto, um sábado, a partir das 21h, na Associação Atlética dos Funcionários do Banco do Brasil – AABB, situada à Avenida Hermes da Fonseca com tudo que uma festa brega pode oferecer.
Ambiente refrigerado com capacidade para 400 pessoas e contando com breguíssimas recepcionistas; participação voluntária e especial de artistas consagrados (ver programação); iluminação de Castelo Casado; Som de Rizomar; peças publicitárias criadas pela Virttus Propaganda e Publicidade; tira-gostos que todo brega gosta; concurso dos mais bregas com direito a “prêmio”, e de repente a chance de ficar famoso; local temático para tirar aquela foto de lembrança; Radio Bregacc para enviar aquele torpedo de amor; e ainda uma dose de Samanaú de cortesia.
Confira a imperdível Programação Musical:
· 21h – BALALAIKA BREGA BAND (Tertuliano e Franklin Novaes)
· 22h – DODODA DE CAICÓ (3ª colocada no FORRAÇO 2009)
· 23h – DESFILE DOS MAIS BREGAS, SORTEIO DE BRINDES
· 24h – LUCINHA LIRA
· 01:30h – RODOLFO AMARAL E FERNANDO BOTELHO
· 02:30h – IVANILDO DE NATAL
· Participação Especial de RENATO TERRA
As senhas já se encontram à venda na sede do GACC-RN, na Avenida Floriano Peixoto (atrás da catedral Metropolitana) e com nossos voluntários.
Não esqueça:
AABB – Avenida Hermes da Fonseca – 08 de Agosto, sábado, a partir das 21h
Outras informações:
GACC-RN – Avenida Floriano Peixoto nos fundos da Catedral Metropolitana – (84) 3221 – 5684
Colaboração: www.impressione.wordpress.com
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Voluntariado | Etiquetado: 3° Brega Solidário, AABB, AABB RN, Associação Atlética do Banco do Brasil, Baú, Balalaika Brega Band, Bijuteria, Brega, Brega Solidário, Cacharrel, Castelo Casado, Charles Chaplin, Chique, Criança, Criança com Câncer, Desfile, Dododa de Caicó, Fernando Botelho, Forraço, Franklin Novaes, GACC, GACC RN, Grupo de Apoio à Criança com Câncer, Ivanildo de Natal, Lucinha Lira, Naftalina, Penhor, Pente Flamengo, Rádio Bregacc, Renato Terra, Rizomar Som, Rodolfo Amaral, Samanaú, Solidário, Sorteio, Tertuliano, Trabalho Voluntário, Veludo, Virttus, Virttus Propaganda e Publicidade, Volta ao Mundo, Voluntariado |
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24 Julho 2009
Na China é chamado Chi ou Qi. No Japão é chamado Ki. Podemos definir o Ki como Força Vital, ou Essência vital da pessoa, que também está presente em animais, plantas, e todos os seres vivos.
Na filosofia chinesa, originalmente, Chi era aquilo que diferenciava as coisas com vida das coisas sem vida. Com o desenvolvimento dessa filosofia, o conceito de Chi foi ampliando, cada vez mais, sua gama de significados e aplicações. Por isso desenvolveu-se o trio Jing, Chi, Shen: Essência, substância, e energia espiritual. Assim, pode-se dizer que o corpo físico (Jing) contém o Chi (que poderia ser um campo elétrico ligando o físico ao espiritual) e que o Chi contém o espírito, que é sem forma e intangível.
Note que o Chi é a ponte entre matéria e espírito, mais ou menos como o conceito de perispírito no Espiritismo. Outro conceito é que o Chi seria o “material” básico do qual todas as coisas são feitas. As diferenças não seriam que algumas coisas tinham Chi e outras não, mas sim um princípio (Li; em japonês, Ri) que determinava como o Chi estava organizado e funcionava (similar à metafísica grega de forma/matéria).
Pode-se detalhar ainda mais o Ki (Chi) em quatro tipos:
1 – Yuan Chi – Chi original, verdadeiro. É o mais importante para o corpo, pois é formado pelo Chi essencial, inato, produzido a partir dos alimentos pelo Estômago e pelo Baço/Pâncreas, e também pela inalação do ar límpido (ver Prana). É a força motriz para as atividades vitais do corpo.
2 – Zhong Chi – Chi principal. Constitui a força motora que promove a respiração do Pulmão e circulação do sangue e do coração. A voz e a respiração, a temperatura e a capacidade de movimento do corpo estão relacionadas com esse Chi, que se obtém principalmente do ar.
3 – Yong Chi – Chi da nutrição. Produzido a partir da água e dos alimentos, está distribuído nos vasos sanguíneos, realizando o papel de nutrição.
4 – Wei Chi – Chi defensivo ou protetor. Produzido principalmente pelo estômago e pelo baço/pâncreas, esse Chi é a parte mais forte convertida a partir de alimentos, e possui a característica de ser ágil e rápido nos movimentos. Ele está livre do controle da corrente sanguínea, circulando livremente por todo o corpo, até mesmo exteriormente pela pele. As funções de Wei Chi são defender a superfície corpórea contra fatores patogênicos exógenos, controlar o abrir e fechar dos poros cutâneos, regular a temperatura, umedecer e dar brilho à pele e aos pêlos. A insuficiência de Chi no estômago, baço e pâncreas pode levar o paciente a sentir frio e facilidade em apresentar secreção pulmonar.
A origem etimológica do ideograma (Kanji) Ki (気) é o Chi tradicional chinês (氣), que representa o arroz (米) emanando de si o vapor (气) enquanto cozinha. É interessante, porque a energia vital da pessoa pode ser vista por um sensitivo como a aura (em diferentes cores) que rodeia seu corpo.
Também é interessante notar que no dicionário há 31 significados associados ao ideograma, os mais comumente usados sendo ar, sopro, essência, espírito, coração, éter, atmosfera, temperamento, sabor, etc, enquanto “energia“, tão comumente associado a Ki no ocidente, tem outro ideograma e nome: “Seiryoku“.
O Ki na atividade Imunológica
A atuação do Ki e seu efeito na atividade imunológica recentemente começou a ser estudado em laboratório, quando o Dr. Tsuyoshi Ohnishi, do Philadelphia Biomedical Research Institute, procurou obter evidências científicas objetivas da existência ou não do “Efeito Ki” inibindo o crescimento de células cancerígenas.
Foram usadas células cultivadas de fígado humano com câncer, HepG2, separada em três grupos com a mesma contagem de células. Um especialista japonês em Ki emitiu sua energia através dos dedos sobre as vasilhas de um grupo por 5 minutos e 10 minutos em outro, deixando um grupo sem exposição alguma. Após 24 horas, foram feitas novas contagem de células e estudo de proteínas. Foi percebido que o número de células cancerígenas nos grupos expostos ao Ki era muito menor do que o do grupo não-exposto, na faixa de 30.3% e 40.6% (com 5 a 10 minutos de exposição ao Ki, respectivamente). E a quantidade de proteína por célula era muito maior nos grupos expostos ao Ki, na faixa de 38.8% e 62.9% (5 e 10 min., respectivamente).
Como todos os grupos tinham o mesmo número de células no início do experimento, a diferença entre os dois se deu por conta do “Efeito Ki“. Os resultados foram significantes estatisticamente.
Referências nos links abaixo:
• O conceito de Chi;
• Qi e Energia: Tradução, Tradição, Traição;
• Confusão do chakra esplênico com o sacro;
• A Importância do Musubi
Colaboração: www.saindodamatrix.com.br
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17 Julho 2009
Normalmente enxergamos a função do Uke como sendo simplesmente ser imobilizado, arremessado ou ferido. Nada poderia estar mais distante de sua verdadeira função durante o treinamento. Aprender a receber corretamente uma determinada técnica, proporcionando ao parceiro a possibilidade de estudá-la corretamente é algo realmente difícil.
Geralmente cedemos com relutância nosso corpo ao parceiro, esperando somente nossa vez de executar a técnica. Agindo dessa forma impedimos o crescimento de nosso parceiro e o nosso próprio, e pior ainda, acabamos por cultivar os sentimentos mais baixos como o ódio, o rancor e a vingança. . . Acabando por passá-los também ao parceiro, criando assim um círculo vicioso que somente terá fim com a destruição de ambos.
Muitas vezes durante o treinamento colocamos o fardo de nossa própria segurança excessivamente sobre os ombros do Nague, culpando-o por nossa falta de naturalidade e capacidade que muitas vezes vem de uma total falta de vontade em doar-se.
Aprender a receber um Ukemi leva muito tempo, mas certamente levará uma eternidade se o Uke não aprender a doar-se completa e construtivamente à sua função. Quando digo doar-se, quero dizer que você deve ir além do conceito que tenha sobre suas próprias limitações, e somente conseguirá isso cultivando a modéstia e a sinceridade além de uma atitude de cooperação.
O medo faz parte de nosso dia a dia, o Ukemi ensina não como extingui-lo, mas sim visualizá-lo como realmente é, nos possibilitando usá-lo de uma forma construtiva em nossa vida. Normalmente o receio de nos ferir faz com que acabemos por agir de uma maneira destrutiva para com os outros, utilizando como ferramentas os sentimentos como o ódio, rancor, repulsa e inveja. O verdadeiro estudo do Ukemi cultiva valores mais elevados, que nos conduzem à uma compreensão da verdadeira função do medo em nossa vida.
Abaixo coloco algumas indicações que consegui nos últimos anos, que podem ajudar à aprimorar sua arte do Ukemi e conseqüentemente seu Aikidô:
1) Enquanto iniciante esforce-se para aprimorar as qualidades físicas de seu Ukemi. É através dele que você alcançará uma compreensão melhor do coração do Aikidô.
2) Logicamente existem barreiras físicas e psicológicas difíceis de serem superadas mas não impossíveis, confie em seu instrutor, aprender a doar-se também significa aprender a confiar.
3) Quando mais experiente, aprimore-se a ponto de não opor uma resistência negativa ao Nague, mesmo que ele tente ferir-lhe aprenda a envolver-lhe no calor de seu coração transformando sua atitude de destruição em uma atitude de crescimento mútuo.
4) Cultive a entrega de si mesmo ao aprimoramento não seu, mas de seu parceiro. Isso lhe abrirá portas que jamais sonhou existirem.
* Rubens Caruso Júnior – 4° Dan de Aikidô – Aikidô Nova Era
Colaboração: www.aikidonovaera.com.br
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16 Julho 2009
“Isso realmente funciona?” O ideal de qualquer budoka é ser capaz de executar técnicas eficientes.
Na desafiante busca pela técnica eficiente, há duas palavras japonesas – ouyouwaza e henkawaza – que descrevem conceitos essenciais para que “a técnica realmente funcione”.
Em termos simples, ouyouwaza é o estudo de como tornar uma técnica efetiva, ou como conseguir realizar o trabalho. É parecido a usar um copo de bebida para guardar uma flor, quando não há um vaso disponível; ou como temperar um prato com molho de soja, quando o saleiro está vazio. O aspecto de adaptação e/ou mudança está inerente à definição de ouyouwaza, e uma certa intenção está implícita.
Henkawaza é de certa forma mais claro e refere-se ao estudo de como uma técnica muda para outra – ikkio em nikyo, por exemplo, ou ikkio em shihonague. Henkawaza entra em nosso treinamento quando começamos a aprender como mudar espontaneamente de uma técnica para outra, quando percebemos que a primeira técnica não é efetiva em certa situação. Por exemplo, podemos começar uma técnica, porém percebemos que nosso parceiro está resistindo – assim mudamos nossa técnica para usar esta resistência para transformar a técnica em outra.
Embora não possamos claramente recorrer à um destes dois conceitos durante nosso treinamento no budô, as chances são que todos os estudantes têm deparado-se tanto com o henkawaza como com o ouyouwaza durante a prática diária.
Pode-se dizer que ouyouwaza é a próxima fase depois do kihonwaza (técnica básica). É necessário anos para estabelecer nosso repertório básico, aprendendo a executar com confiança o passo a passo, movimentos básicos do kihonwaza – e no final alterar livremente estes e engajar-se na fascinante pesquisa de como “fazer o budô funcionar em uma situação real”.
Todos nós sabemos que em uma seção típica de treinamento, nosso parceiro está, na maior parte do tempo, cooperando e recebendo ukemi de nós. Porém, quando nosso parceiro ou oponente decide experimentar resistindo com força muscular ou o “centro,” aprendemos uma dura lição – “Isto não funciona.” Nesta situação, temos de ser capazes de extrair algo de tudo que aprendemos até então, a fim de tornar nossas técnicas eficientes com parceiros não cooperativos.
Ouyouwaza e henkawaza se misturam um pouco no significado, ambos significam técnicas que cultivam a habilidade de pensar livremente e mover-se sem restrição/força. Em nosso escolhido Budô, treinamos para conseguir esta abertura, fluida intenção/tendência através do treinamento de randori (estilo livre), kumite (disputa) e o treinamento de shiai (competição). O mérito destas práticas é que elas todas exigem e reforçam a consciência flexível, enquanto demonstram a ilusão das técnicas especificas pré-concebidas.
Tradução: Rubens Caruso Jr. – Aikidô Nova Era – www.aikidonovaera.com.br
Colaboração: www.bujindesign.com
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14 Julho 2009
O que é mais importante em uma jornada, o ponto de chegada, a finalização da caminhada, a consolidação do sacrifício ou a própria jornada em si?
Quando se faz um curso, uma faculdade, uma arte marcial, é comum estabelecermos metas e, mais comum ainda, focarmos na conclusão desta empreitada como meta principal. Mas onde se esconde esta conclusão, num diploma universitário, num certificado de conclusão de curso, numa faixa preta?
Quando estamos para nos formar, seja em que área ou nível, é comum pensarmos que chegamos ao topo do que esperávamos. Estudamos, graduamos todas as etapas do curso e chagamos ao final. Sentimo-nos realizados e os deslizes que cometemos durante essa caminhada são esquecidos, assim como os sucessos. Tudo deixa de ser importante face ao júbilo da formatura, da última prova, da entrega do último trabalho acadêmico. Quando seguramos o certificado de conclusão, a euforia consome todo o esforço da caminhada. Pouco tempo depois, nos deparamos com um novo dilema, estamos no mercado de trabalho, sem experiência, estagiando. Deixamos o topo para ocupar nossos acentos na trajetória profissional, no fim do ônibus. Passado mais algum tempo, quando avançamos em nossas carreiras, nos damos conta de que não aproveitamos tudo o que aquele curso, professores ou instituições tinham a nos oferecer. Quem, ao elogiar a competência de um professor não concluiu ou apenas pensou: se tivesse perguntado mais, me dedicado mais…. .Isso porque visamos “passar de ano” e o estritamente necessário para isso passa a ser o bastante.
Se considerarmos que a conclusão de um curso é apenas uma das etapas deste, passamos a valorizar cada uma dessas etapas. Se dividirmos cada etapa dessas em outras e essas em outras mais, passaremos a nos dedicar a cada dia como se fosse o último, a cada exercício como se fosse à prova final, a cada nova informação como se fosse o conteúdo do nosso curso. Com isso, a meu ver, não criaríamos alunos bitolados e estressados, mas alunos apaixonados, alunos interessados todos os dias. A arrogância do veterano não existiria e sim a consciência de que este está apenas a alguns passos à frente de seu companheiro, mas também, a quilômetros atrás de seu professor. Teríamos profissionais conscientes da situação de sua profissão, da importância dela na sociedade e da necessidade de torná-la mais completa e digna, não importando qual fosse. Seriamos mestres e aprendizes com a responsabilidade de auxiliar a que sabe menos e com a humildade, a reverência e o respeito para com os que sabem mais.
Um monge, certa vez, convidou dois discípulos para uma jornada. Cada um a faria sozinho, a seu tempo e no final dela se revelaria o maior tesouro do mundo. O caminho não era definido, mas o ponto final era o topo de uma montanha. Quando o primeiro discípulo chegou ao final da jornada, três meses haviam se passado desde a sua partida e o monge estava a sua espera.
- Pronto mestre, cheguei o mais rápido que pude, onde está o meu prêmio? – Temos que aguardar o segundo discípulo chegar para concluirmos o teste, afirmou o monge. – Mas mestre, eu fui o mais rápido passei por todas as dificuldades que o terreno apresentou, lutei com sentinelas das cidades por onde passei, persuadi e subornei exércitos de fronteira para chegar o mais cedo possível aqui, e tenho que esperar pelo meu adversário? Mas o monge foi irredutível e os dois passaram a esperar pelo segundo discípulo.
Ao final do terceiro ano eis que chega o segundo discípulo, calmo com semblante cansado, mas infinitamente mais feliz, abraçou o seu igual, fez reverência a seu mestre e sentou-se sem pedir ou exigir nada. O primeiro discípulo então esbravejou: – Eu exijo receber o meu prêmio, fui o mais rápido, o mais esperto, o mais forte e cheguei aqui muito antes que meu adversário, desde então estou aqui sem fazer nada, impaciente, sem nem o aprendizado diário das tarefas do templo que deixamos antes desta competição. O monge levantou-se, calmamente, foi até uma tina d’água, encheu dois copos com água e se pôs em frente a seus dois discípulos. Encarou o primeiro discípulo, e perguntou: O que você deseja receber? O discípulo, impaciente se viu sem resposta, concentrou-se tanto no tesouro que não fazia idéia do que esperar deste. Diante da inatividade do primeiro discípulo o monge voltou-se para o discípulo que acabara de chegar e perguntou. O que você deseja receber? O discípulo abriu um sorriso e falou: – Não desejo nada, mestre, nada que não tenha conquistado nesses três anos de jornada. Consegui ajudar famílias inteiras com os conhecimentos médicos aprendidos no tempo de reclusão, fiz amigos em todas as cidades por onde passei, uni, com conselhos, povos que punham seus exércitos nas fronteiras de seus territórios a fim de intimidar seu vizinho, evolui fisicamente, pelas dificuldades dos caminhos trilhados e cataloguei recursos e terras até então desconhecidas. Toda a minha caminhada foi o crescimento que nunca poderia imaginar. Sou-lhe muito grato por essa oportunidade.
O Monge entregou o copo d’água ao primeiro discípulo e disse: – Seu tesouro já lhe foi entregue segue seu caminho e seja feliz. E entregando o copo d’água ao segundo discípulo disse: – Já não tenho mais nada a te ensinar, volta ao templo e assume sua função como mestre, com toda honra e mérito.
Colaboração: www.aikikaizen.com.br
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10 Julho 2009
O Japão sempre foi fiel aluno e profundo admirador da cultura da China e da Coréia. Importou da China o budismo, o confucionismo, as artes, a escrita, o sistema político, instrumentos musicais, usos e costumes.
Os coreanos ensinaram a arte da fundição, da arquitetura, da carpintaria e incentivados pelo príncipe Shotoku, a escrita chinesa kanji foi ensinada pelo mestre coreano Wang-I aos iletrados japoneses do século VI, como instrumento necessário para o aprendizado do budismo.
Discípulo aplicado, o japonês entendeu a natureza da sua alma e o conforto espiritual que lhe proporcionava a doutrina que falava da salvação pela iluminação, ou seja, pelo conhecimento. Mais ainda, moldou sua personalidade, sua cultura, seu modo de falar, de se relacionar com as pessoas pelos cânones budistas. Não há no budismo nenhum mandamento. Nada obrigatório, nada mandatário, nada no imperativo. Não há nem mesmo Deus ou deuses. Há apenas caminhos apontados. Buda, que significa apenas “O Iluminado”, dizia que o caminho natural de todo ser humano é atingir o estado de Buda. E para isso, apontava caminhos, mas nunca obrigou ninguém a trilhá-los, nunca sequer disse que o que pregava era uma religião. Dizia apenas que a salvação do homem só se dá pela compreensão das quatro nobres verdades, segundo a tradição Theravada.
“A vida é cheia de sofrimento”;
“O sofrimento provém da ânsia”;
“O sofrimento pode terminar se eliminar a ânsia”;
“O meio de atingir a paz interior (nirvana) é através das oito vias sagradas”.
“As oito vias sagradas são ditas a senda óctupla dos três treinamentos superiores: Sabedoria, Ética e Meditação”.
Derivada do budismo, a tônica do zen-budismo é a integração com o todo pelo fazer e pela meditação. A ação existe como recurso para esvaziamento da mente. Não se fala, não se pensa, faz-se o mais perfeito porque o corpo é apenas expressão da alma. Ao falar e ao pensar, estamos conscientes, ocupando, portanto, parcela muito pequena das nossas mentes grandemente mergulhadas no insondável inconsciente. No gesto e na ação perfeitas, fora do consciente, revela-se a perfeição do inconsciente, a perfeição da alma.
O xintoísmo é a religião primitiva do Japão. Nasceu da relação do homem com a Natureza, seus sentimentos, crenças e superstições, por isso, é animista e panteísta. Tudo é dotado de alma, há divindades para tudo: florestas, águas, rios, mares, árvores, pedras, entes falecidos etc. Assim, o nipônico primitivo tornou sagrados os elementos que amava e respeitava.
Dentre todos os elementos da Natureza, o ser humano é o único ser passível de veneração, porque nasce de deuses celestiais. Nos lares, o japonês venera seus ancestrais num pequeno santuário de madeira, oferecendo-lhes água e a primeira porção da comida. Contrariamente ao budismo, não há ensinamentos no xintoísmo, apenas uma mitologia escrita em 712 no Kojiki (Relato de coisas antigas) e em 720 no Nihonshoki (Crônicas do Japão). Há inúmeras divindades, mas nenhuma necessidade de igreja ou templo.
Antigamente os japoneses cercavam um pedaço do terreno com a corda de palha trançada (shimenawa) e ali celebravam suas cerimônias xintoístas. O visitante que quisesse reverenciar a divindade máxima no altar de um santuário xintoísta, seria levado pelo sacerdote ao altar onde há apenas um espelho. “Tipifica o coração humano que quando perfeitamente plácido e claro reflete a própria imagem da Divindade”, explica Inazo Nitobe. Não se pode ensinar o xintoísmo porque não há o que ensinar: nem doutrina, nem mandamento, apenas a mitologia narrando a origem do arquipélago e do povo japonês. Só se aprende o xintoísmo pela convivência e pelo exemplo, afirma Yunagita Kunio, um dos maiores estudiosos da cultura japonesa.
Do sábio chinês Confúcio (Kung Fon Tzeu) o japonês aprendeu a ética social, o respeito à hierarquia familiar e à da sociedade. Confúcio ocupava-se unicamente do presente; nada ensinava da vida além-morte. Em comum com o budismo, o confucionismo prega a sabedoria e a benevolência, além da justiça, honestidade e sentido da propriedade.
Toda arte japonesa ao harmonizar corpo, mente e espírito, reflete os princípios religiosos expostos. Não há a perfeição como objetivo a ser atingido. A concepção de perfeição é zen-budista: está no buscar, no caminhar, por isso, grande parte das artes japonesas, têm a finalização dô (caminho). Shodô é o caminho da escrita, kadô, o caminho das flores ou dos arranjos florais também conhecido como ikebana, kadô, com outro kanji para “ka” significando poesia, é o caminho da poesia ou a arte do poeta, butsudô, o caminho dos ensinamentos budistas, sadô ou chadô, o caminho do chá ou a arte da cerimônia do chá, kendô, o caminho da espada, aikidô, o caminho para harmonia do espírito, judô, caminho suave ou caminho da luta suave, karatê-dô, caminho da arte marcial de mãos vazias. Mesmo que se repute perfeita a arte, o mestre se considera apenas no caminho porque cada execução é única, irrepetível, irretocável, produto do estado de alma naquele exato instante. E executa-se porque o enlevo da alma é também único para cada instante.
A cultura japonesa considera natural trilhar o caminho do aprimoramento da alma. A arte é apenas um dos meios para isso. O xintoísmo moldou as artes ensinando o respeito e a necessidade de convivência com o próximo para nosso aperfeiçoamento como homens. Para os praticantes das artes marciais japonesas, o local de treinamento, é como no xintoísmo, terreno sagrado, merecedor de respeito e reverência. É local de aprendizado e elevação espiritual, para o que as lutas são meros instrumentos, por isso, é muito natural que lutadores de aikidô, judô, sumô, kendô ou outra arte marcial reverenciem o local da prática e o adversário, antes e depois da luta. Natural também que as regras éticas tenham moldado as regras esportivas, surgidas depois.
Produto cultural dessa ideologia, tudo ligado ao conhecimento e àquilo que nos aprimora, é respeitado e venerado: as escolas, os livros, os professores, os santuários, os templos, a prática de qualquer arte que eleve, instigue nossa sensibilidade estética, como na poesia ou pintura, ou dê paz espiritual ao homem, como na arte do bonsai ou da cerimônia do chá. Os professores ou aqueles que ensinam gozam de alta reputação social. Sensei (professor), além de ser pronome de tratamento para quem ensina, é pronome altamente respeitoso, equivalente a doutor para nós brasileiros.
Referências Bibliográficas:
Michiko Yusa – Religiões do Japão – pag 31 – ed 2002 – Edições 70 – Lisboa – Portugal
Inazo Nitobe – Bushidô – a alma de samurai – ed pag 16 apud in Benedito Ferri de Barros – Japão – harmonia dos contrários – ed 1988 – página129
Para saber mais: D. T. Suzuki e Erich Fromm – Zen-budismo e Psicanálise
Para saber mais: op cit Michiko Yusa e Xintoismo e Edmond Rochedieu – Editorial Verbo ed 1982 Lisboa/Portugal.
Colaboração: www.aikikaizen.com.br
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Aikidô, Cultura, Textos Interessantes | Etiquetado: Aikidô, Cultura, Judô, Sociedade, Justiça, Personalidade, Música, Hierarquia, Mente, Corpo, Xintoísmo, Divindade, Dô, Japão, Caminho, Respeito, Ação, Sofrimento, Sensei, Zen, Espírito, Meditação, Budismo, Religião, Templo, Igreja, Iluminação, Compreensão, Alma, ética, Arte, Consciência, Perfeição, Mestre, Coração, Deus, Crença, Sabedoria, Aluno, Ensinamento, Fiel, China Coréia, Buda, Confúcio, Confucionismo, Política, Costumes, Japonês, Coreano, Fundição, Arquitetura, Carpintaria, Shotoku, Kanji, Wang-I, Iluminado, Relacionamento, Mandamento, Obrigação, deuses, Salvação, Theravada, Ânsia, Nirvana, Zen-Budismo, Pensamento, Superstição, Japão Feudal, Animismo, Panteísmo, Nihonshoki, Kojiki, Shimenawa, Cerimônia, Perfeito, Plácido, Sacerdote, Inazo Nitobe, Doutrina, Mitologia, Yunagita Kunio, Santuário, Kung Fon Tzeu, Benevolência, Honestidade, Propriedade, Arte Japonesa, Mente Espírito, Buscar, Caminhar, Shodô, Caminho da Escrita, Kadô, Caminho das Flores, Ikebana, Caminho da Poesia Butsudô, Sadô, Chadô, Kendô, Caminho da Espada, Caminho para Harmonia do Espírito, Caminho Suave, Karatê-dô, Caminho das Mãos Vazias, Execução, Instante, Doutor, Aikikaizen |
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9 Julho 2009
O Aikidô ajuda a alcançar a harmonia do corpo e do espírito. Assim, como outras disciplinas com origem no Oriente, o Aikidô tem por base e objetivo a unidade do homem.
Quais as vantagens do Aikidô?
A prática de esportes de modo geral trás benefícios tanto, físicos como psíquicos. Assim, também o Aikidô auxilia nestes campos, porém vai mais além. O desenvolvimento de virtudes muitas vezes esquecidas em nossa sociedade também é estimulado com a prática do Aikidô, estamos falando não apenas de ganhos físicos, mas de ganhos morais e de disciplina e de melhor interação com o ambiente que nos cerca. A verdadeira competição na prática do Aikidô é a competição com você mesmo, para que você passe a se conhecer melhor e possa optar por quebrar seus limites respeitando o seu próprio tempo.
O que diferencia o Aikidô?
O Aikidô também é conhecido como a arte da não violência. Os movimentos do Aikidô buscam a não resistência, utilizando os movimentos e a intenção do agressor para conduzi-lo de forma não traumática até um estado em que ele possa refletir melhor sobre a situação e que o equilíbrio volte a ser encontrado. A preocupação em não lesar ou traumatizar o agressor é base para uma boa prática.
Quem pode praticar Aikidô?
O Aikidô pode ser praticado por quase todo mundo. É praticado tanto por crianças, como por idosos e tanto por homens, como por mulheres. A única consideração de deve ser feita é em relação ao fato de que você deve procurar um dojô (local de prática) que tenha credibilidade em sua cidade e sempre conversar com o Sensei (instrutor) sobre as suas expectativas antes de iniciar a prática. Devendo sempre se lembrar de que deve realizar uma consulta ao seu médico antes de iniciar qualquer atividade física regular para que este possa autorizar e orientar sobre quaisquer limitações que você deva comunicar ao seu instrutor.
Qual a relação do Aikidô com a minha saúde?
O Aikidô auxilia na saúde do praticante não apenas no que concerne ao condicionamento físico e cardiovascular, e aumento da flexibilidade, mas melhora a saúde do praticante num sentido mais amplo permitindo uma sensação de bem-estar e equilíbrio com o ambiente que o cerca. Permite uma compreensão mais ampla do indivíduo e sua interação com o universo. O praticante de Aikidô apresenta uma postura mais ativa, prioriza naturalmente valores morais e através da disciplina atua em seu microcosmo trazendo mudanças e benefícios não só para si, mas também para os que o cercam. O praticante de Aikidô sente-se mais saudável e mais equilibrado.
* Kleber Soares de Araújo – Médico em Piracicaba/SP – CRM 11852.
Referências bibliográficas:
Georges Stobbaerts – Aikidô – Harmonia do Corpo e do Espírito.
A.Westbrook, O.Ratti – Aikidô and the Dynamic Sphere.
Kishomaru Ueshiba – O Espírito do Aikidô.
Colaboração: www.aikikaizen.com.br
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Aikidô | Etiquetado: Aikidô, Saúde, Ambiente, Benefícios, Corpo, Movimento, Dojo, Flexibilidade, Harmonia, Equilíbrio, Aikidô Natal, Vinicius Brasil, Sensei, Espírito, Disciplina, Não-resistência, Oriente, Limite, Compreensão, Idoso, Interação, Homem, Mulher, Prática Esportiva, Virtudes, Moral, Tempo, Não Violência, Kleber Soares de Araújo, Criança, Credibilidade, Consulta Médica, Atividade Física, Indivíduo, Bem-Estar, Atividade, Ativação, Cardiovascular |
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7 Julho 2009
01 – Seja ético.
A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.
02 – Estude sempre e muito.
A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para oferecer.
03 – Acredite sempre no amor.
Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.
04 – Seja grato(a) a quem participa de suas conquistas.
O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros motivados.
05 – Eleve suas expectativas.
Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer. Os perdedores dizem: “isso não é para nós“. Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.
06 – Curta muito a sua companhia.
Casamento dá certo para quem não é dependente.
07 – Tenha metas claras.
A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas: amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras o sucesso, etc. Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.
08 – Cuide bem do seu corpo.
Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para os outros gostarem também.
09 – Declare o seu amor.
Cada vez mais devemos exercer o nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor). Mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.
10 – Amplie os seus relacionamentos profissionais.
Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.
11 – Seja simples.
Retire da sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários.
12 – Não imite o modelo masculino do sucesso.
Os homens fizeram sucesso a custa de solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios. Sem dúvida, temos mais a aprender com as mulheres do que elas conosco. Preserve a sensibilidade feminina – é mais natural e mais criativa
13 – Tenha um orientador
Viver sem é decidir na neblina, sabendo que o resultado só será conhecido, quando pouco resta a fazer. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais bem sucedido, para lhe orientar nas decisões, caso precise.
14 – Jogue fora o vício da preocupação.
Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem … Defina suas metas, conquiste-as e deixe as neuras para quem gosta delas.
15 – O amor é um jogo cooperativo.
Se vocês estão juntos é para jogar no mesmo time.
16 – Tenha amigos vencedores.
Aproxime-se de pessoas com alegria de viver.
17 – Diga adeus a quem não o(a) merece.
Alimentar relacionamentos, que só trazem sofrimento é masoquismo, é atrapalhar sua vida. Não gaste vela com mau defunto. Se você estiver com um marido/mulher que não esteja compartilhando, empreste, venda, alugue, doe… e deixe o espaço livre para um novo amor.
18 – Resolva!
A mulher/homem do milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários
19 – Aceite o ritmo do amor.
Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.
20 – Celebre as vitórias.
Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.
21 – Perdoe!
Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.
22 – Arrisque!
O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir. E o único risco será o de engordar.
23 – Tenha uma vida espiritual.
Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração e meditação são fontes de inspiração.
24 – Muita Paz, Harmonia e Amor.
sempre!
* Roberto Shinyashiki é Psiquiatra, palestrante e autor de 14 títulos.
Colaboração: www.pensador.info
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2 Julho 2009
O Blog I M P R E S S Õ E S está em festa. Na data de hoje, 02/07/2009, o Blog completa seu primeiro ano de sucesso.
Em 02/07/2008 o Blog foi ao ar com o objetivo de ser mais uma opção para debates acerca de assuntos da Atualidade, Aikidô, Artes Marciais, Cultura, Direito, Espiritismo, Notícias e Trabalho Voluntário.
Depois do seu 1° ano de vida O Blog confirma que o objetivo foi alcançado e agradece aos mais de 20.885 acessos. Reforça ainda que, em continuidade ao trabalho apresentado, continuará divulgando os melhores textos para os melhores leitores.
I M P R E S S Õ E S agradece a sua visita.
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Aikidô, Cultura, Direito, Espiritismo, Notícias, Textos Interessantes, Voluntariado | Etiquetado: Acessos, Aikidô, Artes Marciais, Atualidade, Blog, Blog Impressões, Blog Impressione, Debates, Direito, Espírita, Espiritismo, Estudo, Impressões, Impressione, Leitores, Leitura, Textos, Trabalho Voluntário, Voluntariado, www.impressione.wordpress.com |
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2 Julho 2009
Shomenuchi ikkyo é provavelmente a técnica mais praticada do Aikidô. Muitos instrutores vêem essa técnica como o pilar do Aikidô básico e frequentemente começam a prática em suas aulas com shomenuchi ikkyo omote. Além disso, é dito que o fundador ensinou muito essa técnica tanto antes como depois da guerra.
Como essa técnica é tipicamente praticada hoje em dia nos dojô(s) de Aikidô? O ukê inicia o ataque com um golpe shomenuchi contra o tori. O tori recebe o golpe, empurra o braço do atacante para trás ou para o lado enquanto dá um passo com o pé de trás para desequilibrar o atacante, e finalmente aplica o ikkyo. Esta é, claro, uma maneira muito simplificada de descrever o que é de fato um complexo processo físico, mas qualquer aikidoka reconhecerá o padrão de movimento que descrevi.
Eu tenho praticado esta técnica por anos, como está descrita acima, em aulas com diversos professores. Eu sempre considerei shomenuchi ikkyo omote difícil de ser executado com perfeição porque a coordenação do momento de se encontrar com o ataque shomenuchi é o ponto crítico. Se o praticante estiver um segundo atrasado ao responder o golpe de ataque, a técnica pode se tornar um choque de forças opostas que termina com uma batalha para se determinar quem tem o movimento de quadril mais estável ou maior força nos braços e ombros. Ela contrasta com outras técnicas básicas do Aikidô como yokomenuchi shihonage, munetsuki kotegaeshi, e várias outras, em que o objetivo é se retirar da linha de ataque, se unir à energia que se aproxima, e então aplicar uma técnica apropriada e depois uma imobilização. Nestas a força não é o mais importante porque a técnica não envolve confrontação direta. Estas técnicas são claramente do “tipo aiki” em suas manifestações físicas.
Por muito tempo eu atribuí minha dificuldade em executar o shomenuchi ikkyo à minha inabilidade de compreender o conceito fundamental ou à minha técnica ainda fraca. Então, em 1973, 11 anos após começar no Aikidô, eu entrei em contato com um método diferente de prática. Passei um mês em Shingu, na prefeitura de Wakayama, treinando com Michio Hikitsuchi Sensei. A forma que o Sensei Hikitsuchi adotava se dava com o tori realmente iniciando a técnica, executando um atemi contra a cabeça do ukê. O ukê, apesar de ser quem seria arremessado, era forçado a proteger sua cabeça bloqueando o atemi, e então, estando desequilibrado, ele seria facilmente arremessado. Praticar dessa maneira era novidade para mim, e não gostei disso. O ritmo do treino era muito rápido, e, no papel de ukê, assim que me levantava de uma queda, a mão do meu parceiro já estava novamente no meu rosto. Eu pensei “como isso pode ser Aikidô, se eu, o atacante, estou sendo atacado”?
Alguns anos depois, em 1977, eu me mudei de vez para o Japão, e treinei no Dojô de Iwama com Morihiro Saito Sensei. Lá o shomenuchi ikkyo era praticado de maneira semelhante. O tori iniciava a técnica com um atemi, o ukê bloqueava e era então arremessado e imobilizado. Saito Sensei declarou que era assim que a técnica era ensinada pelo fundador Morihei Ueshiba nos anos que se seguiram a segunda Guerra Mundial. Finalmente eu me acostumei a praticar o shomenuchi ikkyo desta forma e não mais tive dificuldade em executar a técnica.
Mais tarde, em 1981, enquanto entrevistava um dos ushideshi de Morihei Ueshiba Sensei de antes da guerra, eu vi pela primeira vez o manual técnico Budô ao qual sempre nos referimos nas páginas do Aiki News. O Fundador descreve a execução correta do shomenuchi ikkyo com as seguintes palavras: “1) avance com a perna direita e ataque o rosto do parceiro com a mão direita. Seu parceiro bloqueia com a mão direita. 2) Segure o pulso direito do parceiro com sua mão direita e seu cotovelo firmemente com sua mão esquerda. 3) Movendo o quadril, traga o braço do parceiro de forma espiral para baixo na sua frente, então dê um passo largo com sua perna esquerda. 4) Puxe a sua perna direita em frente. 5) Pressione seu joelho esquerdo contra a área da axila direita do parceiro e com a mão direta segurando seu pulso, estenda o braço do ukê e faça a imobilização.” (AN#48, pp. 8-9).
É claro que o fundador praticava esta importante técnica básica em 1938 quando Budô foi publicado. Alguns dizem que as técnicas publicadas neste manual representam o aiki budô de antes da guerra, e que as técnicas do fundador mudaram após a guerra. Eles estão certos, mas só até certo ponto. Existem claras evidências de que Ô-Sensei ensinava muitas técnicas básicas de Aikidô de uma maneira muito semelhante ao seu estilo anterior à guerra mesmo depois, durante o período de Iwama e ao menos até meados de 1950. Nos filmes do fundador durante seus últimos anos, ele executa o shomenuchi ikkyo omote sem mover muito os pés, mas ele nunca espera muito pelo atacante para desferir um poderoso ataque sobre a cabeça. Ele está sempre à frente do ataque e nunca se choca com o ukê. Eu atribuo a falta de um claro trabalho de pés e de taisabaki neste ultimo estágio de sua vida à sua idade avançada e dificuldade de se mover livremente como antes.
Pessoalmente, eu considero as explicações do fundador sobre as técnicas básicas contidas nas páginas do Budô e como ensinadas no período de Iwama como sendo a “gramática” do Aikidô. O Aikidô pode agora ser raramente ensinado desta forma, mas nossa compreensão histórica da arte avançou a um ponto em que a técnica e a metodologia pedagógica de Morihei Ueshiba estão bem documentadas. E fica evidente que estes métodos ainda são considerados importantes, visto a recente autorização do Doshu Kisshomaru Ueshiba para a publicação de uma tradução para o inglês do Budô, pela prestigiosa editora Kodansha. Além disso, espera-se para breve uma reedição do livro em japonês.
O Aikidô, devido às suas características próprias como uma arte marcial ética, parece destinado a atrair muitas pessoas pelo mundo. Como tal, seu conteúdo técnico passará por uma análise detalhada e a arte será comparada às outras artes marciais. Se técnicas feitas como se fossem uma dança e praticadas de maneira descuidada, que contrariam as bases marciais fundamentais do Aikidô de Morihei Ueshiba, forem usadas como exemplo para tais comparações, temo que o Aikidô será considerado despido de um sentido técnico. Praticantes avançados de Aikidô, e particularmente quem tem um dojô sob sua responsabilidade, tem o dever para com eles mesmos e para com a arte de reavaliar o conteúdo de seu treinamento constantemente. Os ataques durante a prática são sinceros e fortes? O equilíbrio do atacante é quebrado antes que se aplique pressão ou antes da execução de uma queda? A queda é bem executada e seguida de um movimento de imobilização eficiente que impede qualquer fuga? Essas coisas devem sempre ser lembradas. E, finalmente, apesar de não podermos aprender diretamente do fundador, seu legado permanece para todos os que buscam explorar a genialidade de suas teorias e técnicas.
Tradução: Jaqueline Sá Freire – Hikari Dojo – RJ
Colaboração: www.aikidojournal.com
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Aikidô | Etiquetado: Aikidô, Ueshiba, Ki, Energia, Kawai Sensei, Morihiro Saito, Shihan, Imobilização, Técnica, Aikikai, Dojo, Dô, Japão, Caminho, Flexibilidade, Arte Marcial, Morihei Ueshiba, Ô-Sensei, kishomaru Ueshiba, Moriteru Ueshiba, Harmonia, Auto-Defesa, Leveza, Agilidade, Equilíbrio, Postura, Confiança, Atenção, Calma, Satisfação, Coragem, Respeito, Saito Sensei, Tanabe, Sérgio Pelissari Sensei, James Carlos Sensei, Gabriel Lopes Sensei, Marco Antonio Sensei, Rodrigo Martins Sensei, ACAN, Academia Central de Aikidô de Natal, Aikidô Natal, Vinicius Brasil, Ataque, Bu, Budô, Guerreiro, caminho do Guerreiro, Uke, Nague, Tori, Hitori, Aiki, Instrutor de Aikidô, Sensei, Habilidade Técnica, Sinceridade, Sincero, Eficácia, Eficiência, Experiência Social, Shihans, Treinamento, Aikidoca, Aikidoísta, Stanley Pranin, Ukemi, tai sabaki, Iwama, Ayabe, Marcus Vinicius Andrade Brasil, Kobukan Aikidô, Waseda, Aikikai Hombu Dojô, Fluidez, Circularidade, Doshu, Guardião do Caminho, Shomenuchi Ikkyo, Shomenuchi, Ikkyo Princípios, Princípios do Aikidô, Aikidô Básico, Golpe, Desequilíbrio, Movimentação, Coordenação, Yokomenuchi Shihonage, Munetsuki Kotegaeshi, Yokomenuchi, Shihonage, Kotegaeshi, Forças Opostas, Confronto, Shingu, Wakayama, Michio Hikitsuchi, Sensei Hikitsuchi, arremesso, Bloqueio, Atacado, Aiki News, Aki Budô, ushideshi, Guerra, Taisabaki, Kodansha |
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1 Julho 2009
Depois do bem sucedido “Bezerra de Menezes: diário de um espírito”, chegou a vez de um filme contando a vida do médium Francisco Cândido Xavier conquistar seu espaço nas salas de cinema de todo o país. E já está tudo praticamente acertado para o início das filmagens do longa, que se chamará “Chico Xavier”. Se não houver nenhum contratempo, as filmagens devem começar agora no início de julho, conduzidas pelo experiente Daniel Filho, que dirigiu a comédia-romântica “Se eu fosse você”, e sua continuação, ainda em cartaz em muitas salas e já assistida por mais de 6 milhões de pessoas.
O longa sobre o mais conhecido médium espírita do mundo será rodado pela Globo Filmes e tem seu lançamento marcado para o dia 2 de abril de 2010, data em que Chico estaria completando 100 anos. As exibições em circuito nacional acontecerão inicialmente em 300 salas.
De acordo com o produtor-executivo Júlio Uchoa, 102 artistas irão compor o elenco, muitos deles nomes conhecidos da Rede Globo. Para viver Chico em três diferentes fases foram escalados o paulistano Nélson Xavier (67 anos), o mineiro Ângelo Antônio (45 anos) – que nasceu na mesma cidade que o médium, Pedro Leopoldo – e o niteroiense Mateus Rocha (34 anos). Pedro Paulo Rangel viverá o padre Sebastião Scarzelli, que orientou os caminhos religiosos de Chico na infância e se tornou seu grande amigo. A mãe do médium, a doméstica Maria João de Deus, morta em 29 de setembro de 1915 quando Chico tinha apenas 5 anos, será interpretada em alguns momentos por Letícia Sabatella e em outros por Giovanna Antonelli. Giulia Gam interpretará a madrinha que maltratou Chico quando criança. O operário João Cândido Xavier, pai do médium, será vivido por Luís Melo. Tony Ramos e Christiane Torloni aparecerão no longa como os pais do jovem goiano Maurício, que morreu vítima de uma bala e enviou mensagem pelo médium inocentando seu amigo, que estava sendo acusado pela Justiça por sua morte, caso que teve repercussão mundial.
Profundamente envolvido com o personagem, o ator Nélson Xavier foi recentemente conhecer em Uberaba, no Triângulo Mineiro, o meio onde o médium viveu por longos anos até a sua desencarnação, em 2002. E em entrevista para a Rede Integração, afiliada da Rede Globo na cidade, falou sobre a emoção de viver Chico nas telas.
“É um filme que precisava ser feito. É só isso que eu sei dizer” – brinca o ator, que em vários momentos da entrevista se emociona. “As pessoas que trabalham com o Chico Xavier são pessoas que vivem para a caridade. É um mundo que a gente não está habituado a viver todo dia. Jesus Cristo disse para amarmos o próximo como a nós mesmos. Essa bandeira levantada por Jesus há dois mil anos e que a Humanidade tenta cumprir com dificuldade, essas pessoas fazem isso na vida delas, cumprem esse mandamento. É uma coisa muito forte” – diz, com a voz embargada. “Eu espero estar à altura para desempenhar esse personagem”.
Quem quiser ter uma noção do que irá ver nas telas em abril de 2010, já é possível assistir à chamada do filme na internet, na página:
www.youtube.com/watch?v=rTZkfZZmlME
Veja também:
http://www.youtube.com/watch?v=Zhvib5IFfqM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=XuMgiWfMXhw&feature=related
Colaboração: Serviço Espírita de informação
www.lfc.org.br/sei/boletim.htm
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Cultura, Espiritismo | Etiquetado: Espiritismo, Espírita, Chico Xavier, Psicografia, Bezerra de Menezes, Mensagem, Caridade, Diário de um espírito, Francisco Cândido Xavier, Cinema, Filme, Daniel Filho, Se eu fosse você, Globo Filmes, Júlio Uchoa, Nélson Xavier, Ângelo Antônio, Pedro Leopoldo, Mateus Rocha, Pedro Paulo Rangel, Sebastião Scarzelli, Maria João de Deus, Chico, Letícia Sabatella, Giovanna Antonelli, Giulia Gam, João Cândido Xavier, Luís Melo, Tony Ramos, Christiane Torloni, Maurício, Jesus Cristo, Rede Integração |
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30 Junho 2009
Os sufi são uma das centenas de castas da Índia. São um povo pobre, temente a Deus e que se especializaram em contar histórias que transmitissem aos mais jovens os ensinamentos filosóficos de seus ancestrais. Segue um conto:
Mulla Nasrudin sonhou que estava no céu e que tudo à sua volta era muito bonito e fácil. Só encontrava beleza e não precisava fazer esforço para nada, bastava desejar alguma coisa – qualquer coisa – e ela aparecia.
Nasrudin tinha tudo que queria e estava super satisfeito, os milagres aconteciam sempre que desejava. Foi bom demais por algum tempo, até que ele começou a se entediar, deixou de achar graça naquela vida. Aí resolveu procurar algum problema, qualquer situação que lhe aborrecesse ou até lhe fizesse ficar deprimido, porque já não suportava mais tanta maravilha. Não encontrou nada que lhe perturbasse. Passou a procurar um trabalho para fazer, uma responsabilidade qualquer e não havia nada, porque era perfeito.
No seu sonho Mulla Nasrudin gritou:
- Não agüento mais! Estou cheio de não fazer nada e de ter tudo! Preferiria estar no Inferno!
E uma voz lhe respondeu:
- E onde é que você pensa que está?
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Cultura, Textos Interessantes | Etiquetado: Satisfação, Responsabilidade, Vida, Trabalho, Filosofia, Índia, Beleza, Problema, Tédio, Deus, Desejo, Céu, Inferno, Conto, Sufi, Conto Sufi, Casta, Pobre, Histórias, Ensinamento, Ancestral, Nasrudin, Mulla Nasrudin, Bonito, Fácil, Milagre, Aborrecimento, Maravilha |
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29 Junho 2009
No dia 28/06/2009, o Projeto Aikidô, Trabalho Voluntário exercido na Escola Municipal São Francisco de Assis, em Natal/RN, fez seu 1°ano de sucesso.
Desde seu início o Projeto Aikidô vem se desenvolvendo em prol das crianças da escola e da comunidade circunvizinha. Entre entradas e saídas de participantes, o Projeto Aikidô está atualmente com cerca de 30 crianças.
O projeto consiste na prática da arte marcial do Aikidô e de sua filosofia, Reforço em Português e Matemática, Acompanhamento Nutricional e Recreação.
O objetivo principal do Projeto Aikidô é afastar as crianças da rua, de ambientes hostis, das más companhias e do ócio, apresentá-las a outras formas de ver o mundo e os que estão em volta, auxiliá-las nas matérias da escola e orientá-las quanto à alimentação, sem deixar de lado o divertimento e as brincadeiras inerentes à idade.
Atualmente o Projeto Aikidô conta com 3 (três) voluntários: Marcus Vinicius Andrade Brasil, Advogado e responsável pelo Aikidô; Guilherme Augusto da Silva Lemos, Estudante e responsável pelas aulas de Reforço e Recreação e Mayra Liege da Silva Lemos, responsável pela Nutrição.
OS PARCEIROS DO PROJETO AIKIDÔ SÃO:
ABN AMRO Bank/Banco Real
www.bancoreal.com.br
Projeto Escola Brasil – PEB
www.projetoescolabrasil.org.br
Advocacia Marcus Vinicius Andrade Brasil
www.advocaciamvabrasil.wordpress.com
Natividade Moura
Diretora da Escola Municipal São Francisco de Assis
QUER CONHECER O PROJETO AIKIDÔ?
A Escola Municipal São Francisco de Assis fica no final da Miguel Castro, após a Liga Contra o Câncer, vizinho a Igreja dos Mártires, em Natal/RN. O horário do Projeto Aikidô é das 7:30h às 11:30h, todos os sábados.
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Voluntariado | Etiquetado: ABN AMRO Bank, Academia Central de Aikidô de Natal, Advogado, Aikidô, Aikidô Natal, Atenção, Banco Real, Comunidade, EMSFA, Escola Municipal São Francisco de Assis, Guilherme Augusto da Silva Lemos, Guilherme Lemos, Marcus Vinicius Andrade Brasil, Matemática, Mayra Lemos, Mayra Liege da Silva Lemos, Natividade Moura, Nutrição, PEB, Português, Projeto Aikidô, Projeto Escola Brasil, Recreação, Respeito, Sucesso, Vinicius Brasil |
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26 Junho 2009
“Você nem sempre terás o que desejas, mas enquanto estiveres ajudando aos outros encontrará os recursos de que precise”
Chico Xavier
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Espiritismo | Etiquetado: Ajuda, Chico Xavier, Desejo, Espírita, Espiritismo, Necessidade, Recursos |
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22 Junho 2009
“Eu não tenho espada, faço da minha calma e silêncio espiritual minha espada.” - Tradição oral Samurai
Silêncio… o que é silêncio? Qual é sua natureza, aplicação e repercussão? O silêncio é uma constante japonesa, não uma prática, é algo já arraigado, é o normal, não o almejado nos meios tradicionais. É de muito mau gosto ou ignorância interromper uma ação ou um estado natural de quietude com algum comentário desnecessário e/ou fora de contexto. Mas vamos com calma, parcimônia e sabedoria, afinal, somos brasileiros, fora deste contexto oriental.
Silêncio, do latim silentiu, do dicionário Michaelis: “3 Abstenção voluntária de falar, de pronunciar qualquer palavra ou som, de escrever, de manifestar os seus pensamentos”. Sileo- silentium, que significa: estar em repouso, tranqüilidade, descanso, ausência de qualquer estorvo. Etimologicamente, a palavra silêncio remete a silentium, silere, cujo significado encontra-se em sileo, cujo sentido é calar, omitir-se.
O silêncio é um meio de aprendizado comum ao budô. A partir do silêncio interior o aluno coloca-se pronto a receber o conhecimento oferecido pelo mestre. Ao postar-se em silêncio e perceber com consciência o que é demonstrado, o deshi tem uma condição melhor de internalizar o que é ministrado. Assim sua percepção sobre a natureza da prática amplia e amadurece.
No dojô de Aikidô, assim como em Nihon no Dojô, silêncio é algo essencial. O aluno não deve manifestar-se se não foi requerido ao mesmo. Aqueles que chegam ao dojô no meio de uma aula já em curso não devem comunicar-se com os que já estão praticando e o mesmo vale aos que estão no tatame, não devem dar boas vindas e outras expressões.
Durante a prática o sensei e os alunos mais graduados devem ser respeitados em suas orientações, não precisando contar com uma segunda voz ao guiar uma instrução. Se seu sensei chegou perto de você durante uma orientação que você possa estar passando a um companheiro, silencie-se e deixe que o sensei, que atenho certeza é o mais qualificado, observe e oriente as dúvidas de seu parceiro, e as suas TAMBÉM. Não chame o sensei, não use o imperativo, ex. “repita isso para mim sensei; sensei faça isso”.
Sempre que for necessário tirar uma dúvida durante a prática espero o sensei chegar, e se nesse tempo ele demorar vá praticando o seu melhor e não se preocupe com a prática de seu companheiro, não interfira, não oriente, principalmente e muito principalmente se você não é instrutor qualificado. Particularmente, em nosso dojô o aluno que tem permissão de orientar superficialmente seus colegas tem desígnio público meu, sendo vedada essa prática a outros alunos, iniciantes, alunos graduados e alunos visitantes. Enfim, se você acha que pode orientar seu colega é porque ou você tem permissão do sensei ou é porque já tem conhecimento suficiente das regras do dojô e portanto deve esperar em silêncio e quietude. Lembre-se: não interrompa o sensei, seus kohai e senpai, não converse, treine, treine e treine mais.
Charles Richet – Fukoshidoin, instrutor auxiliar e faixa-preta 2° grau, com ambas certificações conferidas pelo Hobu Dojô – Aikikai
Colaboração: www.portalaikido.com.br
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Aikidô, Textos Interessantes | Etiquetado: Ação, Academia Central de Aikidô de Natal, Aikidô, Aikidô Distrito Federal, Aikidô Natal, Aikikai, Aluno, Atenção, Auxílio, Budô, Calar, Calma, Charles Richet, Conhecimento, Cultura japonesa, Dúvida, Descanso, Deshi, Dojo, Espada, Espírito, Espiritual, Graduação, Graduados, Hombu Dojo, Instrutor, Japão, Kohai, Marcus Vinicius Andrade Brasil, Mestre, Nihon, Parcimônia, Prática, Quietude, Repouso, Sabedoria, Samurai, Senpai, Silêncio, Tatame, Tradição, Tranqüilidade, Treino, Vinicius Brasil |
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19 Junho 2009
Você já imaginou ter o maior conteúdo espírita da TV brasileira no conforto do seu lar?
O dia 17 de junho de 2009 acaba de entrar para a história do Espiritismo. Após três anos fazendo televisão espírita pela internet, a TVCEI inicia as suas transmissões via satélite para todo o Brasil e América do Sul pelo sistema digital.
Com uma programação variada e uma linguagem moderna e dinâmica, trouxemos todo o potencial que a tecnologia nos oferece em prol da divulgação do Espiritismo.
Essa é mais uma conquista do Conselho Espírita Internacional, dos milhares de internautas que nos acompanham, mas, principalmente, da Doutrina Espírita que ganha finalmente o seu canal de TV.
Quer saber como captar nosso sinal? clique aqui.
Divulgue esta novidade para todos os seus amigos!
Colaboração: www.tvcei.com
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Espiritismo, Notícias | Etiquetado: Acontecimento Espírita, Allan Kardec, Chico Xavier, Conselho Espírita Internacional, Divaldo Franco, Divulgação do Espiritismo, Doutrina Espírita, Espírita, Espiritismo, Televisão Espírita, TV CEI, TV Espírita, TV Via Satélite |
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18 Junho 2009
Kishomaru Ueshiba foi o filho caçula de Morihei Ueshiba, fundador do Aikidô. Nasceu na cidade de Ayabe no dia 27 de Junho de 1921.
Kishomaru começou a treinar seriamente enquanto era adolescente no ano de 1937 e, em 1938, já aparecia recebendo ukemi de seu pai no livro BUDÔ. Ele se tornou o diretor do Kobukan Dojô enquanto ainda estudava na universidade em 1942, logo após a retirada de seu pai para Iwama. Em 1946, se formou pela universidade de Waseda em Economia.
Depois da guerra, no começo de 1948, Kishomaru supervisionou o desenvolvimento do novo Aikikai Hombu Dojô. Ficou empregado por alguns anos em uma empresa de seguros até largar este emprego definitivamente em 1955 e dedicar-se totalmente ao crescimento da Aikikai. Em 1957, Kishomaru publicou seu primeiro livro sobre Aikidô que tornou-se um sucesso sendo editado diversas vezes. Desde então, ele foi autor de mais de 20 volumes sobre a arte.
Em 1963, Kishomaru fez sua primeira viagem internacional para os Estados Unidos e, subsequentemente, viajou em diversas ocasiões para a América do Norte, do Sul e Europa. Kishomaru Ueshiba teve papel fundamental na expansão e divulgação da organização Aikikai em torno do mundo. Sua influência técnica também foi muito grande.
Kishomaru gradualmente modificou o currículo técnico da Aikikai reduzindo o número de técnicas ensinadas e padronizando a nomenclatura. O seu estilo de movimentos fluídos ainda é utilizado em diversos dojôs.
Após a morte de seu pai em 1969, Kisshomaru herdou o título de Doshu que significa “O Guardião do Caminho.”
Kishomaru esteve em visita ao Brasil nos anos de 1978 e 1990.
No dia 04 de Janeiro de 1999, Kishomaru faleceu aos 77 anos.
Colaboração: www.aikidobr.com.br
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Aikidô | Etiquetado: Academia Central de Aikidô de Natal, ACAN, Agilidade, Aiki, Aikidô, Aikidô Natal, Aikikai, Aikikai Hombu Dojô, Arte Marcial, Atenção, Auto-Defesa, Ayabe, Ô-Sensei, Bu, Budô, Calma, Caminho, caminho do Guerreiro, Circularidade, Confiança, Coragem, Dô, Dojo, Doshu, Eficácia, Eficiência, Energia, Equilíbrio, Experiência Social, Flexibilidade, Fluidez, Gabriel Lopes Sensei, Guardião do Caminho, Guerreiro, Habilidade Técnica, Harmonia, Hitori, Instrutor de Aikidô, Iwama, James Carlos Sensei, Japão, Kawai Sensei, Ki, kishomaru Ueshiba, Kobukan Aikidô, Leveza, Marco Antonio Sensei, Marcus Vinicius Andrade Brasil, Morihei Ueshiba, Moriteru Ueshiba, Nague, Postura, Respeito, Rodrigo Martins Sensei, Satisfação, Sérgio Pelissari Sensei, Sensei, Shihan, Shihans, Sinceridade, Sincero, Tanabe, Técnica, Tori, Uke, Ukemi, Vinicius Brasil, Waseda |
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15 Junho 2009
Não importa qual direção você quer dar à sua vida. Seja o que for que decidir fazer, acima de tudo são necessárias a consistência e a regularidade para que possa chegar a seu objetivo.
Meu professor de tênis, Rodrigo Barbosa, sempre diz: o segredo do tênis é a regularidade. Regularidade nos treinos. Regularidade durante os jogos. Regularidade nos saques. Tudo é regularidade! Ele tem razão. Não adianta treinar oito horas por dia durante cinco semanas e depois ficar alguns meses sem ver a raquete. É melhor treinar duas vezes por semana, regularmente, porque o seu jogo ficará consistente. Não adianta você acertar um saque sensacional e errar um monte deles. É melhor dar um saque bem colocado e errar pouco.
A preocupação com a forma física tem levado muitas pessoas às academias, quadras e aos parques. O problema é que muita gente acha que pode ficar a semana inteira parada e, no sábado de manhã, correr para uma quadra de futebol, começar a jogar às 7 horas e só parar às 20 horas. Os resultados disso você já sabe: dores pelo corpo, lesões musculares e, até mesmo, um infarto.
Os cardiologistas são unânimes em afirmar que exercício físico bom é aquele feito com consistência e regularidade. Esse conselho vale para tudo. Na nossa jornada em busca do crescimento pessoal, as grandes vitórias vêm após ações consistentes e muito regulares. Nos estudos é a mesma coisa. Não importa se você estuda Direito, Literatura ou Marketing, se você reservar vinte minutos do seu tempo para estudar todos os dias, depois de um ano ficará impressionado com a sua evolução. Se você conseguir estudar uma hora por dia, então, vai ser sensacional. Pessoas que somente estudam para as provas podem até ser aprovadas, mas raramente aprendem.
Com a sua carreira profissional acontece a mesma coisa. Constância e regularidade são fundamentais. Se você pensa em ser engenheiro, presta vestibular, começa o curso e, no meio do segundo ano, decide que quer ser veterinário, tudo bem. É preciso entender que você mudou de idéia. Se você pensa em ter uma empresa de informática, prepara tudo, faz os empréstimos e os investimentos, mas depois de seis meses trabalhando decide que vai ser cabeleireiro, tudo certo. É preciso entender que você mudou de opinião.
Se você e sua namorada resolvem se casar, preparam a festa, arrumam uma casa para morar e cuidam de mobiliá-la, fazem planos para os filhos, e pouco antes da data do casamento você decide que vai ser padre, o que se pode fazer? Antes agora do que depois de casado, certo? Mas há algo muito errado nessas histórias todas. Como é que você consegue não terminar nada do que começa?
Tudo bem que exagerei um pouco nos exemplos. Mas a grande verdade é que é mais ou menos assim que muitos jovens se comportam. Mudam de idéia a toda hora, muitas vezes para direções que nada têm que ver com suas decisões anteriores. Dessa maneira, sua dedicação não constrói coisa alguma.
Lógico que não devemos ser rígidos como uma montanha, mas precisamos ter em mente que os resultados aparecem depois de algum tempo de dedicação. Infelizmente, muitas pessoas abandonam um projeto no momento em que ele iria começar a dar resultados. Peter Drucker, o grande professor de administração, dizia que a maioria dos projetos dá errado, não porque foi construída e administrada erradamente, mas porque as pessoas desistem deles antes mesmo de os resultados aparecerem.
Se as nossas decisões e os nossos atos não apresentarem consistência e regularidade, haverá um grande desperdício de nosso potencial humano, de dinheiro, de sonhos, de entusiasmo, de crenças. Significa perda de tempo, pois ficamos andando em círculos, podendo afundar cada vez mais no lodo. Não importa qual direção você quer dar à sua vida. Seja o que for que decidir fazer, acima de tudo são necessárias a consistência e a regularidade para que possa chegar a seu objetivo.
* Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 13 títulos.
Colaboração: http://shinyashiki.uol.com.br
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12 Junho 2009
Não basta recear a violência. É preciso algo fazer para erradicá-la.
Indubitavelmente, as medidas de repressão, mantidas pelos dispositivos legais do mundo, são recursos que a limitam, entretanto, nós todos, – os espíritos encarnados e desencarnados, – com vínculos na Terra, podemos colaborar na solução do problema.
Compadeçamo-nos dos irmãos envolvidos nas sombras da delinqüência, a fim de que se nos inclinem os sentimentos para a indulgência e para a compreensão.
Tanto quanto puderes, não participes de boatos ou de julgamentos precipitados, em torno de situações e pessoas.
Silencia ante quaisquer palavras agressivas que te forem dirigidas, onde estejas, e segue adiante, buscando o endereço das próprias obrigações.
Não eleves o tom de voz, entremostrando superioridade, à frente dos outros.
Não te entregues à manifestações de azedume e revolta, mesmo quando sintas, por dentro da própria alma, o gosto amargo dessa ou daquela desilusão.
Respeita a carência alheia e não provoques os irmãos ignorantes ou infelizes com a exibição das disponibilidades que os Desígnios Divinos te confiaram para determinadas aplicações louváveis e justas.
Ao invés de criticar, procura o lado melhor das criaturas e das ocorrências, de modo a construíres o bem, onde estiveres.
Auxilia para a elevação, abençoando sempre.
Lembra-te: o mourão aceso é capaz de gerar incêndios calamitosos e, às vezes, num gesto infeliz de nossa parte, pode suscitar nos outros as piores reações de vandalismo e destruição.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Atenção. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 16 edição. Araras, SP: IDE. 1997.
Colaboração: http://www.geocities.com/reflexaoespirita
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Espiritismo | Etiquetado: Abençoa, Abençoar, Ajuda, Alma, Amparo, Auxílio, Boato, Chico Xavier, Desígnios Divinos, Desencarnado, Elevação, Emmanuel, Encarnado, Espírita, Espíritas, Espírito, Espiritismo, Evolução, Indulgência, Irmão, Irmãos, Julgamento, Problema, Repressão, Silêncio, Solução, Sombras, Vínculo, Violência |
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9 Junho 2009
Natal Voluntários foi criado a partir da iniciativa do Programa Voluntários do Conselho do Comunidade Solidária que vem desde 1997 desenvolvendo condições para disseminação de uma cultura moderna do voluntariado preocupada principalmente com a eficiência dos serviços e qualificação dos voluntários e instituições
Após tomar conhecimento da existência do Programa Voluntários e da importância de se criar um centro de voluntários em Natal, um grupo de pessoas resolveu levar a frente essa iniciativa e a adesão de novas pessoas engajadas com a causa não para mais de crescer.
O lançamento do Natal Voluntários ocorreu no dia 6 de abril de 2000 no hotel Barreira Roxa e contou com a presença de mais de 150 pessoas representantes da sociedade civil, de empresas e do setor público.
Natal Voluntários estimula pessoas, organizações e empresas a contribuírem efetivamente na melhoria da qualidade de vida do Rio Grande do Norte, fortalecendo e promovendo a ação voluntária e o investimento social privado. Contribui para aumentar o impacto da ação e do investimento social para promoção do desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida da nossa população. Incentiva mais cidadãos conscientes de seu poder de transformação social a participarem de ações voluntárias, assim como organizações sociais e comunitárias mais bem preparadas para aproveitar o potencial voluntário e prestar melhores serviços à sociedade.
Natal Voluntários acredita que quando pessoas, organizações da sociedade civil e a iniciativa pública e privada se juntam para realizar ações em conjunto, as coisas acontecem.
Esse é o espírito do Natal Voluntários. Além disso: Toda pessoa é solidária e um voluntário em potencial; o exercício da cidadania, pela prática do voluntariado e pelo investimento social de empresas, é fundamental para a transformação da realidade social; o voluntariado organizado é a base do desenvolvimento do Terceiro Setor e voluntariado é troca. Ganha quem doa e ganha quem recebe.
Colaboração: www.natalvoluntarios.org.br
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Voluntariado | Etiquetado: Ação Voluntária, Auxílio, Desenvolvimento, Desenvolvimento Humano, Iniciativa Privada, Investimento Social, Natal Voluntários, ONG, Organizações Sociais, OS, Programa Voluntários, Programa Voluntários do Conselho do Comunidade Solidária, Qualidade de Vida, Social, Terceiro Setor, Trabalho Voluntário, Voluntariado |
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8 Junho 2009
De vez em quando escutamos o seguinte comentário:
“Vivo acreditando em sonhos, muitas vezes procuro combater a injustiça, mas sempre termino me decepcionando”.
Um guerreiro da luz sabe que certas batalhas impossíveis merecem ser lutadas, e por isso não tem medo de decepções – já que conhece o poder de sua espada, e a força do seu amor. Ele rejeita com veemência aqueles que são incapazes de tomar decisões, e estão sempre procurando transferir para os outros a responsabilidade de tudo de ruim que acontece no mundo.
Se ele não luta contra o que está errado – mesmo que pareça acima de suas forças - jamais encontrará o caminho certo.
Meu editor iraniano, Arash Hejasi, me enviou uma vez um texto que dizia:
“Hoje uma grande chuva me pegou de surpresa, enquanto eu caminhava pela rua… graças a Deus eu tinha meu guarda-chuva e minha capa. No entanto, ambos estavam na mala de meu carro, estacionado bem longe. Enquanto eu corria para pegá-los, pensava que estranho sinal estava recebendo de Deus: temos sempre os recursos necessários para enfrentar as tempestades que a vida nos prepara, mas na maior parte das vezes estes recursos estão trancados no fundo de nosso coração, e isso nos faz perder um tempo enorme tentando achá-los. Quando os encontramos, já fomos derrotados pela adversidade”.
Estejamos, portanto, sempre preparados: caso contrário, ou perdemos a chance, ou perdemos a batalha.
Colaboração: http://colunas.g1.com.br/paulocoelho/
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Textos Interessantes | Etiquetado: Adversidade, Amor, Arash Hejasi, Batalha, Chance, Chuva, Coração, Decepção, Desistir, Deus, Espada, Força, Guerreiro, Guerreiro da Luz, Injustiça, Luta, Paulo Coelho, Persistir, Recursos, Responsabilidade, Rua, Sonhos, Surpresa, Tempestade |
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5 Junho 2009
Não asseveres: “é-me impossível fazer!”
Nem redargas: “Não consigo!”
Nunca informes: “sei que é totalmente inútil aceitar.”
Nem retruques: “é maior do que as minhas forças.”
Para aquele que crê, o impossível é tarefa que somente demora um pouco para ser realizada, já que o possível se pode realizar imediatamente. Instado a ajudar não te permitas condições, especialmente se fruis o tesouro da possibilidade. Fácil ser delicado sem esforço, ser amigo sem sacrifício, ser cristão sem auto-doação…
Perseverança nos objetivos elevados, com oferenda de amor, é materialização de fé superior. Para que seja atuante, a fé deve nutrir-se do poder dos esforços caldeados para as finalidades que parecem inatingíveis.
Todos podem iniciar ministérios… Tarefas começantes produzem entusiasmos exaltados.
Mede-se, porém, o verdadeiro cristão e, particularmente, o espírita pelo investimento que coloca na bolsa de valores imortalistas a render juros de paz… Unge-se, portanto, de fé e deixa que resplandeça a tua fidelidade ao lado de quem padece.
Não fosse o sofrimento, ninguém suplicaria socorro. Não fosse a angústia ninguém se encorajaria a romper os tecidos da alma para exibir exulcerações…
Ninguém se compraz carregando demorada canga, não obstante, confiando em alívio, lenitivo…
Nas cogitações que te cheguem ao plano da razão, interroga como gostarias que fizessem contigo se foras o outro, o sofredor, o necessitado que ora te roga ajuda. Assim, envolve-te na lã do “Cordeiro de Deus” e persevera ajudando. Não somente dando o que te sobra mas aquela doação maior que te parece difícil, a quase impossível…
A perseverança dar-te-á paz e plenitude. Insiste na sua execução.
Divaldo Pereira Franco. Da obra: Convites da Vida. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. 5 edição. Salvador, BA: LEAL. 1991.
Colaboração: http://www.geocities.com/reflexaoespirita
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Espiritismo | Etiquetado: Ajuda, Amigo, Amor, Auxílio, Cristão, Demora, Divaldo Pereira Franco, Doação, Espírita, Espiritismo, Fé, Impossível, Joanna de Ângeli, Médium, Perseverança, Plenitude, Possível, Tarefa |
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4 Junho 2009
Ficar em silêncio ajuda muito a escutar a voz da sua alma.
Você já ouviu a opinião de muitos autores a respeito da importância de seguir o seu coração. Eles têm razão: um caminho que não fale ao seu coração não alimentará a sua alma; e uma pessoa sem alma é um ser perdido no oceano da vida.
A exploração do nosso mundo interior ajuda a nos conhecer melhor e, portanto, a construir uma vida que tenha sentido. Fico muito triste quando converso com pessoas ricas e importantes que me confessam, quase chorando: é horrível ver que batalhei e consegui tantas coisas que queria, mas não sou feliz. O meu sacrifício não me deu felicidade.
É importante escutar a nós mesmos o tempo todo, para saber se estamos realizando objetivos que nascem do nosso coração. Só assim teremos certeza de que, no final da vida, não iremos nos martirizar com o arrependimento.
- Mas, Roberto, como conhecer a minha alma? Como escutar o meu coração?
Bem, a primeira dica é: faça a pergunta certa. Quando você faz a pergunta errada, o seu coração vai para muito longe. Quer um exemplo de pergunta errada? Suponha que o seu chefe foi duro com você e apontou vários problemas de desempenho no seu trabalho. Se você perguntar a si mesmo: “Por que meu chefe está me sacaneando?”, não vai encontrar uma resposta que lhe ajude a crescer.
Sentir-se vítima do seu chefe, em vez de analisar o próprio trabalho, vai deixar você distante da resposta que lhe interessa. Nesse momento o melhor é olhar para dentro de si, verificar em quais pontos o seu chefe tem razão, analisar suas atitudes e tentar melhorar o seu desempenho. Seu namorado terminou o relacionamento com você. Em vez de perguntar por que ele a sacaneou, seria mais interessante entrar em sintonia com os próprios sentimentos. Se a tristeza aparecer, o melhor é chorar em paz, e só depois analisar seu comportamento.
Talvez você se dê conta de que estava sendo muito crítica com seu namorado e, a partir daí, aprenda a admirar mais a pessoa que você ama, percebendo com isso o que pode melhorar em sua maneira de demonstrar amor. Se você fizer as perguntas certas, conseguirá aprender muito sobre si mesmo. Faça suas perguntas, mesmo que elas fiquem muito tempo sem resposta:
• O que é essencial para você?
• Qual é a sua meta profissional?
• Como gostaria de estar daqui a dez anos?
• O que você precisa fazer para realizar seus projetos?
• A sua vida está do melhor jeito que poderia estar neste momento?
A capacidade de explorar nosso mundo interior nos ajuda a tomar melhores decisões e a evitar problemas decorrentes da nossa maneira de ser. Quando tinha aproximadamente 20 anos eu era o rei das decisões impulsivas. Decidia comprar alguma coisa sem pensar e alguns dias depois tomava consciência de que tinha feito besteira.
Depois de algum tempo decidindo errado, prometi a mim mesmo que sempre me daria um prazo de uma semana para pensar antes de comprar qualquer coisa mais cara. Isso evitou que eu fizesse muitas bobagens. Conhecer-se melhor pode ajudá-lo a tomar decisões que lhe façam realmente crescer.
Certa vez um deputado que gostava muito do meu trabalho telefonou-me e convidou-me a assumir um cargo de diretor de um importante hospital público. Consegui pedir a ele um prazo de um dia antes de lhe dar a resposta, o que foi um grande sacrifício, pois a minha vontade era dizer sim na hora. Fiquei pensando sobre o assunto e me dei conta de que aceitar o convite para cuidar de um hospital não tinha o menor sentido, considerando a minha vocação de psiquiatra. O que eu gostava mesmo era de escutar as pessoas e ajudá-las a se realizar. Foi um alívio quando, no dia seguinte, liguei para dizer “não, obrigado!”. Minha alma celebrou a minha decisão.
Algumas vezes, sua rota precisa ser reajustada e você só descobrirá isso se souber conversar consigo mesmo. Ficar em silêncio ajuda muito a escutar a voz da sua alma.
Sabe quando rastreamos todos os arquivos e pastas do computador em busca de alguns vírus que possam ter invadido o sistema? Sabe quando navegamos pela internet e mantemos o antivírus acionado para impedir a entrada de elementos suspeitos? Na vida real, o autoconhecimento é nosso melhor antivírus. Para que você não perca todos os seus documentos nem tenha de configurar novamente sua máquina, pergunte-se sempre o que realmente importa em cada momento de sua vida.
* Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 13 títulos.
Colaboração: http://shinyashiki.uol.com.br
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3 Junho 2009
“Seja grato mesmo diante de todos os sofrimentos, recuos e más pessoas. Lidar com tais obstáculos é uma parte essencial do treinamento da Arte da Paz“. Morihei Ueshiba – Fundador do Aikidô.
Escolher fazer algo, gozar dos benefícios e assumir com as cargas e responsabilidades é uma atitude coerente. Por exemplo: querer tomar sorvete sem a baixa temperatura do gelo é incoerente. Apaixonar-se sem querer se machucar é ilusão. Estar no mundo já é um processo com riscos, os riscos inerentes a existência humana. Treinar uma arte marcial não é diferente. As pessoas hoje não querem assumir riscos e responsabilidades, não querem plantar para colher, não querem se sujar, não querem esperar, não querem sentir dor… dor… dor faz parte do treinamento sério.
Há muita confusão em torno da afirmação “Arte da Paz”. “Arte da Paz” é algo complexo e simples, um paradoxo, porém essa afirmação pode ser entendida por todos aqueles que se entregarem ao afinco do treino e estudo sérios, tradicionais.
Escrevo esse relato para dar noção dos dois dias de treino que tive em São Paulo, dias 17 e 18 de março, com Leonardo Sodré Sensei. Leonardo Sensei, 3º Dan, é aluno de Ono Shihan, 7º Dan. Leonardo Sensei é destacado por ter em seu currículo cinco estágios no Hombu Dojo Aikikai de Tóquio, e mais estágios no Summer Camp de Nova York e na academia de Shibata Sensei em Berkeley. Ele treina e ensina Aikidô profissionalmente.
Fui a São Paulo pela amizade e pelo profissionalismo, “treinar com outro profissional”. Quatro horas de treino na terça e três horas na quarta, sendo uma delas uma aula particular em suwari waza por uma hora. Nestes treinos eu tive contato com muitas limitações físicas e técnicas, mas também pude ver o tanto que estou disposto a me entregar aos meus objetivos, os ônus e conseqüências de um treinamento sério. Acumulei ácido láctico como nunca havia feito em toda a minha vida. Porém é em momentos de exaustão física que muitas habilidades extras físicas ficam evidentes e se fazem necessárias. Mas todas essas técnicas só são internalizadas através do treino, mais treino e muito treino. Treinar, treinar e treinar.
As coisas verdadeiras, reais não são compradas, negociadas ou impostas. São reveladas, concluídas, intuídas, nascem da percepção interna. Em termos de Aikidô o treinamento é o caminho, não tem “cadeira do matrix” nem fórmula mágica. O treinamento em Budô/Aikidô serve a esses propósitos: desidentificação do ego, reconhecimento dos limites, expansão dos limites, cultivo de virtudes, autoconhecimento e burilamento do caráter. Não tem caminho fácil nem curto.
Treinar artes marciais é conviver com seu lado negro, conhecê-lo e a partir daí saber agir a partir do seu centro e não de seus instintos egóicos. Para isso é preciso haver entrega, receber tanto o que é agradável como o não agradável. Mas claro: não estamos no Japão feudal, ninguém tem que cometer harakiri se desagradar seu mestre e nem aceitar os excessos dos instrutores. Hoje podemos escolher nossos mestres, e até mudar de mestre, porém devemos lembrar: o mundo exterior é em parte um reflexo do nosso ser interno e que para ser bom precisamos pagar um preço, o preço da entrega.
O treino sério em artes marciais não é para todos… mas todos podem praticar uma arte marcial.
Charles Richet – Fukushidoin, instrutor auxiliar, e faixa preta 2º grau, com ambas as certificações conferidas pelo Hombu Dojo Aikikai.
Colaboração: www.portalaikido.com.br
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Aikidô | Etiquetado: Afinco, Aikidô, Aikidô DF, Aikidô Natal, Aikikai, Arte da Paz, Arte Marcial, Benefícios, Budô, Burilar, Charles Richet, Complexo, Ego, Estudo, Exterios, Fukushidoin, Gratidão, Hombu Dojo, Interior, Leonardo Sodré Sensei, Mestre, Morihei Ueshiba, Objetivo, Ono Shihan, Perfeição, Responsabilidade, Revelação, Shibata Sensei, Simples, Summer Camp, Swari Waza, Técnica, Treinamento, Treino, Ueshiba |
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2 Junho 2009
E tem quem afirme que não aconteceu…segue a prova.
Centenas de objetos pessoais pertencentes a prisioneiros do campo de concentração nazista de Auschwitz (sul da Polônia) foram encontrados durante os trabalhos de manutenção de um dos antigos crematórios, informa hoje a direção do museu deste campo.
Entre os objetos há joias, lembranças familiares, brinquedos e cosméticos, os últimos pertences de algumas das vítimas do nazismo mortas em Auschwitz.
Parte desta descoberta, que acontece mais de 60 anos depois da libertação do campo de concentração, pertencia a judeus húngaros, deportados à Polônia pelas autoridades nazistas, já que muitos objetos têm inscrições nesse idioma.
Calcula-se que mais de 400 mil judeus foram enviados da Hungria a Auschwitz, onde quase todos perderam a vida.
O museu do campo de concentração indicou que os objetos encontrados serão exibidos em breve no local, visitado todos os anos por centenas de milhares de turistas de todo o mundo. Mais de um milhão de pessoas perderam a vida em Auschwitz, entre judeus, ciganos, homossexuais e membros da resistência europeia contra o Exército Alemão.
Colaboração: www.yahoo.com.br
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Notícias, Textos Interessantes | Etiquetado: Auschwitz, Campo de Concentração, Cigano, Crematório, Exército Alemão, Húngaros, Homossexual, Hungria, Judeus, Morte, Museu, Nazismo, Nazistas, Objetos Pessoais, Polônia, Resistência, Vida |
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1 Junho 2009
Tive uma experiência interessante na minha volta aos treinos de Aikidô, por estes dias. Embora meio fora de prática, tive um prazer imenso em treinar, como nunca tive em todo o tempo treinado. Lembro-me de antes, que quando estava no tatame, muitas das vezes estava com a mente distante; e ao contrário, quando estava distante, estava com pensamento no tatame, de modo que não vivenciava realmente a maravilhosa experiência do treino. Após os últimos 11 (onze) meses de estudo do Zen, da tradição do Thay, praticando a meditação, compreendi melhor o que o fundador do Aikidô – Ô-Sensei Morihei Ueshiba pretendia com união mente, corpo, espírito.
Após iniciado o meus estudos de meditação, foi uma experiência formidável treinar Aikidô, envolto em Plena Consciência. Já em casa, afastado dos treinos, busquei fazer os movimentos da arte marcial, atento a respiração, e já havia obtido uma excelente experiência. A verdade é que descobri o Zen no Aikidô.
Já tinha ouvido falar que o Aikidô era o Zen em movimento, mas não tinha ainda vivenciado a experiência. Até o famoso Ki, pude perceber real. O que para mim antes não passava de metafísica, passei a senti-lo no treino, embora não tenha ainda domínio sobre ele. Atento aos movimentos e a respiração, repetindo mentalmente “momento presente, momento maravilhoso“, torno-me mais atento as sensações do corpo e mente, não deixando me perder em pensamentos, e tornando mais presente ao treino e concentrado aos movimentos. Observo o relaxamento do corpo, cuidando-me para não permitir tensões no corpo, buscando a leveza natural do ser, indispensável à meditação e ao Aikidô. O objetivo é seguir no treino atento à forma correta. A perfeição marcial é a preocupação instrumental imediata, sendo a harmonização espirito/corpo/mente o objetivo final. E nesse momento o Aikidô e o Zen se confundem.
JOSÉ RIBAMAR LOPES – Servidor Público Estadual – 2º Kyu (Faixa-Azul) – Aluno da Academia Central de Aikidô de Natal.
Colaboração: http://umditoeumponto.blogspot.com/
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Aikidô, Textos Interessantes | Etiquetado: Academia Central de Aikidô de Natal, Aikidô, Aikidô Natal, Aikidô RN, Arte Marcial, Ô-Sensei, Consciência, Corpo, Dô, Espírito, José Ribamar Lopes, Ki, Leveza, Marcialidade, Meditação, Mente, Metafísica, Momento, Moriheu Ueshiba, Naturalidade, Plena Consciência, Prática, Relaxamento, Respiração, Tatame, Tensão, Thay, Treino, Zen, Zen em Movimento, Zen no Aikidô |
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29 Maio 2009
Chico acreditava que a solução da delinqüência estava dentro do lar, da família e que o ato de fazer um aborto é imoral.
Com as crianças Chico tinha um magnetismo incomum. Elas adoravam o mineiro, que sempre tinha os braços abertos para abraçá-las, com carinho e atenção.
Muito se fala sobre delinqüência juvenil, mas este problema não é de hoje. Chico Xavier psicografou livro com texto do espírito Emmanuel em “À Sombra do Abacateiro”, de Carlos A. Baccelli.
“Depois da luta da criança considerada em penúria, apareceu para nós a luta da criança demasiadamente livre nos primeiros anos da existência…Há muitos desequilíbrios, embora sejam descendentes de lares muito abastados. Essas outras crianças crescem revoltadas pela ausência de carinho; às vezes, sofrem o abandono, mesmo dos avós que não se interessam pelos netos… De um lado, as crianças em penúria; de outro lado, as que estão mais ou menos atendidas, ou às vezes altamente atendidas em suas necessidades…Hoje ouvimos falar de muitos crimes efetuados por meninos de 10, 14 anos… Deveríamos tratar de códigos que dessem a maioridade aos 14 anos. A criança é chamada a memorizar as suas vidas passadas muito depressa, motivada pela televisão, etc. Precisávamos da criação de leis que ajudem a criança a não se fazer delinqüente nem viciada. O governo não pode ser responsável por todas as nossas modalidades de penúria; não podemos exigir que os ministros venham a fazer intervenções em nossas vidas familiares. O problema da penúria é nosso. (…) Não temos uma disposição muito ativa em torno da criança considerada desvalida; nós fazemos distribuições anuais, mas nos esquecemos que criança, tal qual nos acontece, almoça todo dia, estuda todo dia, toma banho todo dia… De um lado, a criança em penúria; de outro, a criança abandonada pelos pais…”, escreveu ele.
Chico contou certa vez que no Japão existia, há algum tempo, um surto muito grande de delinqüência. O próprio governo sentia-se incapaz de conter aquela expansão infeliz… Foi quando um grupo de senhoras sugeriu que, nas cidades, as famílias se reunissem, em grupos de cinco a dez famílias, para debaterem o problema. A idéia tomou vulto. Quase que o Japão inteiro começou a reunir-se, semanalmente, discutindo o que se poderia fazer pela criança, pelos reeducandos, para que a idéia do crime diminuísse. Em dois anos, o índice de delinqüência juvenil diminuiu em 80%.
Colaboração: www.diariodonordeste.com.br
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Espiritismo, Textos Interessantes | Etiquetado: Abandono, Aborto, Atenção, À Sombra do Abacateiro, Carinho, Carlos Baccelli, Códigos, Chico Xavier, Crianças, Crime, Delinquência, Emmanuel, Espírita, Espiritismo, Família, Governo, Imoral, Japão, Juventude, Lar, Leis, Luta, Magnetismo, Médium, Ministros, Penúria, Psicografia, Surto, Vício |
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28 Maio 2009
O Blog IMPRESSÕES está passando pelas primeiras reestruturações desde sua criação em Julho de 2008. As mudanças estão se dando de forma paulatina, mas já podem ser notadas.
A mudança de lay-out é a mais visível. Apresenta-se um lay-out mais moderno e interativo. Além do visual mais agradável, com o passar do tempo, alguns links serão inseridos para melhorar a interação com outros Blogs e Sites.
Um outro ponto a ser modificado será referente aos posts das categorias Direito e Notícias (Notícias de Direito ou da Área Jurídica); tais posts não farão mais parte do acervo do Blog IMPRESSÕES. Os referidos posts migrarão progressivamente a outro Blog; um Blog exclusivo para tratar de assuntos de Direito, da Área Jurídica e suas notícias, o Blog da Advocacia MVABrasil.
Assim, os leitores dos posts de Direito e Notícias (da Área Jurídica) e aqueles que se interessarem, podem acessar o seguinte endereço www.advocaciamvabrasil.wordpress.com e, além de continuarem a acompanhar as decisões do Judiciário Nacional, as notícias de Direito, podem também tirar dúvidas acerca de direitos, ações, serviços advocatícios ou entrar em contato com um Advogado.
Proteja seu direito - www.advocaciamvabrasil.wordpress.com
By IMPRESSÕES – www.impressione.wordpress.com
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Textos Interessantes | Etiquetado: Acervo, Advocacia MVABrasil, Aviso, Área Jurídica, Blogs, Direito, Impressões, Interação, Interativo, Lay-out, Links, Marcus Vinicius Andrade Brasil, Moderno, Mudanças, Notícias, Post, Reestruturação, Sites |
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27 Maio 2009
O respeito a sua vocação tem de ser total, e então todas as bênçãos virão em seguida.
A felicidade profissional vem quando trabalhamos em algo que verdadeiramente tem a ver com nossa vocação. Quando não trabalhamos de acordo com nossa missão pessoal, ficamos irritados, de mau humor, entediados e, por conseqüência, não conseguimos servir a ninguém.
Um artista pode trabalhar como bancário, mas terá de ser “um bancário artístico” para não perder o amor à vida e ao trabalho. Se lutar contra sua essência e apagar sua sensibilidade, fará um grande mal a si próprio e, provavelmente, não conseguirá economizar dinheiro para se tornar artista 24 horas por dia.
Talvez você esteja com vontade de dizer que se sente frustrado porque precisa trabalhar com algo que não tem nada a ver com você, mas garante o seu salário. Se isso não tem nada a ver com você, daqui a pouco vai acabar sendo demitido por falta de competência. Sabe por quê? Porque está trabalhando sem paixão, não sente desejo de estudar para se aprimorar e o seu resultado vai acabar comprometido. O amor tem de vir em primeiro lugar mesmo que você esteja interessado em dinheiro. O respeito a sua vocação tem de ser total, e então todas as bênçãos virão em seguida.
Existe uma pesquisa realizada pelo professor Mark Albion, divulgada no livro Making a Life, Making a Living (Warner Business Books, 2000), que ilustra claramente a importância do respeito à vocação e aos valores nas escolhas que uma pessoa faz ao longo da carreira. Nela, 1.500 profissionais que haviam concluído o Master in Business Administration (MBA), vinte anos antes, nas melhores escolas americanas, relataram as prioridades em suas escolhas profissionais: 83 % optaram pelo emprego em função do salário. Os 17% restantes optaram por aquilo que mais lhes dava prazer, independentemente da vida financeira.
Vinte anos depois, Albion foi verificar como estava a carreira desses profissionais. Dos 1.500 entrevistados, 101 tornaram-se milionários. Desses, apenas 1 pertencia ao grupo que fez sua escolha orientada pelo dinheiro, todos os demais viraram milionários trabalhando no que gostavam.
Se você está frustrado com sua profissão, é chegada a hora de uma revisão de vida. Aproveite esse momento para analisar qual é sua verdadeira vocação, seus talentos, e vá atrás de seu sonho. Talvez você precise de algum tempo para essa transição, mas não se abandone atrás de uma mesa, fazendo algo que não tem nada a ver com você, até chegar o “glorioso” dia da aposentadoria.
A maior parte das pessoas escolhe uma profissão por motivos que nada têm a ver com sua alma, com sua vocação. Alguns a escolhem pelo glamour que supõem existir em algum tipo de trabalho. Ser sociólogo, por exemplo, era o máximo na década de 1960. Já nos anos 1980, a moda era ser psicólogo. Nos anos 1990, o que dava status era ser publicitário. Uma pessoa deve escolher uma profissão não pelo prestígio social que possa haver nessa atividade, mas por ser a preferência de sua alma.
A frustração chega quando a pessoa descobre que, com o glamour, vêm junto inúmeras tarefas aborrecedoras que somente aqueles com uma verdadeira vocação para essa profissão fariam com prazer. Por mais que escolha a profissão de acordo com sua vocação, haverá inúmeras tarefas difíceis de cumprir, mas que você realizará por amor e respeito à sua missão e às pessoas que dependem de sua competência.
Em qualquer profissão que escolhermos, a banana virá sempre com casca, e teremos de tirá-la. Ou seja, temos de aprender a curtir também o que há de desagradável naquela profissão. Se escolhermos bem, de acordo com nossa vocação, descascar a banana será tão gostoso quanto comê-la.
Há quem escolha determinada carreira para realizar os sonhos da família. Pode ser que o pai, na juventude, tenha tentado ser médico, mas, como não conseguiu realizar seu desejo, quer agora que o filho ou a filha siga essa carreira, custe o que custar. Pode acontecer também que o pai seja um poderoso empresário e queira que o filho perpetue seu negócio, mesmo que o garoto não tenha a mínima vocação ou habilidade para tocar a empresa!
Existem milhares de casos semelhantes, e é aí que começam os conflitos, sem que ninguém perceba o que está acontecendo de fato. O pai começa a achar que o filho é preguiçoso, e o filho, depois de tantas cobranças, acaba se convencendo de que sua vocação é trabalhar naquilo que o pai quer. Buscando a felicidade do pai, esse filho corre em alta velocidade para a frustração como profissional e, no fundo, como pessoa.
Quantos casos existem de filhos que eram irresponsáveis enquanto trabalhavam com os pais e que, ao irem para outra empresa, mudaram radicalmente de comportamento? Há também jovens que trocam de curso na faculdade e só então começam a se envolver de verdade com os estudos.
É muito melhor, nesses casos, uma conversa franca entre pai e filho. As vocações não são transferíveis. Cada caminhante tem o seu caminho. Mas só conseguiremos respeitar a vocação dos outros quando soubermos respeitar nossa própria vocação.
Há também aquelas pessoas que, por causa da crise econômica, escolhem uma carreira pensando em seu retorno financeiro. O que dá dinheiro? Informática, telecomunicações, tecnologia da informação? Poucas percebem que optar por uma profissão sem paixão é como se casar sem amor com alguém muito rico. Se já é trabalhoso ser fiel a uma vocação autêntica, a coisa fica muito pior quando não há vocação!
Por fim, existem aqueles que escolhem a carreira para evitar problemas. São os novos empresários, que pretendem montar um negócio porque não querem ter chefes. Logo descobrem que possuir um negócio próprio é transformar cada cliente num chefe. E, se não tinham capacidade para entender um, como poderão servir a cinqüenta?
Qualquer que seja sua idade, é sempre importante dar uma pausa na correria do trabalho para analisar se você está realizando sua vocação. Muitas pessoas fogem dessa reflexão com medo de descobrir que estão no caminho errado. Fazer uma mudança radical requer esforço, mas é melhor se esforçar para girar o barco no rumo do seu coração do que ter de se arrastar todos os dias para um trabalho que não tem nada a ver com você.
* Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 13 títulos.
Colaboração: http://shinyashiki.uol.com.br
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Textos Interessantes | Etiquetado: Amor, Aposentadoria, Artista, Bancário, Benção, Caminho, Carreira, Chefe, Competência, Conflito, Demitido, Dinheiro, Economia, Empresário, Fama, Felicidade, Filho, Informática, Irritação, Making a Life, Making a Living, Mark Albion, Master in Business Administration, Mau Humor, Missão, Missão Pessoal, Negócio, Pai, Paixão, Prazer, Preguiça, Profissional, Psicólogo, Psiquiatra, Publicitário, Respeito, Roberto Shinyashiki, Salário, Sensibilidade, Sociólogo, Sonho, Talento, Tédio, Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Trabalho, Vida, Vocação, Warner Business Books |
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26 Maio 2009
No Presídio
O assunto girava em torno de uma visita a um presídio na cidade de São Paulo, que um grupo de amigos havia realizado, juntamente com o Chico. Estávamos, sábado à tarde, no Grupo Espírita da Prece, em Uberaba (MG), e era lembrado o ocorrido…
Dizia-nos o Chico, muito feliz, que recebera calorosos abraços de aproximadamente quatro mil internos daquela casa de correção. – Imagine – começou a sorrir – que, depois de receber tantos tapinhas, eu tinha as costas doloridas…
Um moço que havia participado daquele trabalho indaga: – Chico, você viu muitos espíritos obsessores lá no presídio? – Não! – respondeu ele. Não vi obsessores. Vi, sim, muitos benfeitores amigos, muitas mães. Já não há obsessores, não! Eles já fizeram o que queriam!…
Nós, que ouvimos aquela resposta, quedamos, surpreendidos pela lógica convincente.
Na Pescaria
Com a vida totalmente dedicada à divulgação doutrinária e à caridade, alguns amigos, pensando em distraí-lo, resolveram convidá-lo para uma pescaria. O convite, a princípio, foi educadamente rejeitado, mas devido à insistência, não podendo mais sustentar a recusa por não querer magoá-los, acabou por aceitá-lo.
Era uma bela manhã, lá foi o Chico demonstrar suas ocultas qualidades de grande pescador. Acocorado no barranco do rio, ao lado dos amigos que já faziam grande sucesso pelo número de peixes fisgados, depois de muitas horas sem ter pego um lambarí sequer, o fato começou a despertar curiosidade, pois os peixes passavam rente à sua linha e nenhum mordia a isca: era um fenômeno estranho! Os amigos, não suportando mais aquela esquisita situação, resolveram interpelá-lo. Ele, por sua vez, satisfazendo a curiosidade geral, disse-lhes que aceitara o convite e, por isso, ali estava, mas não tinha colocado isca no anzol porque não pretendia incomodar os peixinhos…
Aceitação
Já era madrugada quando a sessão terminou e a multidão continuava cercando o Chico, enquanto ele caminhava com dificuldade em direção ao carro. Uns perguntavam sobre parentes desencarnados, outros pediam-lhe autógrafos, outros beijavam-lhe as mãos, outros o rosto, muitos entregavam-lhe cartas, mães traziam-lhes os filhinhos para que ele os tocasse. Quando conseguimos colocá-lo no carro, perguntei-lhe: -Chico, como é possível ter tanta paz em meio a tanto tumulto? – Aceitação.
Colaboração: www.diariodonordeste.com.br
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Espiritismo, Textos Interessantes | Etiquetado: Aceitação, Amigos, Amizade, Anzol, Benfeitores, Caridade, Centro Espírita, Chico Xavier, Convite, Dificuldade, Doutrina Espírita, Espírita, Espiritismo, Fenômeno, Grupo Espírita da Prece, Isca, Madrugada, Mães, Médium, Multidão, Obsessores, Peixe, Pescaria, Presídio, Psicografia, Respeito, Tumulto, Uberaba, Visita |
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22 Maio 2009
Não cabe manifestação de ego no Aikidô. É seu pré-requisito a intenção de desprendimento ao sentimento egóico. Aikidô é, acima de tudo, arte de iluminação, e a iluminação nunca se dá em benefício de um único ser. Lembremo-nos que Ô-Sensei era extremamente religioso, e este sentimento foi fundamental na formação do Aikidô.
Não há harmonia com a natureza, preso há uma vontade individual. A natureza não tem vontade…ela é. Assim devemos ser no Aikidô, livres e fluidos. Se há vontade não há fluidez, não há harmonia, não há Aikidô, que é o caminho da harmonia pela energia vital.
Levados por sentimentos adquiridos nas atividades esportivas, bem como no nosso meio social competitivo, preocupamo-nos em demonstrar destreza, conquistar graduações, obter destaque… Trabalha contra nossa prática a comparação com os outros, o objetivo de sermos os melhores. A busca da superação deve ser sobre nós mesmos. A melhora obtém-se no aperfeiçoamento, que requer desprendimento e entrega à prática. Portanto, não há entrega se há apego, que são opostos entre si.
No Aikidô há reverências, submissões a regras e posturas, a conduções; há humildade. Se nossa preocupação ainda é com a obtenção da graduação, a exibição da já conquistada, o aprendizado de uma técnica que nos faça bom de briga, talvez devamos tornar a buscar informações sobre a história do fundador, que migrou seus estudos da marcialidade para a espiritualidade, do Jutsu para o Dô. Assim procedendo, talvez compreendamos o significado da arte por você escolhida, e sejamos praticantes mais tranquilos e felizes, entregue as rotações naturais.
Nesse sentido, a lição do fundador:
“A Arte da Paz é o remédio para o mundo doente. Há maldade e desordem no mundo porque as pessoas se esqueceram que todas as coisas vieram de uma única força. Voltemos para essa fonte, deixando para trás todo pensamento egoísta, desejos mesquinhos e raiva. Aqueles que não possuem nada possuem tudo“.
“Se você não tem nada que o ligue ao verdadeiro desprendimento. Você nunca entenderá A Arte da Paz“.
José Ribamar Lopes – Servidor Público – 2º Kyu (Faixa-Azul) – Aluno da Academia Central de Aikidô de Natal.
Colaboração: http://umditoeumponto.blogspot.com/
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Aikidô, Textos Interessantes | Etiquetado: Academia Central de Aikidô de Natal, Aikidô, Aikidô Natal, Aperfeiçoamento, Arte, Arte da Paz, Arte Macial, Ô-Sensei, Circular, Competição, Condução, Conquista, Dô, Destreza, Ego, Energia, Energia Vital, Esporte, Exibição, Fuidez, Fundador do Aikidô, Graduação, Graduado, Harmonia, Iluminação, Iniciante, José Ribamar Lopes, Jutsu, Liberdade, Morihei Ueshiba, Natureza, Postura, Regra, Relegioso, Reverência, Rotação, Sentimento, Sociedade, Submissão, Superação, Ueshiba, Vontade |
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15 Maio 2009
“A Arte da Paz começa em você. Trabalhe consigo mesmo e com a tarefa que lhe foi consignada na Arte da Paz. Todos temos um espírito que pode ser refinado, um corpo que pode ser treinado de certa maneira, uma senda conveniente a ser seguida. Estás aqui com um único propósito de dares conta de tua divindade interior e manifestar a tua iluminação inata. Alimente a paz em tua própria vida e aplique logo a arte a tudo o que encontrares.”
Ô-Sensei Morihei Ueshiba – Fundador do Aikidô
Colaboração: www.impressione.wordpress.com
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14 Maio 2009
Entre os grandes legados que o Aikidô desenvolve nos seus praticantes “sinceros” estão a proatividade e a autodeterminação, chamo de praticante sincero, àquele que pratica o Aikidô com o coração, com a cabeça e com o corpo, quando há uma entrega total ao aprendizado.
Num dia destes recebi uma mensagem pela internet, uma das poucas que recebemos com um cunho positivo e proveitoso, ela falava sobre a quantidade de pessoas que tem neste mundo que ficam só criticando e esperando que alguém faça o que ela acha que deve ser feito, o texto fala que: “Há muito, mas muito mais gente para comer o bolo do que gente para fazer o bolo. E às vezes aqueles que só comem o bolo ainda reclamam do gosto, mas continuam comendo e não ajudando. Sempre há mais gente para almoçar e menos gente para lavar a louça. Mais gente para assistir e reclamar do espetáculo, do que gente para montar a sala, carregar as cadeiras, varrer, limpar, organizar etc”.
Porém o que tenho observado nestes 20 e poucos anos de ensino e prática do Aikidô, é que esta proporção é justamente o inverso no Aikidô, principalmente, entre os praticantes que chegam à graduação de 1º kyu em diante, posso dizer que, neste grupo, apenas uma pequena minoria se encaixaria naquela frase.
Entre os novatos e os intermediários, acredito que a maioria seja como no texto citado, e isto vai aparecer muito fácil no movimento destas pessoas, na prática delas dentro do tatame, nas suas dificuldades de ter uma pronta resposta aos estímulos e a tomar decisões rápidas. Mas no grupo mais antigo, mais graduado, isto se inverte. Por isto tenho certeza, que tudo que alcançamos até hoje em termos de organização, foi pelo somatório dos esforços dos praticantes sinceros, e o número destes felizmente vem crescendo nos últimos tempos.
Se hoje, este despertar de consciência tem o seu maior número a partir das graduações altas, sonho em ver o dia em que isto venha a ocorrer, já a partir das graduações intermediarias 3º e 2º (Kyu), vale frisar que não ignoro o fato de que algumas pessoas já chegam ao Aikidô, com uma conduta dentro destes valores.
Só para refrescar as idéias e reforçar a criação de um “memo” positivo, coloco mais um pedaço do texto que citei anteriormente. “Se hoje há sombra e fruto é porque alguém plantou uma árvore e o ato de plantar implica um ato de fé, acreditar que vai, nascer, que vai crescer e que vai dar frutos. Alguém precisa cavar a terra, plantar, enfim dá trabalho. Hoje temos a sombra. Mas há sempre mais gente para sentar e usufruir da sombra e dos frutos do que gente para plantar. Precisamos de gente para plantar, gente para ajudar a fazer a bolo, gente para lavar a louça e para montar o espetáculo. Veja bem: SE VOCÊ QUER PARTICIPAR DOS RESULTADOS, ENTÃO AJUDE A PENSAR, AJUDE A MELHORAR AS COISAS. Como podemos melhorar o atendimento, como podemos diminuir os custos, como podemos aumentar a produtividade. Sentir-se parte é pensar, é fazer o que esta precisando ser feito, sem esperar que alguém venha lhe pedir, é comprometer-se.”
As pessoas que adotam esta atitude, e este comportamento, além de estarem contribuindo para uma família melhor, para uma rua melhor, para um bairro melhor, para uma cidade melhor, para um país melhor, com certeza estão contribuindo para um mundo melhor. E, sem dúvida, ela e os seus estarão entre os beneficiados.
E você meu amigo, que tipo de pessoa quer ser? Aquela que ajuda, colabora, pensa e dá o melhor de si? Aquela que ajuda a fazer o bolo? Ou quer ser daquelas pessoas que se sentam à mesa e ficam esperando alguém lhe servir uma fatia?
* Roque Vargas Sensei – 5º Dan em Aikidô – Responsável pelo Aikidô no Rio Grande do Sul por designação do Shihan Kawai (Confederação Sul-Americana de Aikido) e Hombu Dojo – Japão.
Colaboração: http://vargasaikido.blogspot.com/
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Aikidô, Textos Interessantes | Etiquetado: Aikidô, Aikidoísta, Aikidoca, Aprendizado, Atitude, Graduados, Hombu Dojo, Iniciantes, Japão, Kawai Sensei, Kohai, Kyu, Morihei Ueshiba, Rio Grande do Sul, Roque Vargas, Senpai, Sensei, Sensei Vargas, Shihan Kawai, Sinceridade, Tatame, União Sul-Americana de Aikidô, Yudansha |
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13 Maio 2009
Nos dias 29, 30 e 31 de maio do ano corrente, acontecerá em Natal/RN o XIV Simpósio Espírita de Natal. O simpósio abordará o tema: DESCOBRINDO OS FUNDAMENTOS ESPÍRITAS: APRENDER PARA MELHOR VIVER. O Evento será no Auditório da FESA, Rua Governador Valadares, 4861, II etapa, Conjunto Pirangi, em Natal. Segue os participantes convidados para o evento.
Palestrantes:
LINDOMAR COUTINHO (BA), GERARDO CAMPANA (AL), NAHON CASTRO (BA), ILEANA MATTOS (BA), KAU MASCARENHAS (BA), PEDRO CAMILO (BA), ARMANDO TOMAZ (RN) e HÉRCULES BRUNO (RN).
Pintura Mediúnica:
MARILENA HENKLAIN (BA) e ELSON MONTE (RN)
Informações e Inscrições:
Telefones: (84) 9982-9678, (84) 9411-9866 e (84) 8701-4097
E-mail: taniacmonte@hotmail.com
Colaboração: www.impressione.wordpress.com
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Espiritismo, Notícias | Etiquetado: Armando Tomaz, Elson Monte, Espírita, Espiritismo, Espiritualidade, FESA, Fundamentos Espíritas, Gerardo Campana, Hércules Bruno, Ileana Mattos, Kau Mascarenhas, Lindomar Coutinho, Marilena Henklain, Nahon Castro, Natal/RN, Pedro Camilo, Simpósio Espírita, XIV Simpósio Espírita de Natal |
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11 Maio 2009
Para mineiros que reclamam do Exame de Ordem da OAB com sendo rigoroso, o presidente nacional da entidade discorda. Cezar Brito, que esteve em Uberaba no fim de semana para palestra no Simpósio Jurídico “Valorização da Advocacia“, é convincente em seu ponto de vista, dando ênfase à necessidade de melhorar o nível do ensino no país. Ao discordar dos que se queixam do grau de dificuldade do exame que eleva o bacharel em Direito à condição de advogado, Brito jogou por terra o alegado rigor, apresentando números. Lembrou que a entidade aplica a mesma prova nacionalmente quando o exame era regionalizado por Estado até passado recente. Já a divulgação do resultado não é feito de forma global, mas sim por instituição de ensino de cada candidato. Com o novo critério é possível a análise do resultado estatisticamente.
Foi a partir daí que tornou-se possível verificar que as boas faculdades alcançam índices expressivos, chegando à aprovação de até 80% de seus bacharéis no Exame de Ordem. Por outro lado, revela Brito, os índices são mais baixos para instituições de ensino que mercantilizam o sonho de ascensão social do brasileiro. “São aquelas que praticam o “conto do vigário” educacional, prometendo um saber que não fornecem“, afirmou Brito, tachando tais faculdades como “caça-níqueis“. Acrescentou que justamente estas fornecem número maior de vagas, mas no Exame de Ordem a reprovação também é altíssima, chegando a 90% dos inscritos que vieram destas instituições. Também estaria neste último grupo a falsa impressão de que o exame é duro.
Por outro lado, o presidente da OAB nacional defendeu a necessidade de manutenção do exame, cuja extinção é defendida por alguns setores. “Ele é necessário por várias razões, bastando lembrar que os advogados integram o Poder Judiciário, onde é fundamental a qualidade técnica de quem opera Justiça“, disse o entrevistado, alertando para o equilíbrio no preparo e conhecimento entre todos que atuam no setor. Lembrou que o juiz tem a qualidade técnica obtida pelo concurso, o que também se repete com o Ministério Público, que é o responsável pela acusação. “Não seria justo que o encarregado de defender o cidadão seja um desqualificado, até porque implicaria em perpetuar a desigualdade“, justificou, alertando para o ambiente diferente na Justiça, onde há linguajar diferenciado, regras burocráticas e mandamentos altamente técnicos que estudo específico. “A desqualificação do defensor do cidadão faz com que ele perca seu direito e até a própria liberdade, daí a qualificação ser fundamental com a inscrição e a fiscalização da OAB“, afirmou de forma taxativa.
Já na palestra no simpósio jurídico, Cezar Brito propôs que o advogado, como porta-voz da sociedade na luta pela justiça, seja ouvido com altivez, sendo reconhecido no seu exercício profissional. Por outro lado, ressaltou a necessidade de o advogado desempenhar a atividade profissional com qualidade e ética. “Assim, valorizaremos a OAB como instituição sempre forte e mesmo o Poder Judiciário, para que aquele poder possa garantir que a justiça chegue ao cidadão independente do nome da parte contrária“, ressaltou. (Jornal da Manhã).
Colaboração: www.oab.org.br
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Direito, Notícias | Etiquetado: Advocacia, Advogado, ética, Cezar Brito, Concurso, Conhecimento, Direito, Ensino, Equilíbrio, Exame da Ordem, Faculdades, Judiciário, Justiça, Luta, OAB, Porta-voz, Preparo, Profissional, Responsabilidade, Simpósio Jurídico, Sociedade, Técnica, Uberaba, Universidades, Valorização da Advocacia |
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8 Maio 2009
O médium falava com os mortos, psicografava mensagens e ouvia suas vozes, mas nunca esqueceu dos vivos. Chico tinha uma capacidade energética de transmitir paz e sensações de alívio. Sempre frequentava hospitais e centros de reabilitação, levando auxílio material, alimentos e principalmente fraternidade.
Com os portadores de hanseníase, fazia visitas constantes, distribuindo fartura em abraços, apertos de mão e sorrisos. Para os angustiados e desesperados, com idéias de suicídio, Chico sempre tinha palavras de afeto e de esperança.
Fato ocorrido com o espiríto de Hellen Keller, americana cega, surda e muda – famosa pela pregação em torno do otimismo, da alegria de viver e da fé em Deus – que falou através de Chico Xavier, ilustra isso. Quando da visita do médium a uma Colônia em Goiânia, consolou moça que havia tentado por duas vezes o suicídio. Foi aí que o espírito da americana falou: – Toda pessoa neste mundo deveria sofrer privações das faculdades pelo menos uma vez por semana e passar pelos maiores constrangimentos orgânicos, a fim de aprender a valorizar a vida.
Era o que Chico fazia, mesmo tendo ficado órfão de mãe aos cinco anos, com um olho cego, tendo enfartado duas vezes, e nunca reclamando do trabalho por fazer, mesmo na velhice.
Colaboração: www.diariodonordeste.com.br
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Espiritismo, Textos Interessantes | Etiquetado: Afeto, Alívio, Auxílio, Caridade, Chico Xavier, Espírita, Esperança, Espiritismo, Médium, Mediunidade, Morte, Paz, Privação, Psicografia, Vida |
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7 Maio 2009
As vezes me espanto com o que vejo ou leio sobre Aikidô. Muitas pessoas desejando dizer o que é e o que não é Aikidô. Ou que isso parece ser Aikidô “mágico”, que aquilo é um Aikidô eficiente para as ruas, ou que é um Aikidô de combate, ou que é um Aikidô para um pequeno grupo, ou que o professor é isso ou aquilo. Isso parece acontecer com quase tudo na comunidade do Aikidô. Mesmo dentro de um dojô freqüentemente existem várias opiniões diferentes sobre o que constitui o Aikidô. Eu tenho minha opinião baseada em meus treinos e minha experiência de vida assim como cada um de vocês.
O que torna a atividade em que estamos engajados Aikidô e não outra coisa? Seria o fato de que há apenas um pequeno número de técnicas no vocabulário? Seria nossa habilidade de arremessar o parceiro ou de causar dor e/ou ferimento em outras pessoas que torna isso Aikidô? Deixe-me oferecer uma observação de meu ponto de vista. Eu vou de dojô em dojô e encontro pessoas envolvidas com violência controlada que chamam o que fazem de “Aikidô”. Eu vejo faz-de-conta, graduados de “vida-ou-morte”, pretensos vencedores e pretensos perdedores. Tori usando apenas a força suficiente para causar dor ao uke ou para arremessar o uke, e o uke oferecendo apenas resistência suficiente para receber a dor ou para ser arremessado. Eu acho que isso é “quase Aikidô” ou “Aikidô razoavelmente bom” porque as pessoas fazem isso há anos e parecem felizes em continuar assim. O nage nunca usa toda a sua força por medo de causar ferimento ou morte ao uke. Assim a técnica do nage nunca é realmente verdadeira e o uke normalmente segue o nage sem oferecer muita resistência, ajudando o nage a se sentir poderoso e com domínio da técnica e o ukemi do uke nunca é verdadeiro.
Isso pode ser bom para o iniciante do Aikidô, quando o estudante está em estado reacionário, reagindo ao estímulo físico do ataque do nage. Neste estágio, uke e nage estão criando a forma. Isso é tudo em que eles deveriam se concentrar. Postura correta, distância apropriada e uma interação física forte resultando em uma técnica corretamente formada e executada. Isso deveria ser feito por tantos anos quantos fossem necessários para serem capazes de aplicar a forma da técnica sem ter que pensar (no desenvolvimento de um aluno de Aikidô, este estágio é “shu“.
Shu é o estágio em que o estudante continua repetindo o ato físico da técnica ou kata pelo tempo necessário para que o ato se torne inato, que dependendo do estudante pode levar anos. Entretanto deveríamos seguir para o próximo estágio do desenvolvimento, que é a “interação”. Neste estágio começamos a entender a função das formas e como elas se relacionam conosco e nossos parceiros. Uke e nage deveriam estar em condição de interagir espontaneamente e naturalmente implementando a forma suprema com a função. É nesse ponto que realmente começamos a fazer Aikidô, ao invés de fazer técnicas com as pessoas.
A função será uma coisa no início dos anos de treinamento, e será outra coisa ao final. Infelizmente, pelo que vejo, as pessoas ficam presas ao final da primeira parte desse processo de aprendizado porque ele tem poder sobre os outros com a forma técnica e domínio com a função técnica. Alguns atingem altas graduações, mas nunca deixam essa área porque é isso o que eles consideram como Aikidô, e isso se ajusta às suas necessidades. Não estou dizendo que eles não estão praticando Aikidô. Estou dizendo é que o que eles estão fazendo não é o que eu considero como sendo Aikidô, o que é muito diferente. Acredito que o Aikidô é suficientemente grande para incorporar muitos pontos de vista. Acredito que se deve continuar com o treino e trabalhar com a função da interação até que isso tenha um significado pessoal maior que a vitória sobre os outros. Com algum grau de maestria sobre as formas e função do Aikidô, a pessoa deve começar a sentir compaixão pelos outros. O desejo de domínio físico sobre outras pessoas deve começar a desaparecer. A habilidade permanecerá, é claro.
Durante os anos de interação a função do Aikidô transforma um poderoso praticante de artes marciais em um ser humano hábil, confiante e compassivo. Neste momento temos maestria sobre a forma e internalizamos as funções até que se tornam como andar e respirar, e não são mais compartimentalizadas como marciais. No treinamento, esta seria a fase “ha“. Ha é o trabalho da análise das formas e funções (neste caso) do Aikidô.
Então é o momento de começar a “separar” forma e função para revelar o conteúdo da atividade e seu efeito sobre minha vida e avaliar o significado para mim e como isso se integra ao que eu sou. Aikidô se torna verdadeiramente meu quando passo do Aikidô reacionário ao Aikidô de interação, e agora estou pronto para o Aikidô proativo. Muitos chamariam este estágio do desenvolvimento do Aikido de “ri,” então vou chamá-lo assim também.
Ri é o estágio de tornar o Aikidô “nosso”. Neste estágio, devemos estar prontos para explorar além das fronteiras do que aprendemos. Ri é o momento de abrir as asas e voar. Com o Aikidô proativo tanto o uke quanto o nage podem praticar com 100% de honestidade. Com confiança nas habilidades de cada um, o verdadeiro Aikidô pode acontecer. Não fazendo Aikidô “ao outro”, mas juntos, um com o outro, a maior parte do elemento perigo é muito reduzido. O Uke pode se propor a fazer um ataque honesto com 100% de força e não oferecer nenhuma ajuda ao nage, e o nage pode redirecionar toda a força sem se conter e sem ajudar o uke. Com o uke sendo sensível à intenção do nage e o nage sensível à intenção do uke (a intenção mudará para ambos durante a ação), o Aikidô pode acontecer.
As vezes as pessoas levam isso a extremos, não chegando nem remotamente perto do contato físico. Mas se o uke está sendo 100% uke e o nage está sendo 100% nage, e ambos usam suprema forma e função, então quem pode dizer que o conteúdo não é Aikidô? Apesar de não ser meu estilo, eu posso ver a verdade nesse treinamento. Ir ao dojô diariamente para receber dor também não é a minha idéia de treinamento de Aikidô.
Meu lado durão que não levava desaforo para casa se quebrou há muito tempo. Eu sigo em frente, usando o que acredito ser Aikidô como maneira de prosseguir. O que quero dizer com isso? Digamos que meu parceiro dê um soco não muito convincente em minha direção. Eu redireciono a energia do soco para o chão usando qualquer forma que esteja à mão. Não há energia suficiente no soco para levar meu parceiro para o chão e a função da forma foi atingida ao ser dispersada a energia, então apenas deixo estar assim. A função da forma restabeleceu a harmonia e o conteúdo do ato é Aikidô. Então, se acho necessário continuar a forma para arremessar meu parceiro ou levá-lo ao chão, eu não mais estou fazendo Aikidô com meu parceiro, estou praticando a técnica com ele. Para mim há uma enorme e significativa diferença nisso.
Tradução: Instituto Takemusso, São Paulo
* Dennis Hooker Sensei – Aikido 6º Dan, Schools of Ueshiba, Muso Jikiden Eishin-Ryu Iaijutsu 4º Dan, Shindai Dojo, Orlando – Flórida
Colaboração: www.portalaikido.com.br
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Aikidô, Textos Interessantes | Etiquetado: Academia Central de Aikidô de Natal, Aikidô, Aikidô Flórida, Aikidô Natal, Aikikai, Combate, Dan, Dennis Hooker, Distância, Dojo, Eficiência, Físico, Força, Forma, Função Habilidade, Graduados, Ha, Iniciantes, Instituto Takemusso, Interação, Kata, Mágica, Morihei Ueshiba, Nage, Poder, Postura, Racional, Ri, Schools of Ueshiba, Sentimento, Shu, Técnica, Tori, Uke, Verdade |
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6 Maio 2009
Um aposentado vai receber de volta do banco grande parte do dinheiro que foi obrigado a sacar de sua conta ao ser vítima de um sequestro relâmpago em Belo Horizonte. A decisão é da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que condenou o Banco do Brasil a devolver R$ 40 mil dos R$ 41 mil que o aposentado foi forçado a entregar aos criminosos em oito saques realizados em diversas agências.
O sequestro relâmpago aconteceu na manhã do dia 27 de setembro de 2007. Segundo relata o aposentado, dois indivíduos fortes e armados o raptaram em frente à sua residência, obrigando-o a entrar em um automóvel. Sob a mira de um revólver, ele foi obrigado a acompanhar um dos marginais a uma agência do Banco do Brasil no bairro Itapoã. Ele foi forçado a retirar um extrato, quando os criminosos tomaram conhecimento de que o aposentado tinha cerca de R$ 5 mil em sua conta corrente, além de uma aplicação financeira no valor de R$ 35.643,45.
Os sequestradores obrigaram o aposentado a solicitar o resgate da aplicação financeira e, após verificarem que o dinheiro já estava em sua conta corrente, passaram a se dirigir a diversas agências para os saques. O primeiro saque foi realizado em caixa eletrônico, no valor de R$ 1 mil, valor máximo permitido. A partir daí, eles foram a diversas agências, onde o aposentado, acompanhado por um dos criminosos, foi forçado a realizar saques diretamente nos caixas nos valores de R$ 5 mil e R$ 10 mil. Após oito saques, os criminosos conseguiram roubar o total de R$ 41 mil.
Ao ser liberado, o aposentado foi à polícia, onde foi registrado um boletim de ocorrência. Ele ajuizou a ação contra o banco, pedindo a restituição de seu dinheiro, sob a alegação de que, apesar de nunca ter tido o costume de realizar saques de valor elevado, a instituição financeira autorizou a realização de todas as retiradas, sem qualquer questionamento.
O juiz Jaubert Carneiro Jaques, da 4ª Vara Cível de Belo Horizonte, considerou que houve negligência com a segurança do correntista por parte dos funcionários do banco e condenou este último a restituir os R$ 41 mil ao aposentado.
O banco recorreu então ao Tribunal de Justiça. Os desembargadores Selma Marques (relatora), Fernando Caldeira Brant e Duarte de Paula também consideraram que houve negligência da instituição financeira, cujos funcionários não indagaram o cliente sobre as razões dos saques, ocorridos numa conduta estranha e incompatível com seu perfil.
Entretanto, os magistrados entenderam ser necessário fixar um limite demarcatório para saber a partir de quando teria ocorrido a falha no dever de cuidado do banco. Os desembargadores Fernando Caldeira Brant e Duarte de Paula entenderam que somente após o primeiro saque, de R$ 1 mil, o banco poderia ter uma conduta ativa para proteger o cliente. Dessa forma, eles determinaram o ressarcimento somente dos R$ 40 mil restantes.
Ficou parcialmente vencida a relatora, que havia determinado a devolução de R$ 35 mil, sob o entendimento de que apenas após os dois primeiros saques (R$ 1 mil e R$ 5 mil), o banco poderia suspeitar das movimentações e tomar as medidas necessárias. Processo: 1.0024.07.758908-3/01
Colaboração: www.tjmg.jus.br
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Direito, Notícias | Etiquetado: Aplicação Financeira, Aposentado, Banco do Brasil, Belo Horizonte, Boletim de Ocorrência, Caixa Eletrônico, Conta-corrente, Dano Material, Duarte de Paula, Fernando Caldeira Brant, Indenização, Itapoã, Jaubert Carneiro Jaques, Polícia, Selma Marques, Sequestro Relâmpago, TJMG |
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5 Maio 2009
O ajuizamento de ação com pedido de danos morais somente dois anos depois de abolida a prática da revista íntima não caracteriza perdão tácito por parte do trabalhador. Com este entendimento, a Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho acompanhou o voto do relator, ministro Alberto Bresciani, e manteve condenação imposta à empresa Flávios Calçados, de Goiânia, de indenizar um trabalhador em R$ 10 mil.
O ministro Bresciani destacou em seu voto que a ação foi proposta dentro do prazo prescricional, conforme dispõe o artigo 7º, inciso XXIX, da Constituição Federal. “Tendo em vista a impossibilidade de a lesão ao direito à intimidade convalescer com o passar do tempo, não há que se cogitar de perdão tácito pelo transcurso de um período entre o dano e o ajuizamento da ação em que se busca a respectiva reparação”, afirmou.
Demitido, sem justa causa, em maio de 2005, o vendedor ajuizou a ação em março de 2006. Nela, informou ter sido contratado em março de 2000 e reclamava a diversas verbas trabalhistas, no montante de R$ 50 mil, que alegava não terem sido pagas. Requereu, ainda, indenização por danos morais, pois a empresa realizava diariamente “sorteios” em que cerca de 40% dos empregados, sem nenhum aviso, tinham que passar por uma revista íntima. Na sala de treinamento ou no banheiro, tinham de abaixar as calças na presença do gerente da loja e do segurança. Entretanto, não mencionou o valor referente ao dano moral, deixando a cargo do juiz arbitrá-lo.
O juiz da 6ª Vara do Trabalho de Goiânia, ante os depoimentos das testemunhas, entendeu que a revista íntima era abusiva por ferir direitos inerentes à personalidade, e deferiu ao vendedor a indenização de R$ 10 mil. A Flávios recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (Goiás) alegando que abolira a revista íntima em abril de 2004, e o fato de o vendedor pleitear a indenização somente em março de 2006 indicava o seu perdão tácito.
“Não há que se falar em perdão tácito”, concluiu o Regional, por considerar a subordinação à qual se submeteu o empregado no curso de seu contrato diferente do perdão tácito do empregador. Para o TRT/GO, não se poderia exigir que o trabalhador se rebelasse, rescindisse o contrato por via indireta, para sofrer depois as conseqüências financeiras, como o desemprego. Ao rejeitar o recurso, o ministro Bresciani destacou que “o direito à intimidade insere-se nos direitos da personalidade, marcados pelas características de absolutos, indisponíveis relativamente, imprescritíveis e extrapatrimoniais”. Processo: RR-532/2006-006-18-00.0
Colaboração: www.tst.jus.br
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Direito, Notícias | Etiquetado: Abuso, Alberto Bresciani, Dano Moral, Demissão, Direito da Personalidade, Flávios Calçados, Indenização, Indisponibilidade, Justa Causa, Justiça do Trabalho, Perdão Tácito, Revista Íntima, Trabalhador, TRT/GO, TST |
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4 Maio 2009
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3.376/04, do deputado Rubens Otoni (PT-GO). Ele estabelece que os honorários de advogados, fixados por decisão judicial ou contrato escrito, são créditos de natureza absoluta, equiparando-se aos créditos trabalhistas, em face de sua natureza alimentar.
O relator, deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), votou pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do projeto original e de três dos quatro projetos apensados PL 6812/06, PL 1463/07 e PL 4327/08. De caráter conclusivo, a proposta segue para análise do Senado. (Agência Câmara).